Papa volta a pedir acolhimento de refugiados
O papa Francisco alertou neste sábado (17) mais uma vez para a crise imigratória que impacta a Europa e pediu que algo seja feito para acabar "com esta tragédia humana", assim como o acolhimento dos refugiados.
O papa denunciou que "um número jamais visto de refugiados morre tentando atravessar o Mar Mediterrâneo, que já se transformou em um cemitério, ou permanecem anos e anos nos campos" de acolhimento.
As declarações foram feitas quando Francisco recebeu, na Sala do Consistório no Vaticano, participantes da conferência "Migração e crise dos refugiados", promovida pela Confederação Europeia e a União Mundial dos Ex-Alunos e Alunas dos Jesuítas.
O líder religioso lembrou que, atualmente, cerca de 65 milhões de pessoas foram obrigadas a deixar seus lares. "Se formos além das estatísticas, veremos que os refugiados são mulheres e homens, meninos e meninas, que não são diferentes dos membros de nossas famílias e amigos. Cada um tem um nome, um rosto e uma história".
Desta forma, o argentino Jorge Mario Bergoglio pediu que os refugiados sejam acolhidos "para que sua primeira experiência na Europa não seja o trauma de dormir nas frias ruas".
Histórico
Desde que assumiu a liderança da Igreja Católica, em março de 2013, o papa Francisco faz apelos de ajuda aos imigrantes.
Um de seus primeiros compromissos como Pontífice foi visitar a ilha italiana de Lampedusa, no mar Mediterrâneo, onde diariamente dezenas de embarcações com imigrantes tentam chegar ao continente europeu.
A Europa enfrenta o maior fluxo de deslocamento forçado de pessoas desde o fim da Segunda Guerra Mundial (1939-1945).
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