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1 mês

Alemanha registra primeiros 2 casos de infecção pela variante ômicron

27/11/2021 21h23

Berlim, 27 nov (EFE).- O Ministério da Saúde da Baviera divulgou neste sábado que foram confirmados os dois primeiros casos da variante ômicron do novo coronavírus na Alemanha, em passageiros que desembarcaram no aeroporto de Munique três dias atrás, vindos da África do Sul.

De acordo com as informações do governo regional, as duas pessoas, que são estrangeiras, após darem positivo em teste PCR e sabendo da divulgação de uma nova variante detectada no país sul-africano, pediram para serem submetidas a exames para saber se eram casos de infecção pela ômicron.

O Ministério da Saúde da Baviera convocou todos os 50 passageiros que estavam no voo procedente da África do Sul a se apresentarem para as avaliações necessárias.

"Devem reduzir, imediatamente, seus contatos; se submeter a teste PCR, apresentar o histórico de viagem e colocar em contato com o Departamento de Saúde", indicou a pasta, por meio de comunicado.

Além disso, o Ministério destacou que, todas as pessoas vindas da África do Sul, assim como de Botsuana, Lesoto, Malaui, Moçambique, Namíbia, Suazilândia e Zimbábue, classificados pelo Instituto Robert Koch (RKI) como zonas de risco, precisam cumprir quarentena de 14 dias ao chegar na Alemanha, mesmo se vacinadas.

Antes de encerrar o período de isolamento, além disso, é preciso realizar um teste PCR, antes da liberação com o resultado negativo.

"Temos que fazer tudo o que é possível para evitar a propagação da nova variante", aponta comunicado divulgado pelo Ministério da Saúde bávaro.

A pasta regional lembrou que ainda "não está claro até que ponto é mais contagiosa essa nova variante e se gera mais internações", e pediu cautela da população até que os especialistas consigam ter dados mais claros sobre a cepa.

Diante dos números altos de casos e hospitalizações, o Ministério bávaro fez um apelo para que a população restrinja os contatos, siga utilizando máscara, mantenha o distanciamento social e procure se vacinar. EFE

egw/bg