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Fotos
TEMPESTADES EM JÚPITER - Imagens divulgadas pela Nasa (agência espacial americana) mostram a ocorrência de fenômenos atmosféricos em Júpiter. A partir da esquerda, é possível avistar a formação do anticiclone batizado de N5-AWO. A mesma formação encontra-se ao centro das imagens seguintes. Além disso, na parte central da segunda e terceira fotos, pode ser vista uma tempestade conhecida como Pequena Mancha Vermelha. Por sua vez, a faixa alaranjada no topo da quarta e quinta imagens representa uma estrutura chamada de Cinturão Temperado Setentrional. Essas são as regiões de Júpiter mais afetadas por tempestades. As fotos foram tiradas pela espaçonave Juno em seu 14º sobrevoo do planeta AFP/Nasa/JPL-Caltech/SwRI/MSSS/Gerald Eichstäd/Seán Doran

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Interior da Estação Espacial Internacional; estrutura é usada como plataforma para dar suporte a viagens espaciais e para a realização de experimentos científicos Reprodução/BBC

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Pesquisa da Universidade da Pensilvânia almeja facilitar a alimentação em missões de longa duração Getty Images

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Processo é semelhante ao do Marmite, um extrato de levedura iStock

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Transporte de alimentos costuma ser um desafio em missões espaciais Getty Images

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Um meteoro Perseid ao longo da Via Láctea ilumina o céu noturno da Espanha. Astrônomos e cientistas estão constantemente procurando sinais no espaço sideral que indiquem que há vida em outros planetas Cesar Manso/AFP

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WASP-121b, novo exploneta encontrado, está bem próximo a sua estrela Engine House VFX, At-Bristol Science Centre, University of Exeter

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5.mai.2017 - Cometa Halley Halley Multicolor Camera Team, Giotto Project, ESA

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Astronauta da Nasa Jack Fischer teme idas ao banheiro no espaço Reprodução/Twitter

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13,jan.2017 - O astronauta da Agência Europeia Espacial Thomas Pesquet realiza sua primeira caminhada espacial. Ao lado do astronauta da NASA Shane Kimbrough, ele passou cinco horas e 58 minutos fora da Estação Espacial para completar uma atualização de bateria para o sistema de energia do posto avançado ESA/NASA

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10.JAN.2016 - UNIÃO DE GALÁXIAS - Esta delicada mancha azul no espaço é muito mais turbulenta do que parece. O IRAS 14348-1447 está localizado a mais de um bilhão de ano-luz de distância da Terra. Este objeto celestial é na verdade a junção de duas galáxias espirais ricas em gás. Esta dupla se aproximou muito no ano passado, a gravidade fez com que eles se atraíssem e se fundissem em uma só. A imagem foi tirada pelo telescópio espacial Hubble ESA / Hubble/ Nasa

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3.jan.2017 - FUTURAS ESTRELAS - Esta rede de poeira e gás mostra um futuro berçário de estrelas no Universo. A região fica em Polaris, cerca de 490 anos-luz de distância da Terra. Centenas de filamentos interestelares aparecem emaranhados na imagem. Esses emaranhados podem se esticar por dezenas de anos-luz pelo espaço e precedem a formação estelar ESA

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É FESTA EM MAGALHÃES? - O telescópio Hubble, da Nasa, foi iluminado com imagens coloridas da Pequena Nuvem de Magalhães, uma galáxia irregular situada a 200 mil anos-luz da Terra. Esta nuvem é visível a olho nu da Terra como uma mancha de luz enevoada e alongada. Na imagem acima, duas nebulosas emitem luzes que parecem festivas, em união que as faz parecer uma só. A coloração rosa é provocada por uma intensa radiação das brilhantes estrelas centrais, que afetam o hidrogênio da nebulosa NASA, ESA, STScI, K. Sandstrom (University of California, San Diego), and the SMIDGE team.

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Exoplaneta HAT-P-7b tem formação de nuvens, segundo estudo publicado na Nature Mark Garlick/University of Warwick

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Foto compara tamanho de Júpiter (à esq.) com o gigante HAT-P-7 b (à dir.) Reprodução

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28.nov.2016 - Desde o início da exploração espacial nos anos de 1950, toneladas de lixo espacial estão se acumulando na órbita da Terra BBC

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28.nov.2016 -Para resolver o problema de lixo espacial, cientistas planejam enviar ao espaço no ano que vem uma nave criada para testar maneiras de se livrar desses detritos BBC

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28.nov.2016 - A nave que será colocada em órbita no ano que vem testará maneiras de limpar o lixo espacial. Ela vai usar uma rede e um arpão para capturar esses destroços BBC

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ROSETTA FLAGRA GELO EM COMETA - No último ano, a sonda Rosetta flagrou gelo de dióxido de carbono do tamanho de um campo de futebol no cometa que acompanhava, algo nunca antes visto por cientistas em um cometa. Este fenômeno foi seguido pela aparição de dois grandes fragmentos de gelo de água, ambos maiores do que uma piscina olímpica e bem maiores do que quaisquer gelos já vistos em cometas. As três áreas com gelo estavam no hemisfério sul do cometa 67P/Churyumov?Gerasimenko. É a primeira vez que dióxido de carbono congelado é visto em um cometa, apesar de não ser incomum no Sistema Solar - é abundante nos polos de Marte, por exemplo Reprodução

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Possível impacto de asteroide na Terra Nasa

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4.nov.2016 - MALAS PRONTAS? - O astronauta Thomas Pesquet, da ESA (Agência Espacial Europeia), visita a espaçonave Soyuz MS-03, onde irá "viajar" no dia 17 de novembro ao lado do comandante Oleg Novitskiy para uma missão de seis messes na ISS (Estação Espacial Internacional) NASA?A. Vysotsky

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28.out.2016 - A cratera oriental da Lua (esq.), com cerca de 930 km de largura, tem três anéis distintos, que formam uma espécie de "alvo". O mapa de cor (dir.) mostra a força da gravidade na superfície em torno da cratera. De acordo com cientistas do MIT, o impacto a 15 km/h de um asteroide de 64 km de diâmetro criou a cratera Nasa

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COMO SISTEMAS COM VÁRIAS ESTRELAS SE FORMAM? - Estudo publicado na revista Nature mostra que sistemas solares com várias estrelas podem surgir por condições gravitacionais instáveis. Os cientistas estudaram um jovem sistema com três protoestrelas e viram uma espiral em torno do disco, o que indica que condições gravitacionais instáveis geram fragmentações e são a origem das estrelas "extras". A descoberta permite aos astrônomos entenderem melhor a evolução dos sistemas com múltiplas estrelas - quase metade dos sistemas solares têm pelo menos uma estrela companheira B. Saxton: NRAO/AUI/NSF; ALMA (ESO/NAOJ/NRAO)

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16.out.2016 - QUASE EM MARTE - A ESA (Agência Espacial Europeia) divulgou uma arte que representa a principal fase do projeto de exploração de Marte. A sonda Schiaparelli da missão Exomars será lançada neste domingo (16) em direção ao planeta vermelho e deverá fazer a aterrissagem na quarta-feira (19). Depois de uma viagem de sete meses e 496 milhões de quilômetros, o módulo de 600 kg se despede da nave mãe para buscar indícios de vida marciana D. Ducros/ ESA/ AP

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Conceito artístico de Asgardia, que pretende ser a primeira nação espacial James Vaughan

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Esta imagem faz parte de novo censo do Universo feito por equipe de cientistas NASA, ESA, the GOODS Team, and M. Giavalisco (University of Massachusetts, Amherst)

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O REMOTO "CORAÇÃO" DA VIA LÁCTEA - Com o auxílio do telescópio VISTA, da ESO (agência espacial europeia), cientistas encontraram pela primeira vez estrelas de tempos remotos bem no centro da Via Láctea. As antigas estrelas descobertas no aglomerado estelar são do tipo RR Lyrae, que tipicamente são de populações de estrelas remotas com mais de 10 bilhões de anos. A descoberta indica que o centro da Via Láctea cresceu por meio da junção de aglomerados estelares dos primórdios do Universo. Estas estrelas podem ter restos dos mais massivos e velhos aglomerados estelares que sobrevivem até hoje ESO

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A NOITE DE SATURNO - Esta foto tirada pela missão Cassini e divulgada pela Nasa mostra belos pequenos detalhes do lado noturno de Saturno. O globo escurecido do planeta pode ser visto no canto inferior direito e sua sombra se espalha pelos anéis de Saturno. A imagem mostra que até durante o lado noturno os anéis seguem iluminados pelo Sol, com exceção da sombra feita pelo planeta. Acima à esquerda ainda é possível observar a pequena lua Prometheus NASA/JPL-Caltech/Space Science Institute

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4.out.2016 - Imagem da Nasa captada sobre o sudoeste do Haiti horas após a passagem do furacão Matthew Nasa

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QUANDO UMA NUVEM VIRA ESTRELA - A Nasa divulgou a imagem do exato momento em que porções de seis nuvens interestelares (grupo de estrelas próximas em uma galáxia em uma nuvem de gás, plasma e poeira) a 20 mil anos-luz da Terra entram em colapso rumo à formação de estrelas muito maiores do que nosso Sol. Astrônomos estão animados com o registro porque há poucos do tipo feitos até então. As observações, feitas através do observatório aéreo SOFIA, permitem a cientistas confirmarem modelos teóricos de como nuvens interestelares entram em colapso para virar estrelas, assim como o ritmo deste fenômeno NASA/JPL-Caltech/2MASS

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30.set.2016 - Em sua descida rumo ao cometa, a Rosetta fez uma série de novas imagens, como este registro a 8,9 km de distância ESA

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30.set.2016 - Sonda fez esta foto do cometa 67P a 16 km de distância ESA

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30.set.2016 - A 5,8 km, detalhes do cometa ficam mais visíveis ESA

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30.set.2016 - Pouco depois de fazer esta imagem a 1,2km do cometa, a sonda foi desligada ESA

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30.set.2016 - Uma das últimas imagens enviadas pela Rosetta, feita a apenas 23 metros da superfície do 67P ESA

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30.set.2016 - Uma colagem das últimas fotos feitas pela sonda mostra como é o cometa 67P de perto ESA

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A GRANDE FORÇA GRAVITACIONAL DE PANDORA - A Nasa divulgou esta imagem do aglomerado de estrelas Abell 2744, também chamado de Pandora. A gravidade deste aglomerado é tão forte que consegue ampliar imagens magníficas de galáxias que estão ao fundo do aglomerado. O efeito, chamado de "lente gravitacional", possibilita esta imagem. Os pontos luminosos difusos são as galáxias massivas no núcleo do aglomerado. Os astrônomos se debruçarão sobre a foto em busca dos raios fracos de luz, que são de galáxias mais distantes NASA/JPL-Caltech

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28.set.2016 - Fotografia revela redemoinhos no golfo de São Lourenço, onde está a ilha Prince Edward, no Canadá. Os turbilhões de água formados na parte rasa do golfo, conhecida como banco de Bradelle, devem-se aos fluxos e correntes marítimas complexas da região. A foto foi feita por astronautas na ISS (Estação Espacial Internacional) Nasa

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Imagens de plumas de água da lua Europa foram feitas a partir de observações do Hubble NASA/ESA/W. Sparks (STScI)/USGS Astrogeology Science Center

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23.set.2016 - Grandes pedaços de gelo flutuam no lago Alakol, no Cazaquistão. A água do lago de sal congela por dois meses no inverno e derrete na primavera. Alakol significa "lago multicolorida". Podemos ver na imagem feita pelo satélite Copernicus Sentinel-2 vários tons de verde e azul, que variam dependendo da profundidade, de sedimentos e do fitoplâncton. Os dois lagos menores no alto do lado esquerdo da foto são Kosharkol e Sasykkol. O lago é considerado rico em minerais, e sua lama é utilizada por turistas como terapêutica. A região tem solo fértil, com desenvolvimento de agricultura nas margens, e recebe aves migratórias Esa

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22.set.2016 - A Nasa anunciou a descoberta de mais um planeta em nosso vasto Univverso. Com o auxílio do telescópio Hubble e um truque da natureza, a agência confirmou a existência de um planeta orbitando duas estrelas em um sistema a 8 mil anos-luz da Terra. O achado representa a primeira vez que um sistema deste tipo é identificado com o auxílio da microlente gravitacional. Tal efeito é um fenômeno astronômico que ocorre quando a gravidade de uma estrela em primeiro plano amplifica a luz de uma estrela de fundo que momentaneamente se alinha com ela. A ampliação da luz pode revelar pistas sobre a estrela em primeiro plano e planetas ao redor NASA, ESA, and G. Bacon (STScI)

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Asteroide descoberto por brasileira terá nome escolhido em votação do UOL Divulgação

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19.set.2016 - O lago Poyang, um dos maiores de água doce da China, localizado na província de Jiangxi, é fotografado pelo radar do satélite Copernicus Sentinel-1. Os cientistas pesquisam a diminuição do nível da água, identificada na última década. O lago é destino de grous vindos da Sibéria e lar do Boto-do-Índico, espécie ameaçada de extinção. Nas margens do Poyang está uma das mais importantes regiões de produção de arroz da China ESA

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LAGOS DE MARTES SÃO MAIS RECENTES DO QUE PENSÁVAMOS - Alguns lagos de Marte foram formados muito depois do que cientistas acreditavam ser possível. A nova análise, feita a partir de dados da NASA's Mars Reconnaissance Orbiter, apontou que Marte teve um período úmido entre dois bilhões e três bilhões de anos atrás, muito depois do que os cientistas acreditavam que o planeta havia perdido sua atmosfera e se tornado gelado. Isto também significa que o planeta pode ter tido formas de vida por mais tempo do que se imaginava. Entre os novos lagos descobertos, está um maior do que os Grandes Lagos dos Estados Unidos NASA/JPL-Caltech/ASU

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14.set.2016 - Mil dias após seu lançamento, o telescópio espacial europeu Gaia revela o mapa mais detalhado já produzido da Via Láctea, um catálogo de 1 bilhão de estrelas ESA/Gaia/DPAC

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9.set.2016 - Para homenagear o 50º aniversário da série de televisão "Star Trek", a Nasa (Agência Espacial Americana) divulgou uma imagem do telescópio Spitzer comparando parte da Nebulosa da Formiga com naves do programa. No rascunho é possível ver, à direita, a silhueta da clássica Enterprise, do Capitão Kirk, como se estivesse saindo da nebulosa. Já à esquerda, a silhueta da sucessora Next Generation voa na direção oposta Nasa/ JPL-Caltech

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VISITANDO O INIMIGO - Foguete da Nasa levando a sonda OSIRIS-REx é lançado no Cabo Canaveral, na Flórida, nesta quinta (8). A missão visitará o asteroide chamado Bennu -- nome dado por um garoto de nove anos de idade da Carolina do Norte (EUA). O corpo celeste é antigo e pode guardar parte dos segredos da formação da Terra. Bennu também chama a atenção pelo risco que trás ao nosso planeta. Ele passa pela Terra a cada seis anos, tão perto que os cientistas atribuem a ele uma chance de uma em 2.700 de nos atingir nos próximos dois séculos Joel Kowsky/Nasa

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UMA OSTRA ESPACIAL - Esta imagem fantástica flagrada pelo telescópio Hubble mostra o que os cientistas apelidaram de uma "ostra espacial" contendo uma "pérola" dentro. Ela mostra o que foi chamado de Nebulosa da Ostra (antes conhecida por NGC 1501), uma nuvem que fica a 5 mil anos-luz da Terra, na constelação de Camelopardalis. A nebulosa planetária é uma gigante nuvem de poeira e gases com carga elétrica. O ponto amarelo no centro é a estrela da nebulosa, que lembra muito uma "pérola" ESA/Hubble & NASA

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5.set.2016 - Câmeras da sonda espacial Rosetta localizaram o robozinho Philae pela primeira vez desde que ele pousou no cometa 67P em novembro de 2014. "Menos de um mês antes do fim da missão, a câmera de alta resolução da Rosetta revelou o local em que Philae pousou, uma cratera escura do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko", informou a ESA (Agência Espacial Europeia) em um comunicado ESA

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2.set.2016 ? O satélite Sentinel-2ª, da ESA (Agência Espacial Europeia), registra do espaço a geleira Upsala, no parque nacional Los Glaciares, na Argentina. O parque foi nomeado patrimônio mundial pela Unesco em 1981 e é o maior do país, cobrindo uma área de mais de 7 mil quilômetros quadrados ESA

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ESTRELA ANTIGA OU NOVA? NENHUMA DAS DUAS - Esta imagem atormentou a cabeça de astrônomos por muitos anos. Tirada pelo observatório espacial ESA, ela mostra ao centro uma estrela chamada RAS 19312+1950, situada a 12 mil anos-luz da Terra. A confusão para cientistas é que a estrela mostra sinais tanto de ser bem antiga quanto de ser bem nova. Ao fim, pode não ser nem uma coisa nem outra. Novas análises de um telescópio da Nasa mostram que se trata, na verdade, de uma estrela em formação, ainda em nascimento. O corpo celeste é 10 vezes mais massiva que nosso Sol e emite 20 mil vezes mais energia, sendo rica em oxigênio ESA/Herschel/PACS/Hi-GAL Project, KU Leuven

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26.ago.2016 -O satélite europeu Sentinel-2a, que disponibiliza imagens em alta resolução da Terra registrou a construção da ponte suspensa Yavuz Sultan Selim, em Istambul. A construção inaugurada nesta sexta-feira (26) é a maior ponte suspensa do mundo com circulação rodoviária e ferroviária. A torre mais alta tem cerca de 320 metros ESA

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RECORDE - O astronauta americano Jeff Williams, 58, quebrou o recorde de dias acumulados no espaço, que pertencia ao seu colega aposentado da Nasa Scott Kelly. Em 24 de agosto, Williams ultrapassou os 520 dias de Kelly no espaço. Quando o astronauta retornar à Terra, em 6 de setembro, terá computados 534 dias no espaço ao longo de sua carreira, mais do que qualquer astronauta americano Nasa/AFP

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PARECE PINTURA, MAS É O NOSSO ESPAÇO - Pode acreditar: esta imagem não é o quadro de algum pintor famoso. Na verdade, é uma composição de fotos tiradas pelo satélite Planck, da Agência Espacial Europeia. Trata-se de uma nuvem de gás próxima à estrela Polaris, que fica no polo celestial norte, na região da Ursa Menor. Estes gases, que são filamentos de poeira, estão a cerca de 500 anos-luz de distância da Terra ESA and the Planck Collaboration

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Astrônomos conseguiram capturar imagem rara de uma explosão estelar J Skowron - Warsaw University Observatory

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Tipo de explosão nuclear de estrela é conhecida como "nova clássica" K Ulaczyk - Warsaw University Observatory

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Galáxias como esta em espiral são mantidas unidas por uma misteriosa matéria escura ESA/Hubble & NASA

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16.ago.2016 - Esta foto tirada pelo satélite PROBA-V, da Agência Espacial Europeia, em 8 de março e divulgada agora mostra os diferentes tons de cores do Planeta Terra em uma curta área. Na área inferior, é possível ver tons de branco em neve de montes próximos ao mar Cáspio, entre o Irã e o Turcomenistão. As fotos do satélite são usadas para análises da concentração de clorofila e de materiais suspensos na água. Nesta imagem, por exemplo, ficam visíveis sedimentos oriundos do rio Atrek na cor azul clara ESA-BELSPO 2016, produced by VITO

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12.ago.2016 - Meteoro cruza o céu acima de ruínas de uma igreja em no Parque de Los Alcornocales, no vilarejo espanhol de La Sauceda. Chuva de meteoros foi melhor observada em regiões com menos luminosidade e pouca poluição Jon Nazca/Reuters

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Estrela cadente ilumina os céus Ethan Miller/Getty Images/AFP

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12.ago.2016 - Chuva de meteoros Perseidas é registrada no ceú de Luzit, na região central de Israel. O fenômeno, que ocorre anualmente no mês de agosto, teve seu ápice na madrugada desta quinta para sexta-feira (12), segundo a Nasa. O fenômeno é muito mais intenso no hemisfério Norte. As Perseidas têm este nome porque os meteoros parecem sair da constelação de Perseus Menahem Kahana/AFP

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VÊNUS OU TERRA? - Acredite: em um passado distante, Vênus pode ter sido bem parecido com a Terra. De acordo com um estudo da Nasa, o planeta teve um oceano líquido e temperaturas habitáveis por até 2 bilhões de anos após sua formação, em sua história inicial. A descoberta, publicada nesta semana na Geophysical Research Letters, foi obtida com um modelo similar ao usado para prever futuras mudanças climáticas na Terra. Hoje em dia, Vênus é inabitável e sua temperatura atinge 462º C na superfície. A foto é um conceito artístico Nasa

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10.ago.2016 - Foguete com novo satélite para registrar imagens de alta resolução é lançado de Taiyuan, localizada na província de Shanxi, no norte da China. O satélite terá um serviço de observação 24 horas por dia, e será utilizado para previsão de desastres e do clima, avaliação de recursos hídricos e proteção aos direitos marítimos do país Zhang Hongwei/Xinhua

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AS NUVENS DE SATURNO EM INFRAVERMELHO - Em visão da sonda Cassini, da Nasa, é possível ver uma formação de nuvens no hemisfério norte de Saturno. A visão foi produzida pelo entusiasta de imagem do espaço Kevin M. Gill, utilizando imagens tiradas pela câmera com lente grande angular da Cassini em 20 de julho de 2016 que combinou filtros sensíveis à luz infravermelha. Os filtros servem para determinar a estrutura e profundidade das nuvens na atmosfera do planeta NASA/JPL-Caltech/Space Science Institute/Kevin M. Gill

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SONDA PRIVADA RUMO À LUA - Pela primeira vez uma companhia privada poderá enviar uma sonda para a Lua. A missão da start-up Moon Express foi aprovada pelo governo do Estados Unidos. Até então, apenas os governos norte-americano, da China e o da ex-União Soviética enviaram naves espaciais para a lua. A empresa ainda está trabalhando na criação da sonda, como nesta arte de 23 de agosto de 2015, e deve realizar a decolagem apenas no fim de 2017 Moon Express via AP

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1º.ago.2016 - Esta foto que mostra a silhueta de um pássaro em contraste com o brilho da Lua cheia é uma das imagens pré-selecionadas para a competição Insight Astronomy Photographer of the Year 2016. A foto foi tirada em Hawke's Bay, na Nova Zellândia, por Andrew Caldwell Andrew Caldwell/BBC

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1º.ago.2016 - O concurso, em sua oitava edição, recebeu mais de 4.500 inscrições de fotógrafos amadores e profissionais de mais de 80 países. Esta imagem das luzes verdes da aurora boreal foi registrada por Jan R. Olsen em Olderdalen, na Noruega Jan R. Olsen/BBC

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1º.ago.2016 - A competição, realizada em conjunto pelo Observatório Real de Greenwich, a revista BBC Sky at Night e a empresa de investimentos Insight, seleciona vencedores em nove categorias e dois prêmios especiais. Esta foto do cometa Lovejoy foi tirada por Michael Jaeger Michael Jaeger/BBC

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1º.ago.2016 - As estrelas da Via Láctea sobre a paisagem naturalmente colorida das Colinas Pintadas do Oregon, nos EUA, aparecem nesta imagem regsitrada por Nicholas Roemmelt Nicholas Roemmelt/BBC

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1º.ago.2016 - Ivan Eder registrou esta imagem da Nebulosa Laguna M8, localizada aproximadamente a 5.000 anos-luz da Terra Ivan Eder/BBC

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1º.ago.2016 - A Lua ilumina o céu noturno da baía de Paraty, no Brasil, nesta foto de Rafael Defavari Rafael Defavari/BBC

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1º.ago.2016 - A sombra do vulcão Mauna Kea, no Havaí, é projetada pelo Sol nascente sobre outro vulcão, Hualalai, enquanto a Lua cheia brilha no céu, nesta imagem de Sean Goebel Sean Goebel/BBC

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1º.ago.2016 - O Triângulo de Pickering é o objeto da foto de Bob Frankel. Situado na Nebulosa do Véu, o Triângulo de Pickering é um dos principais exemplos visuais de restos da explosão de uma estrela supernova Bob Frankel/BBC

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1º.ago.2016 - O fotógrafo Eric Toops captou uma das protuberâncias solares, arcos de gás que se estendem na coroa solar, em sua foto intitulada "Parede de Plasma" Eric Toops/BBC

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1º.ago.2016 - As imagens vencedoras serão anunciadas no dia 15 de setembro de 2016. Esta imagem da Aurora Boreal sobre Jokulsarlon, na Islândia, foi registrada por Giles Rocholl Giles Rocholl/BBC

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29.jul.2016 - O astronauta Jeff Williams, da Nasa, registrou essa imagem de uma área agrícola na África do Sul. A foto, que parece uma construção geométrica, foi postada em sua conta do Twitter Reprodução/Twitter/@Astro_Jeff

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27.jul.2016 - O satélite Sentinel-3A registrou imagens de uma tempestade de poeira ao leste do mar Vermelho. As tempestades de poeira ou de areia são, geralmente, resultado de uma grande massa de ar frio se movendo rapidamente em toda a terra seca coberta por areia solta e lodo. Na foto também é possível ver o rio Nilo no lado superior esquerdo e as areias laranja do deserto árabe no canto superior direito ESA

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22.jul.2016 - A ilha de Tongatapu e pequenas ilhas vizinhas, todas do reino de Tonga no sul do oceano Pacífico, foram registradas pelo satélite Sentinel-2A, da ESA (Agência Espacial Europeia). A população de Tonga está espalhada por 36 de suas 169 ilhas, mas 70% vive em Tongatapu. Na parte de cima da imagem é possível identificar muitos corais. Cientistas estão usando o Sentinel-2A para monitorar os recifes e analisar o branqueamento dos corais, uma consequência das temperaturas mais altas na água devido ao aquecimento global ESA

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21.jul.2016 - TRUQUE DE LUZ - Foto feita pelo telescópio espacial Hubble mostra um aglomerado de galáxias em um "Universo desordenado", a cerca de quatro bilhões de anos-luz de distância. Na foto, vê-se uma deformação do espaço, por causa do efeito de lente gravitacional. A enorme massa do aglomerado distorce e amplia a luz das galáxias distantes, ajudando cientistas a estudá-las J. Lotz (STScI)/ Nasa/ ESA

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15.jul.2016 - O satélite Sentinel-2A, da ESA (Agência Espacial Europeia), fotografou a parte leste do mangue arbóreo Sundarbans, em Bangladesh. A região de mangue aparece em tons escuros de verde, enquanto as áreas em cores mais claras são povoadas e dominadas pela agricultura. Sundarbans é uma das maiores florestas de mangue arbóreo do mundo ESA

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LINHA DE NEVE D'ÁGUA VÍSIVEL EM EXPLOSÃO ESTELAR - O telescópio Alma, localizado no deserto do Atacama, no Chile, obteve a primeira observação bem resolvida de uma linha de neve de água no interior de um disco protoplanetário. Tal linha marco o local onde a temperatura no disco que rodeia uma estrela jovem diminui o suficiente para que se possa formar neve. O aumento no brilho da estrela V883 Orionis aqueceu o interior do disco, empurrando a linha de neve de água para uma distância muito maior do que o que é normal, causando uma explosão e permitindo assim observá-la pela primeira vez A. Angelich (NRAO/AUI/NSF)/ALMA (ESO/NAOJ/NRAO)

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FLAGRA INÉDITO EM BURACO NEGRO - A Agência Espacial Europeia (ESA) conseguiu provar a existência de um vórtice gravitacional em um buraco negro com a ajuda de um observatório de raio-x em órbita. A descoberta elucida um mistério que persegue astrônomos há mais de 30 anos e ajudará a mapear matérias bem próximas de buracos negros, além de abrir portas a futuras investigações da relatividade geral de Einstein. O achado ocorreu com a observação de que a matéria que cai em um buraco se aquece enquanto se aproxima do fim e atinge milhões de graus quando está perto de sumir para sempre - nesta temperatura, emite brilho de raio-x no Espaço ESA/ATG medialab

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13.jul.2016 - Passada a arriscada manobra de inserção orbital, a sonda Juno voltou a produzir imagens de Júpiter, agora já presa à gravidade do maior planeta do Sistema Solar. A imagem, recém-divulgada pela Nasa, foi feita a cerca de 4,3 milhões de km, o que equivale a cerca de 11 vezes a distância Terra-Lua. A JunoCam, câmera que opera em ?luz visível?, ou seja, com comprimentos de onda que podem ser enxergados pelo olho humano, foi religada no último domingo (10), seis dias após a tensa manobra que colocou a sonda numa trajetória elíptica em torno de Júpiter Nasa/AP

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11.jul.2016 - O astronauta Jeff Williams, da Nasa, registrou essa imagem da barreira de corais perto das Bahamas e do arquipélago Florida Keys (EUA), no Caribe, vista desde a ISS (Estação Espacial Internacional). Ele postou a foto na sua conta do Twitter com a seguinte frase: "os recifes de coral das Bahamas e Florida Keys... as cores vivas e os padrões de uma obra de arte!" Reprodução/Twitter/@Astro_Jeff

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7.jul.2016 - Lançamento da nave russa Soyuz, com três tripulantes a bordo, é registrado por alguns fotógrafos amadores da base de Baikonur, no Cazaquistão. A Soyuz MS-01, um novo modelo da mítica série de naves espaciais criadas há meio século na extinta União Soviética, decolou rumo à Estação Espacial Internacional (ISS) com o russo Anatoli Ivanishin, o japonês Takutya Onishi e a americana Kathleen Rubins Dmitri Lovetsky/AP

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3.jul.2016 - Foto mostra o telescópio FAST, com 500 metros de abertura, localizado em Pingtang, na província chinesa de Guizhou. O FAST é o maior radiotelescópio do mundo. Ele será usado para explorar o espaço e ajudar na busca por vida extraterrestre Liu Xu - 3.jul.2016/Xinhua

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3.jul.2016 - Foto mostra o telescópio FAST, com 500 metros de abertura, localizado em Pingtang, na província chinesa de Guizhou. O FAST é o maior radiotelescópio do mundo. Ele será usado para explorar o espaço e ajudar na busca por vida extraterrestre Liu Xu/Xinhua

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3.jul.2016 - Foto de 27 de junho de 2016 mostra o telescópio FAST, com 500 metros de abertura, localizado em Pingtang, na província chinesa de Guizhou. O FAST é o maior radiotelescópio do mundo. Ele será usado para explorar o espaço e ajudar na busca por vida extraterrestre Liu Xu - 27.jun.2016/Xinhua

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29.jun.2016 - Foguete é lançado do Centro de Lançamento de Satélites de Jiuquan, cidade localizada no noroeste da China. O foguete transporta o segundo satélite da série Shijian-16. O lançamento foi considerado um sucesso Wang Jiangbo/Xinhua

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22.jun.2016 - Casal observa o lançamento de foguete da cidade de Sriharikota, localizada no sul da Índia. O veículo espacial levará o satélite CARTOSAT-2, da Organização Indiana de Pesquisa Espacial, juntamente com outros 20 satélites de países como Estados Unidos, Canadá, Alemanha e Indonésia. O lançamento de 20 satélites em um só foguete representa um número recorde para a Índia Arun Sankar/AFP

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20.jun.2016 - Os cientistas perdem o sono há décadas estudando o neutrino, mais conhecido como "partícula fantasma". A partícula ganhou este apelido por ser misteriosa e por atravessar matéria, seja nossos corpos ou casas, sem deixar rastros. Uma vez que o neutrino passa até por chumbo, cientistas criaram laboratórios malucos para analisá-lo. Nas profundidades de uma montanha na Itália, o laboratório Gerda (Germanium Detector Array) estuda a partícula com monitoramento de atividade elétrica dentro de cristais de germânio puros. Eles acreditam que o experimento confirmará que o neutrino foi importante para a origem do Universo. Quando o Big Bang aconteceu, produziu quantidades iguais de partícula e antipartícula. Quando elas colidem, se destroem. Mas apesar disso, o universo foi criado. Os pesquisadores querem provar que o neutrito é tanto uma antipartícula quando uma partícula, as duas coisas ao mesmo tempo, e isso explicaria porque a matéria foi favorecida e por que estamos aqui K. Freund/ GERDA

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20.jun.2016 - Uma parte das partículas fantasmas é produzida em reações nucleares dentro do Sol, outra parte é criada na atmosfera terrestre com a incidência da radiação cósmica. Mas os únicos lugares onde elas são visíveis são nos detectores instalados em lugares naturalmente protegidos de qualquer tipo de interferência. O Snolab (Canadian Sudbury Neutrino) fica enterrado há cerca de 2 km em solo canadense. O detector foi responsável por descobrir que existem ao menos três tipos diferentes de neutrinos, que vão para frente e para trás enquanto aceleram pelo espaço. O laboratório estuda as partículas fantasma com uma esfera plástica preenchida com mais de 700 toneladas de um fluído especial que detecta partículas. A esfera é revestida de água e pendurada por cordas. Quando os neutrinos interagem no detector, eles produzem uma luz, que é analisada por cerca de 10 mil sensíveis detectores de luz instalados no local SNOLAB

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20.jun.2016 - As fantasmagóricas partículas quase sem massa e que viajam à velocidade da luz exigem dos cientistas muita imaginação e proezas tecnológicas para serem estudadas. Na Antártida existe o IceCube, o maior detector de neutrinos do mundo. O observatório tem 86 cabos onde estão montados 5.160 módulos ópticos capazes de ver flashes de luz azul, emitidos quando o neutrino interage com o gelo. A energia gerada pela colisão é tão forte que, para efeito de comparação, se estenderia por seis quarteirões de uma cidade. Os 86 cabos estão distribuídos em 1km³ de gelo, a uma profundidade entre 1.450 e 2.450 metros. Os pesquisadores esperam usar as informações obtidas no IceCube para reconstruir os caminhos dos neutrinos e identificar sua origem NSF/ Xinhua

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20.jun.2016 - A cada segundo, trilhões de partículas fantasmas passam por cada uma das pessoas da Terra sem serem sentidas. No laboratório de Daya Bay, enterrado nas colinas da China, seis detectores cilíndricos, cada um com cerca de 20 toneladas de fluído que detecta partículas, estão agrupados para detectá-las. O local foi construído para investigar as oscilações de neutrinos, para descobrir quantas partículas escapam dos radares por mudarem de sentido Roy Kaltschmidt/ Berkeley Lab

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20.jun.2016 - Sob as montanhas do Japão existe o Super-Kamiokande, um observatório de neutrinos que está há 914 metros embaixo da terra. O ambiente é uma enorme piscina com dezenas de milhares de toneladas de água, onde é possível ver as partículas fantasmas atravessando a água, interagindo com elétrons e lançando uma luz, como acontece no IceCube durante a interação com o gelo. O japonês Takaaki Kajita e o canadense Arthur McDonald ganharam o Prêmio Nobel de Física por descobrir no laboratório a oscilação dos neutrinos, o que provou que as partículas têm massa Kamioka Observatory/ ICRR (Institute for Cosmic Ray Research)/ The University of Tokyo

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7.jun.2016 - Ilustração mostra galáxias encontradas na 'zona de evasão "atrás da Via Láctea, uma região do Espaço normalmente inacessíveis aos telescópios ICRAR

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Supertempestades solares salvaram a Terra de se tornar um planeta congelado no passado, segundo estudo liderado por Vladimir Airapetian, do Centro Goddard de Voo Espacial, da Nasa Nasa/Reprodução

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Europa lança novos satélites para concorrer com sistema GPS ESA/CNES/ARIANESPACE-Optique Video du CSG, P. Piron

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BERÇÁRIO DE ESTRELAS - Uma imagem feita pelo Observatório Espacial Herschel mostra a caótica e complexa estrutura de uma zona de formação de estrelas na Via Láctea. A atividade estelar acontece na região Vulpecula OB1, que está a oito mil anos-luz de distância da Terra. A atividade dessas estrelas atrai nuvens, poeira e gases, fazendo os elementos colidirem e gerarem outras novas estrelas ESA/Herschel/PACS, SPIRE/Hi-GAL Project

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18.mai.2016 - BRILHANTE E AZUIS, ESTRELAS SE ENFEITAM COM NEBULOSA: Um telescópio do ESO (Observatório Europeu do Sul) registra o forte brilho de um grupo de jovens estrelas azuis e brancas, chamado de LH 72. Esta luz energiza o gás que restou da recente formação estelar, que aconteceu há "apenas" alguns milhões de anos. O resultado dessa atividade é a colorida nebulosa, chamada LHA 120-N55, que está localizada na Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia satélite da Via Láctea a cerca de 163 mil anos-luz de distância. Na imagem, as estrelas parecem se "enfeitar? com o manto de gás brilhante da nebulosa. Os astrônomos estudam este fenômeno para aprender mais sobre as condições existentes nos locais onde novas estrelas se desenvolvem ESO

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11.mai.2016 ? Cápsula da SpaceX contendo amostras científicas do astronauta da Nasa Scott Kelly, que passou um ano na Estação Espacial Internacional, pousa no Oceano Pacífico SpaceX via AP

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9.mai.2016 - Satélite Aqua da Nasa capturou esta imagem das nuvens sobre o Canadá nesta segunda-feira. Entrelaçada dentro das nuvens está a fumaça ondulando acima dos incêndios florestais que atingem grande extensão do país Nasa

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PASSEIO DE MERCÚRIO - Mercúrio, o menor planeta do Sistema Solar, passou nesta segunda-feira (9) entre a Terra e o Sol. O planeta dá uma volta em torno do Sol a cada 88 dias, um fenômeno que vai acontecer 14 vezes só no século 21, sendo que duas já foram e a próxima será em 2019. Esse "passeio" de Mercúrio pode ser chamado de minieclipse. O planeta aparece em silhueta na parte inferior esquerda Bill Ingalls/ NASA

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Astrônomos descobrem planetas 'potencialmente habitáveis' em órbita de estrela anã fria ESOM. Kornmesser

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29.abr.2016 - COMETA DA ÉPOCA DA FORMAÇÃO DA TERRA - Astronautas descobriram um objeto rochoso único que parece ser feito de matéria do Sistema Solar, e que seria do período da formação da Terra. Se comprovada sua origem, esse antigo cometa sem cauda pode fornecer importantes pistas de como o Sistema Solar se formou. De acordo com os cientistas da ESO (Observatório Europeu do Sul), o objeto deve ter feito parte de um planeta rochoso, como a Terra, mas foi expelido para fora do sistema e ficou preservado por ter sido congelado durante milhares de anos na Nuvem de Oort. Essa nuvem rodeia o Sistema Solar, como uma bolha, e acreditam que há entre um e cem bilhões de cometas congelados na região ESO/M. Kornmesser

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CÉLULAS ASTRONAUTAS - Imagine se astronautas pudessem cultivar células vivas no espaço. Poderiam, a partir daí, ter um suporte para resistir a longas viagens, como para Marte? Com o experimento Spheroids, cientistas querem testar a possibilidade desse tipo de "cultivo" fora da Terra. Pesquisadores observam como as células que revestem vasos sanguíneos reagem à vida no espaço, à bordo da ISS (Estação Espacial Internacional). Amostras diferentes são submetidas a períodos distintos de microgravidade. Na imagem aparecem as células antes de serem lançadas no interior do cargueiro SpaceX Dragon, no Kennedy Space Center, na Flórida. As células deixaram a atmosfera terrestre no dia 8 de abril ESA

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BOLHA TAMANHO GALÁCTICO - Imagine o sopro que teria sido necessário para criar uma "bolha" assim, do tamanho da Nebulosa da Bolha. A galáxia é de fato uma bolha, mas composta pelo vento estelar - um fluxo de alta velocidade de partículas - da estrela SAO20575, uma gigante com 10 a 20 vezes a massa do Sol. O brilho fluorescente de gases estelares realçam as paredes da bolha. A Nebulosa da Bolha foi descoberta em 1787 pelo astrônomo William Herschel. Na época em que foi observada pela primeira vez teria aparecido como uma mancha em preto e branco na lente do telescópio do astrônomo. Hoje, podemos apreciar toda sua beleza graças ao alcance do telescópio Hubble. A Nasa divulgou a imagem em comemoração do aniversário de 26 anos do Hubble, lançado ao espaço em 24 de abril de 1990. NASA/ESA/Hubble Heritage Team

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14.abr.2016 - Satélites registraram o nascimento de dois icebergs após rompimento com a plataforma de gelo Nansen, na Antártida, no último dia 7. Os icebergs têm cerca de 10 km e 20 km de comprimento e 5 km de diâmetro, e estão à deriva em direção ao nordeste da região ESA/Nasa

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8.abr.2016 - Nove meses depois de um foguete da SpaceX explodir em seu voo à ISS (Estação Espacial Internacional), outra nave com provisões para os astronautas em órbita foi lançada. A cápsula não tripulada Dragon decolou do Cabo Canaveral, na Flórida, às 16h43 local (17h43 em Brasília) sobre um foguete Falcon 9. A nave levará 3.100 kg de carga para os seis astronautas que vivem na ISS John Raoux/ AP

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8.abr.2016 - O astronauta britânico Tim Peake, que está morando na ISS (Estação Espacial Internacional), fotografou a noite no Reino Unido. Peake está participando de mais de 30 experimentos científicos no espaço pela ESA (Agência Espacial Europeia) ESA/NASA

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8.abr.2016 - O rio Tapajós, Amazônia, foi uma das belas paisagens que o astronauta britânico Tim Peake fotografou durante sua estadia na ISS (Estação Espacial Internacional). Peake está participando de mais de 30 experimentos científicos no espaço pela ESA (Agência Espacial Europeia) ESA/NASA

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6.abr.2016 - Propulsado por foguetes Longa Marcha 2D, o programa espacial da China lança o satélite de pesquisa científica SJ-10, da base de lançamento de Jiuquan, no Deserto de Gobi, no noroeste do país. O satélite conduzirá experimentos no espaço e está programado para retornar ao planeta Terra para que seus resultados sejam analisados posteriormente Jin Liwang/Xinhua

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5.abr.2016 - Uma câmera da sonda espacial Rosetta fotografou o cometa 67P a uma distância de 820 km no dia 29 de março. A imagem foi divulgada nesta terça-feira (5) pela ESA (Agência Espacial Europeia). A nave Rosetta descobriu uma região livre de campo magnético no cometa. Quando a corrente de partículas elétricas procedentes do sol (o "vento solar"), entra em contato com a cabeleira do cometa, é criada uma bolha sem campos magnéticos ao redor do núcleo do corpo celeste, que recebe o nome de cavidade diamagnética. Uma das missões da nave Rosetta era, justamente, a observação desse fenômeno ESA / Rosetta

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29.mar.2016 - O astronauta britânico Tim Peake, tripulante das Expedições 46 e 47 na Estação Espacial Internacional, postou em sua conta do Twitter fotos das duas cidades mais populosas do Brasil vistas do espaço. Na foto, o Rio de Janeiro à noite. Peake afirmou que o tempo estava nublado no momento do clique e que adoraria visitar o país ESA/ Nasa

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29.mar.2016 - O astronauta britânico Tim Peake, tripulante das Expedições 46 e 47 na Estação Espacial Internacional, postou em sua conta do Twitter fotos das duas cidades mais populosas do Brasil vistas do espaço. Na foto, São Paulo à noite. Peake afirmou que o norte da cidade estava na parte debaixo da foto ESA/ Nasa

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26.mar.2016 - Esta imagem registrada pelo astronauta norte-americano Jeff Williams mostra como é o Monte Kilimanjaro observado do espaço. A bordo da ISS (Estação Espacial Internacional), ele registrou a formação rochosa do antigo vulcão. O Kilimanjaro é o pico mais alto da África, com altura de 5 895 m no Pico Uhuru, e está situado no norte da Tanzânia, na fronteira com o Quênia Jeff Williams/Twitter/Reprodução

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25.mar.2016 - Foto tirada pelo Hubble mostra galáxias colidindo no espaço NASA/Divulgação

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24.mar.2016 - MARCAS DE ÁGUA CORRENTE - A Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) divulgou a imagem de leques aluviais aparentes em duas crateras do solo de Marte. Leque aluvial é o termo usado por geólogos para o sinal deixado no solo pela água corrente durante o transporte de partículas de rocha. Ou seja, a foto mostra onde anteriormente a água em estado líquido fluía no planeta vermelho. A qualidade da imagem é excelente e com ela os cientistas conseguem estimar o tamanho dos leques. Em 2015, a Nasa anunciou que existem provas de que ainda existe água líquida e corrente em Marte Nasa / JPL-Caltech / Univ. do Arizona

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22.mar.2016 - GALÁXIA SOLITÁRIA - Como uma tribo isolada no interior da Amazônia, a galáxia Wolf-Lundmark-Melotte é única por não ter sido afetada pelas galáxias vizinhas. Mesmo fazendo parte do Grupo Local (composto por mais de 54 galáxias, incluindo a Via Láctea), pesquisadores consideram que a WLM pode nunca ter interagido com outra galáxia. Esse fato é atípico, pois acredita-se que pequenas galáxias primordiais, como ela, interagem gravitacionalmente e até se unem. No entanto, a WLM se desenvolveu sozinha a cerca de três milhões de anos-luz da Via Láctea. Para fotografá-la, astrônomos usaram um telescópio de Rastreio da ESO, que mede cerca de 2,6 metros e está no Chile ESO

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21.mar.2016 - O foguete Soyuz-FG é lançado da plataforma Baikonur, no Cazaquistão, com a nova tripulação que habitará a ISS (Estação Espacial Internacional). O Soyuz viajou com dois cosmonautas russos e um veterano americano e o foguete estava decorado com um retrato do primeiro homem que chegou ao espaço, o astronauta soviético Yuri Gagarin, para comemorar os 55 anos da façanha, ocorrida em 12 de abril de 1961 Dmitri Lovetsky/ AP

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21.mar.2016 - CALEIDOSCÓPIO CÓSMICO - A imagem é linda e pode dar sensação de calmaria, mas a névoa multicolorida mostra a colisão de dois aglomerados de galáxias, que se tornam um único objeto, conhecido como MACS J04161-2403. O objeto está localizado a cerca de 4,3 bilhões de anos-luz da Terra, na constelação de Eridanus, e para conseguir a foto os astrônomos precisaram juntar imagens de três telescópios diferentes: um do observatório de raios-x da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), o telescópio Hubble e um aparelho da Fundação Nacional da Ciência Nasa/ ESA/ CXC/AUI/NSF/ STScI/ G. Ogrean/Stanford University

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14.mar.2016 - Um foguete russo Proton decolou de Baikonur, no Cazaquistão, levando a bordo a Exomars 2016, a missão russo-europeia destinada a buscar potenciais testes de atividade biológica em Marte. Se tudo correr bem, após uma viagem de sete meses na qual percorrerá 496 milhões de quilômetros, o módulo de aterrissagem se separará da sonda em 16 de outubro para pousar sobre o planeta vermelho três dias depois Dmitri Lovetsky/ AP

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10.mar.2016 - A UNIÃO FAZ A FOTO - Os aglomerados de galáxias são uma estrutura de centenas a milhares de galáxias e reservatórios de gás quente ligados pela gravidade. Esse gás está incorporado em nuvens de matéria escura, que não emitem luz e dificultam a visualização. Para estudar os aglomerados, astrônomos uniram as imagens de três telescópios. Foram usados o Observatório de Raios-x da Nasa (identificando a cor azul), o telescópio Hubble (vermelho, verde e azul) e um aparelho da Fundação Nacional da Ciência (rosa). Assim, cientistas conseguiram fotografaram o aglomerado MACS J0717 a cerca de 5,4 bilhões de anos luz de distância da Terra. A técnica permitirá novos estudos do fenômeno Nasa/CXC/SAO/van Weeren/STS/NRAO/VLA

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9.mar.2016 - Em agosto de 2015 a Nasa divulgou rascunho da sonda InSight JPL-Caltech/ Nasa/ AP

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7.mar.2016 - BERÇÁRIO DE ESTRELAS - Astrônomos da Universidade Federal do RJ afirmam que, mesmo sendo pequenas, as galáxias anãs têm um papel importante no cosmo como formadoras de estrelas. Apesar de ter menos de um bilhão de estrelas, enquanto galáxias como a Via Láctea têm 100 bilhões, cientistas descobriram que as galáxias anãs são os principais berçários estelares. Os pesquisadores detectaram um gás associado à formação estelar no aglomerado de Virgem (em vermelho na imagem) e provaram que como a distribuição é mais concentrada nas galáxias anãs, elas geram novas estrelas por centenas de milhões de anos, sendo as maiores responsáveis pela criação de novas estrelas Sloan Digital Sky Survey/ Valongo Observatory

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3.mar.2016 - Astrônomos da Universidade de Yale encontraram a galáxia mais distante que se tem notícia na ciência Reprodução

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2.mar.2016 - Esta foto disponibilizada pelo Observatório Europeu do Sul e tirada por um telescópio no Chile pode ajudar a solucionar o mistério de como surgem as estrelas. Astros maiores e mais maciços que nosso Sol queimam seu material e exibem cor azulada. Neste processo, emitem radiação ultravioleta, que faz brilhar em vermelho as nuvens de gás e poeira, como visto na foto. A mais brilhante das nuvens está na constelação de Norma, estudada por cientistas para descobrir como se formam estrelas Observatório Europeu do Sul/AFP

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2.mar.2016 - Após passar um ano no Espaço, o astronauta Scott Kelly voltou à Terra. Da Estação Espacial Internacional, Scott compartilhou imagens fantásticas de nosso planeta via Twitter e Instagram, além de vídeos mostrando a rotina no Espaço. Veja uma seleção de algumas das melhores fotos @Stationcdrkelly/Nasa

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2.mar.2016 - Da Estação Espacial Internacional, Scott compartilhou imagens fantásticas da Terra em suas contas de Twitter e Instagram, além de vídeos mostrando a rotina no Espaço @Stationcdrkelly/Nasa

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2.mar.2016 - A missão de Scott ajudará a Nasa a entender os efeitos em longo prazo de viver no Espaço. Seu irmão gêmeo, Mark Kelly, ficou 'de castigo' na Terra por um ano. A Nasa está pesquisando os irmãos para ver como o ano sem gravidade afeta o corpo humano. ("Natal em julho! Ótimo presente para meu 100º dia no espaço. Só faltam 250 - não que eu esteja contando", escreveu) @Stationcdrkelly/Nasa

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2.mar.2016 - A pesquisa é importante, já que uma viagem espacial a Marte levaria um ano. Na foto, cores da África @Stationcdrkelly/Nasa

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2.mar.2016 - Em outubro, Scott foi um dos dois astronautas a bordo da Estação a fazer uma 'caminhada espacial' - eles fizeram consertos e manutenção. A caminhada teve que ser adiada após Kjell Lindgren acionar o fornecimento de água de seu traje cedo demais. (#SpaceWalkSelfie Grande primeira caminhada espacial ontem. Prontos para a próxima") @Stationcdrkelly/Nasa

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2.mar.2016 - Viajando a mais de 340 km acima da Terra, a cerca de 27 mil km/h, Scott circunavegava o globo mais de 12 vezes por dia. Essa imagem mostra a vista da África @Stationcdrkelly/Nasa

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2.mar.2016 - Durante seu tempo na estação ele pôde fotografar várias locações geográficas como esta, sobre as Bahamas @Stationcdrkelly/Nasa

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2.mar.2016 - "Fotos como esta me deixam arrependido de não ter trazido minhas aquarelas para cá", escreveu Scott em 22 de novembro @Stationcdrkelly/Nasa

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2.mar.2016 - Em 29 de setembro, Kelly escreveu: "Minha cor preferida é azul. Mas é do verde que tenho mais saudade. #Nova Zelândia, você é tudo que eu esperava." @Stationcdrkelly/Nasa

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2.mar.2016 - Algumas imagens, como esta, de 11 de fevereiro, intrigaram os seguidores de Scott. "Postei esta foto na semana passada. Muitos perguntaram o que era.", disse ele. "A foto é da ponta oeste do deserto do Saara, na Mauritânia. Há um círculo de quartzito gigante chamado 'Estrutura Richat'. Tem cerca de 24 milhas de diâmetro. Essa protuberância vulcânica que nunca entrou em erupção foi nivelada pela erosão, gerando essa espécie de arte da Terra." @Stationcdrkelly/Nasa

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2.mar.2016 - Em 27 de agosto, Scott registrou uma das mais belas fotos de uma aurora boreal. "Dia 153. Dormir cedo antes da nossa viagem. Aurora e a lua. Boa noite da Estação Espacial", escreveu @Stationcdrkelly/Nasa

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2,mar.2016 - Ele comemorou o Halloween com outra foto espetacular do espetáculo de uma aurora. "Face sinistra da aurora, e outras cenas assustadoras da Estação Espacial do meu ano no espaço chegando até você. Feliz Halloween" @Stationcdrkelly/Nasa

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2.mar.2016 - A estrela de um dos primeiros posts de Scott foi o coelhinho da Páscoa. "O coelhinho veio visitar. #FelizPascoa da EEI" @Stationcdrkelly/Nasa

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Não surpreende que, na última noite de Scott, ele tenha postado uma foto da Terra. "Contagem regressiva. Terra: estou chegando amanhã", escreveu @Stationcdrkelly/Nasa

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2.mar.2016 - A nave Soyuz TMA-18M, com três astronautas a bordo, retornou nesta quarta-feira (2) à Terra procedente da Estação Espacial Internacional (ISS, sigla em inglês), informou o Centro de Controle de Voos da Rússia. Dos três integrantes da expedição, os russos Sergei Volkov e Mikhail Kornienko, e o americano Scott Kelly, os dois últimos permaneceram na ISS por 340 dias Kirill Kudryavtsev/AFP

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1º.mar.2016 - O astronauta Scott Kelly registra o nascer do sol a partir da Estação Espacial Internacional (ISS) Scott Kelly/Nasa

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Galáxia ao centro foi origem de explosão misteriosa de ondas de rádio J. Cooke Swinburne

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23.fev.2016 - Meteoro cai na Terra iStock

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10.fev.2016 - Representação artística das galáxias descobertas por astrônomos ao redor da Via Láctea Divulgação/ICRAR

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TERRA PARADA - Neste modelo geocêntrico feito 300 anos a.C., na Grécia, a Terra aparece imóvel no centro do Universo. No modelo físico do cosmos desenvolvidos por Aristóteles (384 a.C. - 322 a.C.), o entorno é que giraria para formar a passagem das 24 horas Reprodução/Universidade de Montreal

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Neste sábado de carnaval, virada do dia 6 para o dia 7, o céu noturno irá proporcionar um imperdível desfile de todos os planetas visíveis a olho nu Reprodução

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27.jan.2016 - O astronauta inglês Tim Peake, que mora na ISS (Estação Espacial Internacional), postou em seu Twitter o momento em que passou por Moscou, na Rússia. A imagem registrou a quantidade de neve que cobre a cidade e o evento da aurora boreal ESA/ Nasa

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23.jan.2016 - Esta foto espetacular tirada pelo astronauta britânico Tim Peake mostra o encontro entre uma aurora e o nascer do Sol. A imagem foi postada por Peake em sua conta no Twitter: ?quando a aurora encontra o nascer do Sol!?, escreveu Reprodução/Twitter

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ANÉIS DE SATURNO - Nesta representação de 1655, feita por Christiaan Huygens, foram identificados os anéis de saturno, citados pela primeira vez em 1610, após a invenção do telescópio de Galileu. Compostos principalmente de gelo, os anéis contêm inúmeras partículas, grandes e pequenas, que orbitam o planeta em um plano horizontal. Júpiter, Netuno e Urano têm aneis ao seu redor, mas estes não são visíveis Reprodução/Wikispaces

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NETUNO - Após a descoberta de Urano, astrônomos começaram a fazer cálculos e perceberam que outro corpo celeste poderia estar causando perturbações gravitacionais no planeta. Em 1846, os astrônomos Johann Gottfried Galle (1812-1910) e seu assistente Heinrich Louis D'Arrest (1822-1875), ambos do Observatório de Berlim, encontraram Netuno, o oitavo planeta em ordem de distância ao Sol e o quarto em tamanho Reprodução/ Biblioteca do Congresso EUA

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MAPA DAS ESTRELAS - Os povos antigos, como os gregos e os babilônios, já conheciam as constelações e identificavam-as com "cartas celestes". O mapa registrava a localização de estrelas conhecidas naquela época. Desde então, muitas outras foram feitas e atualizadas, como esta da foto, feita pelo cartógrafo holandês Frederik de Wit, no século 17. Atualmente é possível ver alguns mapas em aplicativos de celular Reprodução/Wikimedia Commons

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Simulação computadorizada mostra suposto novo planeta encontrado por cientistas R. Hurt/Caltech

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A agência espacial americana (Nasa) apresentou nesta terça-feira (19) as fotos da primeira flor que cresceu na Estação Espacial Internacional (ISS) como parte de um experimento de dois anos para cultivar plantas no espaço Nasa/EFE

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19.jan.2016 - O astronauta britânico Tim Peak, a bordo da ISS (Estação Espacial internacional) fotografou as luzes do Cairo, no Egito. O contorno verde na Terra é efeito da atmosfera. A foto foi publicada no perfil de Peak no Twitter Tim Peak/Twitter

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MISTÉRIO DO "VAZIO" NO ESPAÇO REVELADO? - O observatório espacial Herschel, operado pela Agência Espacial Europeia, mostrou o que há na área "vazia" da nossa galáxia. De acordo com a agência, o "meio interestelar" preenche os buracos entre as estrelas em nossa galáxia. Este espaço contém um misto de nuvens moleculares (parte mais densa), gases frios e quentes, regiões de hidrogênio com carga elétrica, além de outras substâncias. Na foto, é possível ver no canto superior direito, bastante iluminado, o Serpens Core, o coração de uma nuvem molecular gigante, que contem 10 milhões de vezes a massa do Sol Divulgação/Agência Espacial Europeia

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18.jan.2016 - A terceira segunda-feira de janeiro é conhecida tradicionalmente como "Blue Monday", ou "o dia mais triste do ano", segundo estudo. Com tal pensamento, o astronauta Scott Kelly, que está longe da Terra, tentou animar quem sofre por aqui com o dia, postando esta estonteante foto do nascer do Sol. "Um pequeno nascer do Sol para iluminar sua 'Blue Monday'", postou o astronauta no Twitter Reprodução/Twitter

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CONSTELAÇÃO DAVID BOWIE - Cientistas fizeram uma homenagem para o cantor David Bowie, morto no início deste mês. Um grupo de estrelas em formato de raio ganhou o nome do artista britânico. A nomenclatura faz referência a uma famosa foto do ícone pop, conhecido por suas diferentes facetas. Agora, pode-se dizer que David Bowie não é apenas uma estrela, mas um conjunto delas Reprodução

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FLOR NO ESPAÇO - Astronautas da Estação Espacial Internacional (ISS) cultivaram com sucesso uma planta do tipo zinia no espaço. Em foto acima publicada no Twitter no último domingo (17), o astronauta Scott Kelly relata o momento em que o vegetal sai para tomar sol pela primeira vez. Dias antes, Kelly havia dito que era "a primeira flor cultivada totalmente no espaço", fato que gerou polêmica, pois há relatos de outros experimentos do tipo com sucesso anteriormente Reprodução/Twitter

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CINTURÃO DE KUIPER - Pouco depois da descoberta de Plutão, os astrônomos começaram a especular a existência de uma população de objetos além de Netuno. Em 1951, o astrônomo Gerard Peter Kuiper propôs a existência de objetos além de Plutão. A região onde esses objetos ficariam seria uma espécie de disco, onde estariam soltos e vagariam pelo Sistema Solar. A teoria foi confirmada em 1992 pelos pesquisadores David Jewitt e Jane Luu. A região recebeu o nome de Cinturão de Kuiper, em homenagem ao astrônomo NASA/JHUAPL/SwRI/Alex Parker

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Falha no pouso de foguete da SpaceX Reprodução/Twitter/SpaceX

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18.jan.2016 - Pouso de foguete da SpaceX Reprodução/Twitter

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16.jan.2016 - A primeira flor cultivada no espaço é apresentada ao público Reprodução/Twitter

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NONO PLANETA - Em 1906, Percival Lowell, fundador do Observatório Lowell, iniciou um grande projeto de procurar um possível nono planeta no Sistema Solar, que ele chamou de Planeta X. O cientista morreu em 1916 sem identificar o planeta, embora o tenha fotografado duas vezes. A busca foi paralisada até 1929. Em 1930, Clyde Tombaugh, após um ano de pesquisas, confirmou a existência do que viria a ser Plutão Reprodução/Pics About Space

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14.jan.2016 - Astrônomos descobriram a supernova mais brilhante já detectada na história do universo. A descoberta foi feita em junho do ano passado pelo ASAS-SN (All Sky Automated Survey for SuperNovae), um sistema de oito pequenos telescópios colocados em dois locais, no Havaí (EUA) e no Chile, capaz de escanear o céu inteiro a cada dois ou três dias. Chamada de ASAS-SN-15lh, a supernova é milhares de vezes mais brilhante do que uma supernova normal e brilha 50 vezes mais do que a Via Láctea. Nas últimas décadas, os astrônomos têm visto surgir uma nova classe rara de explosões, são supernovas superluminosas - as vezes denominada de hipernova Jin Ma/Beijing Planetarium/Science

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11.jan.2016 - Imagem divulgada pela Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) mostra como ficou o relevo de parte do planeta vermelho quando gelo de dióxido de carbono erodiu no solo, evento que costuma acontecer a cada primavera. Dois tipos de alterações de solo foram registrados, as depressões e desgastes que foram apelidados de ?aranha? Nasa/ JPL-Caltech/University of Arizona

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4.jan.2016 - A sonda espacial Cassini-Huygens tirou uma fotografia do que parecia ser um par de satélites de Saturno, mas na verdade era um trio. A imagem mostra claramente Enceladus (acima dos anéis) e Rhea (abaixo). Porém, de acordo com a Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), Atlas também está na foto e pode ser encontrado logo acima e a à esquerda de Rhea. A imagem foi tirada de uma distância de aproximadamente 2,8 milhões de quilômetros de Rhea e 2,1 km de distância de Enceladus, e 2,4 milhões de km de Atlas Divulgação/ Nasa

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8.jan.2016 - A galáxia espiral NGC 4845, localizada a mais de 65 milhões de anos-luz de distância, na constelação de Virgem, foi registrada pelo telescópio espacial Hubble, da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana). A orientação da galáxia revelou claramente sua estrutura impressionante, formada por um disco achatado, poeira machada e um bojo galáctico brilhante. O centro brilhante da galáxia hospeda um grande buraco negro, conhecido como supermassivo. Os cientistas estudam o comportamento das estrelas próximas ao buraco negro supermassivo para estimar a massa do buraco, que se estima ser centenas de milhares de vezes mais pesado que o Sol Hubble/ Nasa/ ESA/ S. Smartt (Queen's University Belfast)

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11.jan.2016 - Um meteoro foi registrado em uma foto no observatório La Silla, do ESO (Observatório Europeu do Sul), no deserto do Atacama, Chile. A fotografia impressionou amantes de astronomia por juntar com perfeição imagens do espaço e da Terra, mostrando as estrelas e o rastro de luz esverdeado do meteoro Geminid, além de montanhas e as cúpulas do observatório. O ESO afirmou que o céu escuro e o ar limpo do Atacama tornam o local ideal para observações astronômicas B. Tafreshi/ ESO

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11.jan.2016 - Após morte de David Bowie, Nasa divulga imagem da órbita de asteroide batizado em homenagem ao músico Divulgação/Nasa

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11.jan.2016 - A parte mais iluminada da imagem é Tóquio e as luzes brancas à esquerda são barcos de pesca. A foto foi feita da ISS (Estação Espacial Internacional, sigla em inglês) pelo astronauta britânico Tim Peake e postada por ele na sua conta de Twitter ESA/NASA/Tim Peake

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URANO - Em 1781, com a evolução dos telescópios, o músico e astrônomo William Herschel (1738-1822) percebeu a existência de um corpo estelar ainda não identificado. Tratava-se de Urano. Ele também usou o telescópio para perceber a forma elíptica da nossa galáxia, a Via Láctea, como podemos ver nesta imagem Reprodução/new-universe.org

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GEOCENTRISMO - Por volta do século 2 d.C, o pesquisador grego Claudius Ptolomeu criou uma teoria, baseada em fórmulas matemáticas, que dizia que a Terra seria o centro do Universo, e a Lua, o Sol e planetas como Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno giravam ao redor. Na época, acreditava-se que o Sol e a Lua também eram planetas Reprodução/Wikimedia Commons

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HELIOCENTRISMO - Nesta ilustração, feita em 1646 pelo cartógrafo Andreas Cellarius, traz uma representação já baseada no modelo matemático proposto pelo astrônomo polonês Nicolau Copérnico (1473-1543) em 1514. Muito antes da invenção da luneta, Copérnico calculou as distâncias dos planetas e foi o primeiro a colocar o Sol no centro, com os demais corpos celestes --tudo isso a partir de observações do céu feitas a olho nu Reprodução/Wikimedia Commons

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31.dez.2015 - A câmera Osiris, da sonda Rosetta, fotografa o cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko, a 79,6 km de distância do núcleo do astro ESA/Rosetta

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31.dez.2015 - Enquanto na Terra a humanidade celebrava o início de uma nova volta em torno do Sol, com o início do ano de 2016, a câmera Osiris, da sonda Rosetta, fotografava o cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko, a 80,2 km de distância do astro ESA/Rosetta

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28.dez.2015 - Foguete chinês é lançado com o satélite Gaofen-4, em Xichang, no sudoeste da China. Lançamento ocorreu já na madrugada local do dia 29 de dezembro. O foguete carrega o mais sofisticado satélite de observação da China, como parte do projeto do país de observação da Terra em alta definição Xoe Yubin/Xinhua

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17.dez.2015 - Astrônomos amadores acompanham na Paraíba a maior chuva de meteoros do ano Anna Letícia Silva/ Reprodução

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17.dez.2015 - Astrônomos amadores acompanham na Paraíba a maior chuva de meteoros do ano Marcelo Zurita/ Reprodução

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PRIMEIRO NATAL NO ESPAÇO - O astronauta britânico Tim Peake acena para equipe antes de lançamento de foguete no cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão. Ele partiu do local a bordo da nave russa Soyuz TMA-19M nesta terça-feira (15), rumo à ISS (Estação Espacial Internacional). Peak é o primeiro astronauta britâncio a integrar a tripulação da ISS. Também viajam na Soyuz o astronauta americano Tim Kopra e o cosmonauta russo Yuri Malenchenko. Tim Peake também vai se tornar a primeira pessoa a correr a Maratona de Londres do espaço, em uma versão adaptada da corrida, em abril de 2016 Kirill Kudryavtsev/AFP

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LUZ DE RAIO-X - A imagem mostra parte do Buraco Lockman, um aglomerado de galáxias permeadas de gás quente que brilham através de raios-X. A luz lançada por algumas destas galáxias demoraria oito bilhões de anos para chegar até nós. A imagem foi captada pela sonda XMM-Newton, gerenciada pela Agência Espacial Europeia G. Hasinger/XMM-Newton/ESA

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12.dez.2015 - Fotógrafo prepara-se para tirar fotos da chuva de meteoros Gemínideas no Valle Maira, em Cuneo, na Itália Marco Bertorello/AFP

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11.dez.2015 - Cápsula de astronautas fica avariada após entrada na atmosfera e choque com o terreno no Cazaquistão. Após 141 dias no espaço, astronautas Kjell Lindgren (Estados Unidos), Oleg Kononenko (Rússia) e Kimiya Yui (Japão) retornaram bem ao planeta. Missão de resgate conseguiu localizar os três viajantes, que completaram sem ferimentos a jornada AFP

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11.dez.2015 - Imagem capturada pelo satélite Sentinel-2ª, da ESA (Agência Espacial Europeia), mostra os alpes Les Deux, na França, com teleféricos funcionando até 3600 m. Localizado perto da maior montanha da Europa, Mont Blanc é segunda mais antiga estância de esqui do país. A área cinza no canto superior esquerdo é a cidade de Grenoble. As cores acastanhadas representam as partes das montanhas, sem vegetação ou assentamentos. A vila de Le Bourg-d'Oisans é claramente visível no centro da imagem, com parcelas agrícolas em torno dele Copernicus Sentinel/ESA

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10.dez.2015 - Já com saudades do espaço, astronauta Kjell Lindgren postou fotos em seu Twitter de seu último dia na Estação Espacial Internacional. Imagens mostram beleza da Terra vista de cima Reprodução/Twitter

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10.dez.2015 - Fotografia impressionante do astronauta Kjell Lindgren, em seu último dia na Estação Espacial Internacional, mostra a Terra vista do Espaço. Em meio a escuridão, uma estrela ilumina parte do planeta: "aproveitem a vista", desejou, para os próximos viajantes Reprodução/Twitter

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9.dez.2015 - Astrônomos começaram a solucionar os misteriosos pontos brilhantes do planeta anão Ceres. As fotos tiradas pela sonda Dawn desde o ano passado mostraram trechos iluminados no planeta que intrigaram a comunidade científica. As primeiras pistas encontradas pela equipe é que há traços de evaporação de água na cratera iluminada e que os sinais brilhantes não têm ligação com vida alienígena - os pontos luminosos seriam contraste da escura superfície do planeta Nasa

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7.dez.2015 - A Nasa (agência espacial norte-americana) revelou imagem histórica de 7 de dezembro de 1972, capturada pela tripulação da Apollo 17 a caminho da Lua. Foi a primeira foto registrada em todos os tempos da calota polar sul. Ainda é possível ver boa parte da África e da Península Árabe NASA

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25.nov.2015 - DANÇA NO ESPAÇO - Uma galáxia curiosa, oficialmente conhecida por 2MASX J16270254+4328340, foi fotografada pelo telescópio espacial Hubble fazendo a "dança da fusão galáctica". O que acontece é que a galáxia se fundiu com outra, deixando uma névoa fina feita de milhões de estrelas, que se mexem e criam uma longa cauda. O "tango gravitacional" foi registrado pelo telescópio no momento de conclusão do evento. Essa galáxia está caminhando para sua velhice, com seus dias de formação de estrelas chegando ao fim. À medida que a força da colisão das galáxias diminuir, as estrelas ficarão avermelhadas e começarão a esfriar e escurecer uma por uma ESA / Nasa/ Hubble

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18.11.2015 - Imagem registrada pela câmera da sonda norte-americana Cassini revela Dione (primeiro plano) e Enceladus (ao fundo), luas do planeta Saturno. Apesar dos dois satélites possuírem o mesmo material, Enceladus tem refletividade bem maior do que Dione. Assim, parece mais brilhante contra o céu escuro da noite. Divulgação /Nasa

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17.nov.2015 - GALÁXIAS DESCOBERTAS - Uma equipe de pesquisadores localizou um grupo de galáxias gigantes que estavam escondidas entre poeira e que existem desde os primórdios do Universo. Na imagem, elas são representadas com pequenos círculos vermelhos. Usando o telescópio VISTA, do ESO (Observatório Europeu do Sul), os astrônomos analisaram desde dezembro de 2009 a mesma região do céu, buscando por essas galáxias, que são muito distantes da Terra e menos brilhantes, ficando pouco visíveis. Com o mapeamento do céu foram encontradas 547 novas galáxias massivas, a maior amostra já reunida deste tipo de galáxia. A descoberta é importante, pois contar galáxias permite que cientistas testem teorias sobre a formação e evolução galática. "Encontramos evidências das galáxias gigantes até cerca de um bilhão de anos após o Big Bang, estamos confiantes que esta é a época em que as primeiras se formaram," conclui Henry McCracken, co-autor do artigo científico que descreve os resultados ESO/ UltraVISTA

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13.nov.2015 - Imagem capturada pelo satélite Sentinel-2A da ESA (Agência Espacial Europeia) mostra a cidade de Qingdao e seus arredores, na província de Shandong, leste da China. Devido ao instrumento de alta resolução multiespectrais do satélite, podemos distinguir claramente os barcos entrando e saindo da baía, junto com a impressionante ponte Jiaozhou Bay, de 26,7 km de comprimento, listada no Guinness como a mais longa a passar por cima da água. O Sentinel-2A registra imagens de resolução de imagem para monitorização da Terra, cobrindo vegetação, solo e cobertura de água, vias navegáveis interiores e áreas costeiras ESA

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NOVO VIZINHO ? Cientistas descobriram um exoplaneta rochoso, chamado GJ 1132b, orbitando uma pequena estrela a apenas 39 anos-luz de distância da Terra, e com tamanho semelhante ao do nosso planeta. Exoplaneta é o nome dado para os planetas que orbitam uma estrela que não seja o Sol, pertencendo então a um sistema planetário distinto do nosso. O GJ 1132b é o exoplaneta mais próximo e mais parecido com a Terra já encontrado. Ele está três vezes mais perto do nosso planeta do que qualquer outro exoplaneta e é 16% maior do que a Terra. Embora seja muito quente para ter vida, cerca de 260°C, o GJ 1132b empolga cientistas por permitir pela primeira vez estudos mais detalhados sobre tais planetas. Pelas altas temperaturas, os pesquisadores já especulam que as características dele sejam mais parecidas com as de Vênus do que com as da Terra Dana Berry/ Nasa

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10.nov.2015 - Foto de satélite registra a tempestade tropical Kate (ao centro) no Oceano Atlântico. A tempestade ganhou força nesta terça-feira (10), mas ainda está se movendo longe da terra, então não representa uma ameaça para as Bahamas, segundo meteorologistas dos Estados Unidos. O Centro Nacional de Furacões de Miami afirmou que os ventos da tempestade rumam para alcançar cerca de 110 km/h, podendo atingir a força de um furacão AFP

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10.nov.2015 - Foto de satélite da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) registra a tempestade tropical Kate passando pelo Oceano Atlântico. Kate, a 11ª tempestade tropical da temporada de furacões na Bacia Atlântica, se afasta das Bahamas, segundo o Centro Nacional de Furacões (NHC) dos Estados Unidos. Os meteorologistas do NHC indicaram que o "centro de Kate permanecerá afastado da costa leste dos EUA e norte das Bermudas", e previram um "fortalecimento adicional de Kate nas próximas 48 horas", período em que a tempestade "pode se transformar em furacão na quarta-feira (11)" Nasa/ AFP

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4.nov.2015 - PREVISÃO DE CALOR - Uma equipe de astrônomos do Observatório Europeu do Sul (ESO) no Chile conseguiu identificar pela primeira vez como está o tempo em um planeta fora do nosso Sistema Solar. No PSO J318.5-22, a previsão é que o clima seja nublado e quente, com tempestade de poeira e chances de chuvas, mas chuva de ferro. Os pesquisadores usaram centenas de imagens infravermelhas do planeta, que é um gigante gasoso como Júpiter, para descobrir que o PSO J318.5-22 está girando a cada cinco horas e tem várias camadas de nuvens, grossas e finas, com temperaturas de cerca de 800ºC. Com a técnica, a equipe pretende criar boletins meteorológicos para gigantes gasos e, um dia, para planetas rochosos como a Terra MPIAV.CH.QUETZ

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31.out.2015 - ZUMBI SE APROXIMA DA TERRA - Um cometa que tem sido chamado de "zumbi" por conta do Dia das Bruxas está em deslocamento pelo espaço e deve passar perto da Terra por volta das 15h deste sábado (31), horário oficial de Brasília, segundo cálculos de especialistas da Nasa NAIC-Arecibo/NSF

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28.out.2015 - A BRUXA VEM AÍ? - O pequeno ponto preto bem no centro na foto é o asteroide 2015 TB145, que se aproximará da Terra no dia 31 de outubro, o Dia das Bruxas. Felizmente, ele passará a cerca 480.000 km, distância pequena em escala cósmica, mas que não representa perigo de impacto. A imagem foi feita pelo telescópio da estação terrestre da ESA, a Agência Espacial Europeia, em Tenerife, nas Ilhas Canárias ESA

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28.out.2015 - NOVAS MORADORAS DA VIA LÁCTEA - Os astrônomos do ESO (Observatório Europeu do Sul) descobriram um novo componente na Via Láctea com a ajuda do telescópio VISTA, que fica no Observatório do Paranal, no Chile. Ao mapear a localização de uma classe de estrelas que variam em brilho, chamadas Cefeidas, os pesquisadores encontraram um disco fino de estrelas jovens nunca visto antes enterrado em espessas nuvens de poeira. "O estudo é uma demonstração poderosa das capacidades do telescópio para investigar regiões extremamente obscuras", diz Istvan Dékány, autor da pesquisa. Os cientistas seguem investigando a região para compreender as propriedades da descoberta. A imagem de uma estrela amarela mostra onde as Cefeidas estão localizadas na Via Láctea, e os pontos vermelhos são onde estão as estrelas recém descobertas ESO/Microsoft Worldwide Telescope

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26.out.2015 - A Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) divulga imagem da galáxia espiral Messier 94, que fica a cerca de 15 milhões anos-luz de distância da Terra, na direção da constelação dos Cães de Caça. A Messier 94 é uma das chamadas galáxias starburst, nome dado para aquelas que atravessam um processo intenso e contínuo de formação estelar Nasa/ ESA/ AFP

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23.out.2015 - Em imagem feita da Estação Espacial Internacional é possível ver o furacão Patricia se aproximando da costa oeste do México. A tempestade atingiu a categoria 5, a mais alta na escala de Saffir-Simpson, o que levou o governo mexicano a declarar estado de "emergência extraordinária" em vários municípios da costa do oceano Pacífico Nasa/ Reuters

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22.out.2015 - Representação artística de duas estrelas de alta massa em pleno processo de fusão, prestes a se tornar uma só. O cientista brasileiro Leonardo Almeida liderou a equipe internacional que fez a descoberta Divulgação/Observatório Europeu do Sul

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16.out.2015 - Imagem registrada pela sonda New Horizons mostra a planície gelada de Plutão, chamada de Sputnik Planum. As cores aparecem através do registro infravermelho. A região é rica em nitrogênio, monóxido de carbono e hidrato de metano. De acordo com os cientistas, Plutão contém uma rica variedade de cores em sua superfície. Em regiões mais altas ele é mais claro e azul. "Fiquei espantada ao ver as cores da superfície e a diversidade geológica", disse Silvia Protopapa, cientista assistente de pesquisa em astronomia na Universidade de Maryland e parte da equipe da New Horizons AFP

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16.out.2015 - O satélite Sentinel 2A da ESA (Agência Espacial Europeia) registrou imagens dos recifes de corais do Mar Vermelho ao largo da costa da Arábia Saudita. A água em azul mais claro na imagem é mais rasa do que a que aparece em mais escuro. O Mar Vermelho encontra-se em uma falha que separa dois blocos da crosta terrestre - as placas árabes e africanas. Normalmente, o Mar Vermelho tem uma coloração azul-esverdeada. Quando algas se formam ao redor e morrem, elas voltam ao mar em uma cor marrom-avermelhada ESA

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9.out.2015 - A ilha dos Açores foi fotografada do espaço pelo satélite da ESA (Agência espacial europeia) Sentinel-1A. A ilha tem 55 quilômetros de comprimento e lá vivem cerca de 15 mil pessoas. O satélite da ESA está em órbita desde abril de 2014 para monitorar o ambiente marinho e mapear a superfície da Terra, entre outras aplicações ESA/Divulgação

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9.out.2015 - O astronauta da Nasa Scott Kelly registrou imagens do amanhecer da Estação Espacial Internacional. Em sua conta no Twitter, Kelly escreveu: "A dose matinal diária de aurora para ajudar acordar Nasa

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7.out.2015 - Imagens captadas por telescópios da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) e do ESO (European Southern Observatory) revelam estruturas nunca antes observadas em um disco de poeira que rodeia a estrela AU Miscroscopii. Ao todo são cinco arcos, que lembram pequenas ondas que se propagam em uma poça d?água e movem-se rapidamente, em uma velocidade de cerca de 40 mil km/h ESO, NASA & ESA

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2.out.2015 - Ver a aurora boreal diariamente é uma das vantagens de estar no espaço. "Uma dose de aurora boreal pela amanhã ajuda a acordar", escreveu o astronauta Scott Kelly na postagem da foto no Twitter Scott Kelly/Reprodução Twitter

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5.out.2015 - Da ISS (Estação Espacial Internacional), o astronauta americano Scott Kelly publicou no Twitter uma foto de um vulcão na Nova Zelândia Reprodução/Scott J. Kelly/Twitter

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2.out.2015 - O astronauta Scott Kelly registrou as luzes da cidade de Chicago EUA a bordo da ISS (Estação Espacial Internacional). Ao fundo é possível ver a aurora boreal Scott Kelly/Reprodução Twitter

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2.out.2015 - O astronauta Scott Kelly, da Estação Espacial Internacional, registrou o momento em que o furacão Joaquim se aproxima das Bahamas Scott Kelly/ NASA

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1°.out.2015 - Furacão Joaquin é visto se aproximando das Bahamas em imagem de satélite capturada pela Agência Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês). Segundo a agência, o furacão atingiu ventos de 120 km por hora. Segundo meteorologistas, o furacão pode atingir a área metropolitana de Nova York na forma de uma tempestade tropical na terça-feira (6), e ameaça seguir o caminho do devastador furacão Sandy de 2012 Noaa/ AP

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1º.out.2015 - Imagem de satélite capturada pela Agência Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês) mostra o furacão Joaquim movendo-se na região das ilhas Turk e Caicos. O Joaquim é um poderoso furacão de Categoria 3 com ventos de cerca de 195 km/h e está localizado no oceano Atlântico perto das Bahamas, de acordo com relatório do Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos Weather Underground/ AP

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Céu do mês de outubro Getty Images

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28.set.2015 - O satélite indiano PSLV-C30 decola do Centro Espacial Satish Dhawan, em Sriharikota, sul da Índia Arun Sankar/AP

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28.set.2015 - As marcas escuras e estreitas, de cerca de 100 m de comprimento por 5 m largura, foram registradas pela sonda MRO em Marte. Cientistas da Nasa, a agência espacial norte-americana, acreditam que os leitos provam que existe água líquida e corrente no planeta Universidade do Arizona/ NASA/JPL

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28.set.2015 - A hipótese inicial, publicada na revista "Nature Geoscience", é de a água corre ali, nos dias de hoje, e forma as estrias. Os pesquisadores apostam ainda que a água é salgada, porque já foram encontrados sais hidratados nas marcas da cratera Hale Universidade do Arizona/ NASA/JPL

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28.set.2015 - Nesta imagem divulgada pela Nasa é possível ver as listras estreitas e escuras, onde os cientistas acreditam que a água em estado líquido flui atualmente Universidade do Arizona/ NASA/JPL

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28.set.2015 - Imagens de alta resolução mostraram que as estrias aparecem nas encostas da cratera durante as estações quentes e alongam-se para, em seguida, desaparecerem durante as estações mais frias. A variação de temperatura sugere que elas sejam feitas por água líquida Universidade do Arizona/ NASA/JPL

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28.set.2015 - Imagens divulgadas pela Nasa mostram marcas estreitas e escuras nas encostas de Coprates Chasma, região equatorial de Marte. De acordo com os cientistas, as listras seriam formadas por água em estado líquido que descem pela encosta marciana. A água seria salgada, porque já foram descobertos sais hidratados nas estrias Universidade do Arizona/ NASA/JPL

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28.set.2015 - Cientistas identificaram estrias de 100 metros de comprimento em Marte que teriam sido formadas por água corrente nos dias de hoje. Eles usaram imagens da sonda Sonda MRO, que está em órbita do planeta vermelho, para analisar se as listras mais escuras que aparecem na foto mostram onde ficam essas estrias recorrentes que fluem no planeta Universidade do Arizona/ NASA/JPL

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25.set.2015 - O astronauta da Nasa (Agência Espacial dos EUA) Scott Kelly fotografou o rio Nilo durante um sobrevoo noturno em 22 de setembro de 2015, cuja imagem foi divulgada hoje. Ele e uma equipe de astronautas estão em missão de um ano na Estação Espacial Internacional. "Dia 179. O Nilo à noite é uma bela vista para estes olhos doloridos. Boa noite da estação espacial", escreveu em seu twitter Scott Kelly/Nasa

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25.set.2015 - O satélite Sentinel 2A, da Esa (Agência Espacial Europeia), mostra a capital grega Atenas e arredores. A cidade aparece na parte acinzentada, apoiada por montanhas esverdeadas em sua borda oriental. O Aeroporto Internacional de Atenas pode ser visto mais a leste, cercado por campos agrícolas, que são retratados em tons de avermelhados Esa

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23.set.2015 - A iluminação elétrica se somou ao "brilho da lua" sobre a Itália, nesta foto de "boa noite" publicada por Scott Kelly, astronauta da Nasa (Agência Espacial Norte Americana) Scott Kelly/Twitter

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NEBULOSA ROSA - Uma nova imagem cor de rosa da região da nebulosa conhecida como Messier 17 foi tirada por um telescópio de mais de dois metros que fica no observatório de La Silla, no Chile. A foto é uma das mais nítidas já registradas da região e mostra toda a nebulosa, revelando seu tamanho total, além de nuvens de gás, poeira e estrelas recém nascidas ESO

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22.set.2015 - Nesta imagem feita na China, o astronauta da Nasa (Agência Espacial Norte Americana) Scott Kelly comparou a paisagem a uma obra de arte da Terra Scott Kelly/Reprodução Twitter

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21.set.2015 ? A Nasa (Agência Espacial Norte-americana) divulgou imagens em alta resolução de Plutão tiradas pela nave New Horizons que mostram, na parte mais clara, a planície gelada do solo e, na parte escura da foto, um terreno com montanhas, crateras, possíveis dunas e outras formações geológicas enigmáticas NASA/Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory/Southwest Research Institute

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21.set.2015 - O astronauta da Nasa Scott Kelly tirou essa foto a bordo da ISS (Estação Espacial Internacional) que mostra grande parte dos Estados Unidos nas primeiras horas da manhã. Ele compartilhou a imagem no Twitter e escreveu "Céu limpo sobre grande parte dos EUA hoje. Bom dia da Estação Espacial" Scott Kelly/Nasa/AFP

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21.set.2015 ? A Nasa (Agência Espacial Norte-americana) divulgou imagens que mostram como veríamos Plutão se estivéssemos a 1.800 quilômetros do planeta anão. As fotos foram feitas pela nave New Horizons, que passou por Plutão no dia 14 de julho deste ano. Os cientistas se surpreenderam com a complexidade da superfície do planeta anão, que conta com planícies e regiões montanhosas NASA/Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory/Southwest Research Institute

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21.set.2015 ?A Nasa (Agência Espacial Norte-americana) divulgou um mosaico de imagens em alta resolução de Plutão que foram tiradas pela nave New Horizons no dia 14 de julho. A fotografia mostra a região clara de planície gelada, que foi apelidada de Sputnik Planum NASA/Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory/Southwest Research Institute

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21.set.2015 ? No centro desta imagem, que mostra 470 quilômetros da superfície de Plutão, aparece uma região montanhosa que ainda não foi compreendida por inteiro pelos cientistas. Ao lado do desnível no solo há a planície gelada do planeta anão chamada de Sputnik Planum NASA/Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory/Southwest Research Institute

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18.set.2015 - O astronauta da Nasa (Agência Espacial Norte America) Scott Kelly mostra ilhas de Bahamas que "nunca deixam de impressionar" Scott Kelly/Reprodução Twitter

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18.set.2015 - O astronauta da Nasa (Agência Espacial Norte America) Scott Kelly mostra Nova York (EUA) vista do espaço. Em sua conta no Twitter, Kelly comentou: "NYC nunca me cansa" Scott Kelly/Reprodução Twitter

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18.set.2015 - A premiação de "Melhor Fotógrafo de Astronomia do Ano" divulgou seus vencedores. As fotos vão de fenômenos cintilantes no céu noturno até paisagens estreladas a anos-luz de distância. Arikd Heitmann/ cortesia Astronomy Photographer of the Year/ National Maritime Museum

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18.set.2015 - Os vencedores foram selecionados entre milhares de candidatos amadores e profissionais do mundo inteiro em 11 categorias Paolo Procellana/ cortesia Astronomy Photographer of the Year/ National Maritime Museum

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18.nov.2015 - A vencedora geral foi essa foto de Luc Gamei, que registrou o eclipse solar de 20 de março deste ano visto de Svalbard, na Noruega Luc Jamet/ cortesia Astronomy Photographer of the Year/ National Maritime Museum

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18.set.2015 - A competição recebe muitas fotos de aurora e, por conta disso, há uma categoria só para elas. Jamen Percy foi a vencedora com essa foto feita no Abisko National Park, em Lapland, na Suécia. Jamen Percey/ cortesia Astronomy Photographer of the Year/ National Maritime Museum

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18.set.2015 - Essa foi a vencedora da categoria "Our Moon" e foi tirada por András Papp, da Hungria András Papp/ cortesia Astronomy Photographer of the Year/ National Maritime Museum

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18.nov.2015 - Essa foto, tirada por David Wrangborg, foi a segunda colocada na categoria "Our Sun" e também é do eclipse solar de março deste ano, mas mostra o segundo 'anel de diamante, no fim do eclipse. David Wrangborg/ cortesia Astronomy Photographer of the Year/ National Maritime Museum

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18.set.2015 - Um dos juízes da competição - o comediante, impressionista e astrônomo amador, Jon Culshaw - descreveu essa imagem como "um momento maravilhoso registrado na hora certa". A foto foi tirada por Lefteris Velissaratos e é da Nebulosa do Coração quando o Cometa Jacques passava. Lefteris Velissaratos/ cortesia Astronomy Photographer of the Year/ National Maritime Museum

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18.nov.2015 - Indo muito além do nosso Sistema Solar, essa foto é de um aglomerado globular de milhões de estrelas antigas, todas juntas como uma nuvem de abelhas. A foto é intitulada "The Magnificent Omega Centauri", e foi tirada por Ignacio Diaz. Ignacio Diaz/ cortesia Astronomy Photographer of the Year/ National Maritime Museum

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18.set.2015 - Essa imagem ganhou a categoria "Galaxies". Mostra a M33 - uma das galáxias vizinhas - e foi tirada por Michael van Doorn Michael van Doorn/ cortesia Astronomy Photographer of the Year/ National Maritime Museum

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18.set.2015 - A vencedora da categoria juvenil "Young Astronomy" foi tirada por George Martin, de apenas 15 anos, e mostra o cometa Lovejoy George Martin/ cortesia Astronomy Photographer of the Year/ National Maritime Museum

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18.nov.2015 - Essa imagem, tirada por Sebastian Voltmer, ganhou um prêmio especial para fotos de escopos robóticos. Mostra o encontro bem próximo entre o Cometa Siding Spring e Marte. Escopos robóticos são equipamentos sofisticados - muitas vezes, funcionam como poderosos telescópios no céu noturno de observatórios Sebastian Voltmer/ cortesia Astronomy Photographer of the Year/ National Maritime Museum

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18.set.2015 - O prêmio "Sir Patrick Moore" para o "melhor estreante" é para fotógrafos que só estão há um ano tirando fotos do cosmos. David Tolliday foi o vencedor desse ano com uma imagem do Orion DT David Tolliday/cortesia Astronomy Photographer of the Year/ National Maritime Museum

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18.set.2015 - Tommy Eliassen foi muito elogiada na categoria People and Space. Foi feita em Hemnesberget, Nordland, na Noruega Tommy Eliassen/ cortesia Astronomy Photographer of the Year/ National Maritime Museum

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18.set.2015 - As fotos vencedoras do Insight Astronomy Photographer of the Year podem ser vistas no Royal Observatory Greenwich em Londres até junho de 2016. Todas as imagens são cortesia do Astronomy Photographer of the Year/ National Maritime Museum (Essa foto é intitulada Sunset Peak Star Trail e foi tirada por Chap Him Wong, que venceu a categoria People and Space) Chap Him Wong/cortesia Astronomy Photographer of the Year/ National Maritime Museum

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17.set.2015 - A Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) divulgou a imagem do pôr do Sol no horizonte de Plutão. O registro foi feito pela nave New Horizons e mostra, à direita, a planície gelada que foi nomeada de Sputnik Planum, e, à esquerda, as montanhas escarpadas de até 3.500 metros de altura Nasa

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17.set.2015 - A Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) divulgou imagens do Sol se pondo e iluminando as colinas e montanhas de Plutão. O registro feito pela nave New Horizons no dia 14 de julho, porém as fotos foram divulgadas nesta quinta-feira (17) Nasa

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17.set.2015 - A Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) divulgou imagens da região que foi apelidada de ?coração? de Plutão. A imagem feita pela nave New Horizon mostra a planície gelada de Plutão que fica ao lado esquerdo do ?coração? do planeta. Já o lado direito conta com uma região de terras altas que podem ser revestidas por gelo de nitrogênio, segundo os cientistas Nasa

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14.set.2015 - A Terra e a Lua foram fotografadas transitando juntas em torno do Sol. A imagem é deste domingo, mas foi divulgada pela Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) nesta segunda-feira. A borda da Terra pode ser vista na parte superior da imagem, o contorno do planeta aparece distorcido devido a sua atmosfera. Do lado esquerdo está a Lua, que aparece perfeitamente nítida por não ter atmosfera AFP/ Nasa

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12.set.2015 - Cosmonauta russo Gennady Padalka recebe atendimento médico pouco depois de aterrissar no Cazaquistão, após viagem de retorno da ISS. Padalka é a pessoa que mais tempo passou no espaço, com um total de 879 dias divididos em cinco missões, dois meses a mais que Sergei Krikalev, que ostentava o recorde anterior. Em sua última viagem, Padalka permaneceu na ISS durante seis meses Yuri Kochetkov/Reuters

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10.set.2015 - Imagem de satélite mostra tempestade de areia cobrindo o Oriente Médio. A tempestade de areia extemporânea varreu o Oriente Médio, cobrindo Beirute, Cairo e Damasco, e causando mortes e enviando centenas de outras pessoas para hospitais com problemas respiratórios Nasa/AP

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9.set.2015 - Scott Kelly, astronauta da Nasa (Agência Espacial Norte Americana), divulgou uma foto da Austrália vista da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) Scott Kelly/Reprodução Twitter

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8.set.2015 - Meteoro atravessa o céu em Lietzen, na Alemanha Patrick Pleul/EFE

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4.set.2015 - Imagem capturada pelo satélite Sentinel-2A da Esa (Agência Espacial Europeia) tirada da área de Uluru, no nordeste da Austrália, que surpreende pelas formações rochosas. O lago Amadeus é o país salgado da região. Possui 180 quilômetros de extensão e contém 600 milhões de toneladas de sal ESA

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2.set.2015 - Fotógrafos registram o lançamento da nave russa Soyuz TMA-18M, com três tripulantes a bordo - um russo, um dinamarquês e um cazaque, da base de Baikonur, no Cazaquistão, com destino à Estação Espacial Internacional (ISS). Kirill Kudryavtsev/AFP

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1º.set.2015 - ATMOSFERA - A atmosfera da Terra destaca-se contra a escuridão do espaço nesta foto feita pelo astronauta da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) Scott Kelly, a bordo da Estação Espacial Internacional. Painéis solares da estação podem ser vistos à direita da imagem Nasa

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28.ago.2015 - A imagem do cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko foi capturada em 22 de agosto pela câmera Osiris da sonda Rosetta a uma distância de 336 km do centro do cometa. A imagem foi divulgada nesta sexta-feira ESA/Rosetta

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28.ago.2015 - Pântanos e manguezais que protegem Nova Orleans do Golfo do México, nos Estados Unidos, ainda mostram evidências da ira do furacão Katrina, que atingiu a região em 29 de agosto de 2005. As zonas úmidas que circundam Delacroix, uma vila de pescadores, foi um dos lugares mais atingidos pelo furacão. Arrebentação, ventos fortes e uma potente tempestade transformaram a região em tapetes de grama morta e moveu sedimentos para outras áreas. O Katrina também ampliou drasticamente os lagos, incluindo o Léry e o Petit, assim como criou novos canais e áreas pantanosas. Nesta imagem feita do espaço em 2015 por um satélite da Nasa, a vegetação danificada voltou à sua cor normal, mas os cursos de água permanecem alargados Nasa

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24.ago.2015 - O astronauta da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) Scott Kelly fotografou o furacão Danny sobre o oceano Atlântico, diretamente da Estação Espacial Internacional. Danny passou de o primeiro furacão da temporada no Atlântico para uma depressão tropical, após atingir o Caribe com ventos máximos de 55 km/h. Espera-se que ele enfraqueça ainda mais nas próximas 48 horas Nasa/AFP

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24.ago.2015 - O observatório espacial Herschel da ESA (Agência Espacial Europeia) registrou uma intensa movimentação no coração da nuvem cósmica conhecida como Mon R2. Esta nuvem fica a cerca de 2.700 anos-luz de distância da Terra e está repleta de estrelas recém-formadas. No centro, 'bolhas' de hidrogênio ionizado se associam com estrelas recém-nascidas situadas nas proximidades. O gás é aquecido a uma temperatura de 10.000°C e rapidamente se expande. E as bolhas têm crescido ao longo de 100 mil a 350 mil anos. Este processo forma cavidades dentro da grande nuvem. E cada uma está associada a uma estrela com diferentes temperaturas e luminosidades. Essas estrelas podem ter muitas vezes a massa do Sol e costumam aparecer com uma tonalidade azul devido a sua alta temperatura. Os astrônomos descobriram que as bolhas quentes são envolvidas por vastas nuvens frias e um gás denso. Em contraste com o gás nas bolhas quentes, estas nuvens podem tem temperaturas tão baixas como -260° C ESA/Herschel

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13.ago.2015 - Esta série de imagens do cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko foi capturada pela câmera Osiris da sonda Rosetta em 12 de agosto de 2015, apenas algumas horas antes dele atingir o ponto mais próximo do Sol ao longo de sua órbita de 6,5 anos. As imagens foram feitas a uma distância de cerca de 330 km do cometa ESA/Rosetta

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13.ago.2015 - Meteoros riscam o céu acima das ruínas de um teatro romano em Acinipo, Espanha. A chuva de meteoros Perseidas ocorre anualmente e tem este nome por ser avistada da Terra próximo da constelação de Perseu Jon Nazca/Reuters

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13.ago.2015 - Meteoros riscam o céu próximo a um farol em Pilsum, noroeste da Alemanha. A chuva de meteoros Perseidas ocorre anualmente e tem este nome por ser avistada da Terra próximo da constelação de Perseu Matthias Balk/AFP

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13.ago.2015 - Meteoro atravessa o céu de Kaijiang, sudoeste da China. A chuva de meteoros Perseidas ocorre anualmente e tem este nome por ser avistada da Terra próximo da constelação de Perseu Zhang Ji/Xinhua

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13.ago.2015 - Observador aguarda a chuva de meteoros Perseidas, perto de Bobcaygeon, Ontario, Canadá. O evento ocorre anualmente e tem este nome por ser avistado da Terra próximo da constelação de Perseu Fred Thornhill/Reuters

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13.ago.2015 - Meteoros iluminam o céu durante a chuva Perseidas no sítio arqueológico de Maculje, na Bósnia. O evento ocorre anualmente e tem este nome por ser avistado da Terra próximo da constelação de Perseu Dado Ruvic/Reuters

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13.ago.2015 - Meteoros iluminam o céu durante a chuva Perseidas, em Saale, Alemanha. O evento ocorre anualmente e tem este nome por ser avistado da Terra próximo da constelação de Perseu Hendrik Schmidt/AFP

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13.ago.2015 - Casal observa a chuva de meteoros Perseidas no Parque Nacional Shenandoah, na Virgínia (EUA). O evento ocorre anualmente e tem este nome por ser avistado da Terra próximo da constelação de Perseu Griffin Moores/AP

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13.ago.2015 - Expectadores se reúnem para observar a chuva de meteoros Perseidas, em Bonn, Alemanha. O evento ocorre anualmente e tem este nome por ser avistado da Terra próximo da constelação de Perseu Volker Lannert/AFP

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13.ago.2015 - Meteoros iluminam o céu durante a chuva Perseidas, em Gemuend, Alemanha. O evento ocorre anualmente e tem este nome por ser avistado da Terra próximo da constelação de Perseu Oliver Berg/AFP

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13.ago.2015 - Fotógrafo prepara equipamento para registrar a chuva de meteoros Perseidas, em Cuneo, Itália. O evento ocorre anualmente e tem este nome por ser avistado da Terra próximo da constelação de Perseu Marco Bertorello/AFP

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12.ago.2015 - Meteoro cruza o céu de Springville, no Alabama. Nomeada por poder ser observada na constelação de Perseus, a chuva de meteoros Perseidas terá seu pico de atividade na madrugada do dia 13 para 14, com previsão de caírem mais de 100 meteoros por hora Mark Almond/AL.com/AP

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12.ago.2015 - A chuva de meteoros é visível a olho nu, porém é necessário estar em um local com céu limpo para conseguir enxergá-la. Fenômenos regulares, as chuvas acontecem diversas vezes por ano, sendo as de Leônidas e Perseidas as mais conhecidas Mark Almond/AL.com/AP

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12.ago.2015 - Chuva de meteoros Perseidas ilumina o céu de Cold Creek, em Nevada. (EUA). Observadores do espaço apostam em um belo espetáculo quando uma das mais famosas chuvas anuais de meteoros atingir seu ápice nesta quarta-feira (12). Pela primeira vez desde 2007, a chuva irá coincidir com a ausência de luar - o que favorece as condições de observação Ethan Miller/Getty Images/AFP

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12.ago.2015 - Chuva de meteoros Perseidas risca o céu da Bulgária, próximo as ruínas da basílica de St. Ilia. Uma das mais famosas chuvas anuais de meteoros, a Perseidas, deve atingir seu ápice na madrugada do dia 13 para 14 Nikolay Doychinov/AFP

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12.ago.2015 - Chuva de meteoros Perseidas risca o céu da Bulgária, próximo as ruínas da basílica de St. Ilia. Uma das mais famosas chuvas anuais de meteoros, a Perseidas, deve atingir seu ápice na madrugada do dia 13 para 14 Nikolay Doychinov/AFP

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12.ago.2015 - Meteoros são retratados em imagens de longa exposição em Ujue, norte da Espanha. Uma das mais famosas chuvas anuais de meteoros, a Perseidas, deve atingir seu ápice na madrugada do dia 13 para 14 Alvaro Barrientos/AP

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12.ago.2015 - Meteoro atravessa o céu de Kraljevine, na Bósnia-Herzegóvina. Uma das mais famosas chuvas anuais de meteoros, a Perseidas, deve atingir seu ápice na madrugada do dia 13 para 14 Dado Ruvic/Reuters

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11.ago.2015 - Meteoro ilumina céu escuro em fotografia tirada próximo à província de Burgos, no norte da Espanha. Pela primeira vez desde 2007, a chuva das Perseidas irá coincidir com a ausência de luar, o que favorece as condições de observação Cesar Manso/AFP

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11.ago.2015 - Meteoro corta o céu escuro em fotografia tirada próximo à província de Burgos, no norte da Espanha. A chuva de meteoros conhecida como Perseidas pode ser vista todo ano de 17 de julho a 24 de agosto, aproximadamente. As melhores oportunidades de visualização ocorrem no hemisfério Norte. No Brasil, as regiões mais ao norte possuem melhores condições de observação Cesar Manso/AFP

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11.ago.2015 - Homem caminha por colina enquanto meteoro corta o céu próximo a Villadiego, província de Burgos, no norte da Espanha. Observadores do espaço apostam em um belo espetáculo quando uma das mais famosas chuvas anuais de meteoros, a Perseidas, atingir seu ápice na madrugada do dia 13 para 14 Cesar Manso/AFP

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11.ago.2015 - Chuva de meteoros corta o céu ao fundo da silhueta de outdoor com a forma de um touro, em Córdoba, Espanha. Uma das mais famosas chuvas anuais de meteoros atinge seu ápice nesta quarta-feira (12). Alguns católicos referem-se às Perseidas como as "lágrimas de São Lourenço", já que 10 de agosto é a data do martírio do santo Manu Fernandez/AP

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11.ago.2015 - Meteoros "riscam" o céu em imagem feita em uma longa exposição de câmera em Obanos, norte da Espanha. A expectativa é que a chuva atinja a taxa de 100 meteoros por hora em seu pico. As Perseidas são pedaços do cometa Swift-Tuttle. Todos os anos, em agosto, a Terra cruza a órbita do cometa e a nuvem de detritos deixada pelo astro aparece no céu Alvaro Barrientos/AP

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11.ago.2015 - "Dia 136. Eu costumo imaginar Marte, especialmente quando a Terra tem essa aparência. Boa noite da ISS", postou o astronauta da Nasa Scott Kelly, a bordo da ISS (Agência Espacial Internacional, sigla em inglês) postou na sua conta no Twitter Reprodução/Twitter/@StationCDRKelly

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11.ago.2015 - O astronauta da Nasa Scott Kelly, a bordo da ISS (Agência Espacial Internacional, sigla em inglês) postou na sua conta no Twitter esta imagem do amanhecer na Terra visto do espaço. Na postagem ele diz: "Bom dia terça-feira. Você está colorida hoje", em tradução livre Reprodução/Twitter/@StationCDRKelly

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11.ago.2015 - O astronauta da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana) Scott Kelly, atualmente em uma missão de um ano na Estação Espacial Internacional, tirou esta fotografia do nascer do sol em 10 de agosto de 2015. A estação espacial e sua tripulação orbita a Terra a uma altitude de 354 km, viajando a uma velocidade de mais de 28 mil km/h. Como a estação completa cada viagem ao redor do globo em cerca de 92 minutos, a equipe presencia 16 amanheceres e entardeceres por dia Nasa

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7.ago.2015 - Imagem feita pelo satélite Sentinel-2A da ESA (Agência Espacial Europeia) mostra rio Danúbio na fronteira da Romênia com a Bulgária ESA

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7.ago.2015 - Esta bolha colorida é uma nebulosa planetária chamada NGC 6818, também conhecida como Pequena Joia. Ela está localizado na constelação de Sagitário, a cerca de 6.000 anos-luz de distância da Terra. A rica luz da nebulosa não tem nem dois anos-luz de diâmetro, mas ainda uma pequena joia em uma escala cósmica. Quando as estrelas, como o Sol, se "aposenteam", elas perdem suas camadas exteriores e criam brilhantes nuvens de gás chamadas de nebulosas planetárias. Esta expulsão de massa é desigual, e nebulosas planetárias podem ter formas muito complexas, como a da NGC 6818 ESA/Nasa/Hubble

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7.ago.2015 - O dinamarquês Andreas Mogensen, o russo Sergei Volkov e o cazaque Aydyn Aimbetov (da esq. para dir.), membros da próxima expedição rumo à Estação Espacial Internacional se preparam para nova sessão de treinamento na Cidade das Estrelas, nos arredores de Moscou. A missão está prevista para o dia 2 de setembro Yuri Kochetkov/Efe

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6.ago.2015 - NEBULOSAS - Algumas das vistas mais deslumbrantes do universo são criadas por nebulosas, as brilhantes e quentes nuvens de gás. Esta imagem do telescópio espacial Hubble mostra o centro da nebulosa ?Lagoa?, um nome enganosamente tranquilo, na constelação de Sagitário. A região está repleta de ventos intensos vindos de estrelas quentes, gases quentes agitados e energia de estrelas em formação Nasa/ESA/J. Trauger

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6.ago.2015 - Esta imagem inédita foi feita pela sonda Rosetta em 8 de julho, a 152 km de distância do cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko, isto é, apenas algumas semanas de distância da órbita do corpo celeste. Em 6 de agosto de 2014, a sonda iniciou observações detalhadas, incluindo o mapeamento da superfície do núcleo em busca de um local de pouso adequado para sonda Philae ESA/Rosetta/Navcam

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6.ago.2015 - Em 6 de junho de 2014, a sonda Rosetta estava 201 km de distância da órbita do Cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko. Fluxos de gás e poeira podem ser vistos em todo o núcleo do corpo. Já em 6 de agosto de 2014, a sonda iniciou observações detalhadas, incluindo o mapeamento da superfície do núcleo em busca de um local de pouso adequado para sonda Philae ESA/Rosetta/Navcam

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6.ago.2015 - Esta imagem nunca antes divulgada, registrada em 4 de maio de 2015 a partir de uma distância de 148 km, mostra o cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko de um ângulo incomum. O pequeno lóbulo do lado direito e o lóbulo grande para a esquerda. Enquanto isso, é possível ver em todo o lado iluminado do cometa fluxos de gás carregado de pó. Em 6 de agosto de 2014, a Rosetta iniciou observações detalhadas, incluindo o mapeamento da superfície do núcleo em busca de um local de pouso adequado para sonda Philae ESA/Rosetta/Navcam

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6.ago.2015 - Com a sonda Rosetta a 124 Km de distância do cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko, em 16 de abril de 2015, a extensão do aumento de atividade no corpo pôde ser monitorada, apesar de uma leve nebulosidade envolver grande parte do núcleo. Em 6 de agosto de 2014, a Rosetta iniciou observações detalhadas, incluindo o mapeamento da superfície do núcleo em busca de um local de pouso adequado para sonda Philae ESA/Rosetta/Navcam

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6.ago.2015 - Durante o mês de março de 2015, a sonda Rosetta viajou entre cerca de 70 km e 85 km de distância do cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko. Esta imagem foi registrada em 20 de março, a uma distância de 83,7 km. Graças à mudança gradual na iluminação enquanto o cometa progredia em direção ao Sol, as regiões anteriormente sombrias começaram a ser visíveis. Em 6 de agosto de 2014, a Rosetta iniciou observações detalhadas, incluindo o mapeamento da superfície do núcleo em busca de um local de pouso adequado para sonda Philae ESA/Rosetta/Navcam

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6.ago.2015 - Em fevereiro de 2015, o padrão de trajetória da sonda Rosetta mudou, alternando entre sobrevoos próximos e distantes, a fim de fazer o melhor uso de seu conjunto de instrumentos científicos em seu estudo sobre os vários aspectos do cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko e seu ambiente. Em 14 de fevereiro, a Rosetta registrou uma aérea do corpo a uma distância de apenas 6 km da superfície. . Em 6 de agosto de 2014, a Rosetta iniciou observações detalhadas, incluindo o mapeamento da superfície do núcleo em busca de um local de pouso adequado para sonda Philae ESA/Rosetta/Navcam

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6.ago.2015 - A sonda Rosetta registrou esta imagem, inédita até então, do cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko a uma distância de cerca de 30 km, em 22 de janeiro de 2015. Em 6 de agosto de 2014, a Rosetta iniciou observações detalhadas, incluindo o mapeamento da superfície do núcleo em busca de um local de pouso adequado para sonda Philae ESA/Rosetta/Navcam

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6.ago.2015 - Esta imagem foi capturada em 14 de dezembro de 2014, a partir de uma distância de 19,8 km do centro cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko, e mostra o cenário dramático no grande lobo do corpo celeste. Em 6 de agosto de 2014, a Rosetta iniciou observações detalhadas, incluindo o mapeamento da superfície do núcleo em busca de um local de pouso adequado para sonda Philae ESA/Rosetta/Navcam

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6.ago.2015 - Novembro de 2014 será sempre lembrado pelo o pouso da sonda Philae no Cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko. No dia 12 de novembro, a sonda Rosetta implantou o módulo de aterragem, que chegou sete horas mais tarde em Agilkia, nome dado a região em homenagem a ilha do sul do Egito. Esta imagem foi feita pela Rosetta a uma distância de 17,4 km do centro do cometa, cerca de meia hora antes da Philae pousar. Em 6 de agosto de 2014, a Rosetta iniciou observações detalhadas, incluindo o mapeamento da superfície do núcleo em busca de um local de pouso adequado para sonda Philae ESA/Rosetta/Navcam

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6.ago.2015 - Durante outubro de 2014, a sonda Rosetta orbitou o cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko a menos de 10 km de distância do centro do cometa. Esta imagem inpedita foi registrada em 7 de outubro, a uma distância de 18,3 km de centro e proporciona uma vista da região de Imotep, no lado de baixo do cometa. Em 6 de agosto de 2014, a Rosetta iniciou observações detalhadas, incluindo o mapeamento da superfície do núcleo em busca de um local de pouso adequado para sonda Philae ESA/Rosetta/Navcam

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6.ago.2015 - Em meados de setembro de 2014, a sonda Rosetta, que já estava na órbita do cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko, começou a fazer observações próximas da superfície do corpo. Durante este período, o local de pouso da sonda Philae foi selecionado. Esta imagem inédita foi feita em 19 de setembro, a uma distância de 28,3 km do centro do cometa. Em 6 de agosto de 2014, a Rosetta iniciou observações detalhadas, incluindo o mapeamento da superfície do núcleo em busca de um local de pouso adequado para sonda Philae ESA/Rosetta/Navcam

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6.ago.2015 - Depois de uma viagem de 10 anos e viajar mais de 6,4 bilhões de quilômetros em torno do Sistema Solar, a sonda Rosetta chegou a uma distância de 100 km do cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko em 6 de agosto de 2014. Nas semanas que se seguiram, ela foi se aproximando e iniciou observações detalhadas, incluindo o mapeamento da superfície do núcleo em busca de um local de pouso adequado para sonda Philae. Nesta imagem inédita, feita em 22 de agosto, Rosetta estava a uma distância de 63,4 km do centro do cometa ESA/Rosetta/Navcam

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5.ago.2015 - LUA ILUMINADA - Uma câmera Nasa, a bordo do satélite Observatório do Clima Espacial (DSCOVR), registrou o momento em que a Lua passa pelo lado iluminado da Terra no mês de julho. A imagem revelou o "lado negro" do nosso satélite natural, que nunca é visível da Terra, totalmente iluminado. As imagens foram capturadas a mais de 1,6 milhões de quilômetros de distância. A câmera mantém uma visão da Terra totalmente iluminada constantemente, proporcionando observações científicas do ozônio, da vegetação, da altura das nuvens e aerossóis na atmosfera. Cerca de duas vezes por ano, o equipamento irá flagrar a Lua e a Terra juntas. O lado oculto da Lua não foi visto até 1959, quando a nave espacial soviética Luna 3 enviou as primeiras imagens. Desde então, várias missões da Nasa fizeram imagens do outro lado do satélite. O motivo de só enxergarmos o mesmo "lado" da Lua é porque ela está "presa" à Terra, isto é, o período orbital é o mesmo da sua rotação em torno do seu eixo Nasa

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5.ago.2015 - Os maiores e mais poderosos furacões já registrados na Terra tinham quase 1.600 km de diâmetro e registraram ventanias de até 320 km/h. O tamanho é suficiente para cobrir o Estado norte-americano do Texas, por exemplo. Mas mesmo esse tipo de evento climático é ofuscado pela Grande Mancha Vermelha, uma tempestade gigantesca de Júpiter. No maior planeta do Sistema Solar, os ventos atingem mais de 600 km/h, e isso já dura pelo menos 150 anos. Em 1.600, quando as pessoas começaram a observar as estrelas, já havia uma mancha em Júpiter, mas pesquisadores não sabem se tratava-se de uma tempestade diferente. Hoje, sabe-se que a Grande Mancha Vermelha está lá há um bom tempo, mas os cientistas ainda tentam saber a causa do redemoinho de tons avermelhados. Estudos apontaram a presença de amônia, hidrossulfeto de amônia e água na atmosfera superior do planeta. Ainda assim, não se sabe exatamente como estes produtos químicos reagem para formar as cores da mancha Nasa

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4.ago.2015 - O MSG-4, o mais novo satélite meteorológico geoestacionário da Europa, registrou a primeira imagem da Terra. Isso demonstra que satélite lançado em 15 de julho está a caminho de se tornar plenamente operacional após seis meses de testes. A primeira imagem é uma realização conjunta da ESA (Agência Espacial Europeia), EUMETSAT (European Organisation for the Exploitation of Meteorological Satellites) e a indústria espacial europeia. Este modelo de cooperação fez da Europa um líder mundial em meteorologia por satélite Eumetsat

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3.ago.2015 - Esta imagem colorida é um mapa da topografia de uma região conhecida como Terra Sirenum, localizada no hemisfério sul de Marte. A cor vermelha e branca representa uma topografia mais alta, e as áreas azul e roxa, mais baixa. A imagem é de uma área imensa onde há falésias, crateras de impacto, canais esculpidos em encostas íngremes, cumes enrugados e escarpas, que juntos refletem uma história geológica rica. Talvez o aspecto mais importante é a porção de terreno irregular em direção ao centro da imagem. Esta é a Atlantis Caos, uma planície que se estende por mais de 200 km, que contém algumas centenas de pequenos picos e morros de topo achatado. Acredita-se que o local foi alvo de uma erosão lenta. Os cientistas suspeitam que algumas das crateras e bacias podem abrigar água parada, já que os canais esculpidas nas encostas fornecem evidências de que já houve água nesta região ESA/DLR/FU Berlin

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31.jul.2015 - Os lagos no lado sul dos Alpes italianos foram registrados pelo satélite Sentinel-2ª, da ESA (Agência Espacial Europeia). Utilizando o canal infravermelho de alta resolução da câmera do satélite, é possível observar a vegetação saudável em vermelho, assim como as colinas e montanhas na parte superior da imagem. Ainda na parte superior, vemos parte do lago Maggiore, que ocupa a fronteira das regiões da Lombardia e Piemonte, na Itália, e o norte da Suíça (não visível), tendo uma área de mais de 210 km². À direita, vemos o lago de origem glacial Varese. A tonalidade mais clara de azul indica a capacidade do Sentinel-2 de medir as diferenças das condições da água. O satélite está em fase de testes, mas as imagens iniciais de sua primeira varredura da Terra prenunciam registros importantes de áreas agrícolas, o monitoramento das águas e o mapeamento de superfície Copernicus Sentinel data (2015)/ESA

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31.jul.2015 - O deserto de Atacama, localizado no norte do Chile, é o local mais seco da Terra, apesar de estar bem ao lado do oceano Pacífico. Em média, apenas alguns milímetros de chuva atingem a paisagem árida anualmente. A fria Corrente de Humboldt mantém a umidade da costa norte até ao oeste, enquanto a Cordilheira dos Andes bloqueia a precipitação a partir do leste. A imagem feita pelo telescópio Proba-V da ESA (Agência Espacial Europeia) mostra a costa e os rios secos do vale do Atacama. A área azul à direita é o Salar de Surire, uma planície de sal que contém lagos com ninhos de flamingos. Lançada em 7 de maio de 2013, o Proba-V é um tem a missão de mapear a superfície e o crescimento da vegetação ao longo de todo o planeta a cada dois dias ESA/VITO

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30.jul.2015 - VOLTA AO ESPAÇO - O astronauta italiano Paolo Nespoli voltará em maio de 2017 ao espaço aos 60 anos e como integrante de uma missão da Agência Espacial Italiana (ASI) na Estação Espacial Internacional (ISS, em inglês). O anúncio foi feito nesta quinta-feira em entrevista coletiva realizada em Roma pelo presidente da ASI, Roberto Battiston, e o responsável do Centro de Astronautas Europeus da Agência Espacial Europeia (ESA), Frank De Winne Stephane Corvaja/AFP

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30.jul.2015 - A geada sazonal normalmente acontece em latitudes médias e altas em Marte, muito parecido com a neve do inverno da Terra. No entanto, no planeta vermelho a geada é de dióxido de carbono (gelo seco), em vez de gelo de água. E esta geada parece causar uma reação na superfície, incluindo os fluxos de voçorocas (grandes buracos de erosão). Esta imagem, feita em 11 de abril de 2015, mostra a geada em uma cratera nas planícies do norte do planeta. A geada destaca detalhes da superfície, uma vez que quantidades diferentes de gelo se acumulam Nasa/JPL/University of Arizona

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30.jul.2015 - O astronauta Scott Kelly publicou uma imagem da cidade de Belo Horizonte, capital de Minas Gerais (Brasil), em seu Twitter diretamente do espaço, da Estação Espacial Internacional. O norte-americano desejou "bom dia" a todos os moradores da cidade Scott Kelly/Nasa

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29.jul.2015 - O continente africano está no centro desta imagem tirada pela câmera do satélite DSCOVR (Observatório Espacial do Clima Profundo, sigla em inglês e tradução livre), da Nasa (Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço) nesta quarta-feira (29). A foto foi feita no dia 9 de julho de um ponto bastante vantajoso da Terra, a uma distancia de 1,6 milhão de quilômetros do nosso planeta Nasa

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29.jul.2015 - Em imagem divulgada pelo Observatório Europeu do Sul (ESO), a estrela Nova Centauri 2013, no centro, é flagrada depois de dezoito meses do início da explosão de seu núcleo. Esta estrela foi a primeira onde cientistas encontraram evidência de lítio Observatório Europeu do Sul/AFP

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27.jul.2015 - Sob as cores vivas desta nuvem em forma de olho, chamada Abell 78, uma estrela morta, não muito diferente do nosso Sol, perde suas camadas exteriores para viver novamente. Liberar as camadas externas é o destino habitual para qualquer estrela com uma massa de 0,8 a 8 vezes a do Sol. Depois de esgotar o combustível de seus núcleos durante bilhões de anos, estas estrelas podem entrar em colapso e se tornar anãs brancas. Ao redor delas, o material ejetado atinge o gás ambiente e a poeira, criando nuvens conhecidas como 'nebulosas planetárias'. No entanto, o ressurgimento de vida visto nesta imagem é um evento excepcional. Apenas poucas estrelas que renasceram foram descobertas. Apesar de ter cessado a queima de gases nucleares, algumas das camadas exteriores da estrela se tornaram tão densas que a fusão do hélio recomeçou. A atividade nuclear renovada desencadeou outra, e a interação entre velhos e novos fluxos moldou a estrutura complexa da nuvem. A interação entre ventos lentos e rajadas rápidas no ambiente da Abell 78 aqueceram os gases a mais de um milhão de graus, tornando-a brilhante em visões de raio-X ESA/XMM-Newton/J.A

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24.jul.2015 - O astronauta Scott Kelly dá boa noite a bordo da Estação Espacial Internacional com uma imagem das luzes do Mediterrâneo Scott Kelly/Reprodução Twitter

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22.jul.2015 - O grande número de queimadas no Canadá e Alasca levou a fumaça para uma área na Groelândia, como mostra a imagem da Nasa de 3 de julho, divulgada nesta quarta-feira (22). Em nota, a Agência Espacial Norte-Americana explica que o deslocamento das nuvens de fumaça só ocorre quando houve a queima de grandes áreas. No dia 12 de julho também foi registrada fumaça das queimadas no polo Norte Jeff Schmaltz/LANCE/EOSDIS MODIS Rapid Response Team/NASA

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20.jul.2015 - Via Láctea é vista a olho nu durante uma noite de verão na cidade de Salgotarjan, a 109 km de Budapeste, na Hungria Peter Komka/EFE

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20.jul.2015 - Uma câmera instalada em um satélite da Nasa (agência espacial norte-americana) fez uma imagem de um dos "lados" da Terra totalmente iluminado, a uma distância de mais de 1,6 milhão de km. A imagem, feita em 6 de julho de 2015 mostrando a América do Norte e Central, foi compartilhada pelo presidente dos EUA, Barack Obama, em sua conta no Twitter. Obama pediu às pessoas que protejam o único planeta que temos. A câmera irá fornecer uma série diária de imagens do planeta que permitirá o estudo de todo o globo. Essas imagens serão publicadas em um site em setembro de 2015 Nasa

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17.jul.2015 - A cidade de Nova York - incluindo a ilha de Manhattan no centro, os bairros do Brooklyn e do Queens do lado direito, e do Bronx ao longo da parte superior direita - foi retratada por um satélite japonês em 2010. Com mais de oito milhões de habitantes em uma quantidade limitada de terra, Nova York é uma das cidades mais densamente povoadas dos Estados Unidos. A regiçao tem uma longa história de recuperação de terras, principalmente na ponta sudoeste de Manhattan. Esta área já fez parte do rio Hudson, por exemplo. Com as populações crescendo nas cidades do mundo, além de construções verticais, recuperação de terras é uma prática comum. Dos cinco distritos da cidade, Manhattan é o mais densamente povoado JAXA/ESA

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17.jul.2015 - Este conjunto de estrelas recebeu seu nome de Quintuplet Cluster devido a suas cinco estrelas mais brilhantes, mas é praticamente impossível identifica-las no meio de outras milhares. O aglomerado está localizado apenas a 100 anos-luz do centro de nossa galáxia. A proximidade das estrelas com a poeira do centro da galáxia faz com que grande parte de sua luz visível seja bloqueada, o que ajudou a mantê-las desconhecidas até 1990, quando foram reveladas por observações com infravermelho. O aglomerado é lar da Pistol Star, uma das estrelas mais luminosas conhecidas na Via Láctea, que está prevista para virar uma supernova em três milhões de anos. A presença das estrelas supergigantes vermelhas indicam que o aglomerado tem quase quatro milhões de anos ESA/Hubble/Nasa

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15.jul.2015 - Astrônomos identificaram um planeta parecido com Júpiter, de massa equivalente, a orbitar uma estrela parecida com o Sol, em outro sistema planetário. Os novos astros descobertos mantêm a mesma distância dos astros já conhecidos do nosso Sistema Solar, o que sugere uma semelhança entre ambos sistemas. A HIP indica que possam existir também planetas rochosos em órbitas mais próximas da estrela. Os cientistas utilizaram na descoberta o telescópio de 3,6 metros do ESO (Observatório Europeu do Sul). A imagem é uma concepção artística ESO

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15.jul.2015 - Satélite flagra cinzas e gases saindo do vulcão Monte Raung, na ilha indonésia de Java. Pelo menos 900 voos foram cancelados em Bali, e outros aeroportos regionais foram fechados devido às nuvens de cinzas, que chegaram a seis km de altura US Geological Survey/AFP

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14.jul.2015 - O astronauta Scott Kelly postou nesta terça-feira (14) em sua conta no Twitter uma foto do atol de Cayo Bolivar, no arquipélago de San Andres, na Colômbia, com a seguinte frase: "A @NasaNewHorizon (sonda a caminho de Plutão) nos mostrou um coração hoje. A Terra compartilha o amor, vista da @space_station" (ISS - Estação Espacial Internacional, sigla em inglês) Reprodução/Twitter/@StationCDRKelly

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14.jul.2015 - A Nasa (agência espacial norte-americana) comemorou em uma postagem no Twitter a aproximação máxima da sonda New Horizons ao redor do planeta anão Plutão. Após uma espera de nove anos e meio, a espaçonave é a primeira a visitar o planeta Reprodução/Twitter/NASANewHorizons

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14.jul.2015 - A sonda New Horizons registrou mais uma imagem do planeta anão Plutão, na segunda-feira (13) às 16h. A espaçonave viajou mais de nove anos e mais de três bilhões de milhas e nunca esteve tão perto do planeta. Esta é a última e mais detalhada imagem do Plutão enviada à Terra 16 horas antes do momento de máxima aproximação Nasa

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13.jul.2015 - Via Láctea é vista da região húngara de Balmazujvaros, a 200 quilômetros a leste de Budapeste Zsolt Czegledi/EFE

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10.jun.2015 - Imagem registrada pelo satélite Sentinel-2A da Argélia, que tem 90% do seu território preenchido pelo deserto do Saara. O satélia foi lançado no dia 23 de junho da Guiana francesa e será responsável por enviar dados sobre qualidade da água, mudanças dos corpos d?água, algo importante para áreas áridas Copernicus Sentinel/ESA

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7.jul.2015 - O astronauta Scott Kelly publicou uma imagem da Estação Espacial Internacional chamando-a de "janela para o mundo" Scott Kelly/Reprodução Twitter

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7.jul.2015 - O fotógrafo amador Dylan O'Donnell registrou uma imagem da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) próxima da Lua, isto é a mais de 28 mil km de distância. Dylan fez a foto da cidade australiana de Byron Bay, onde a ausência de cidades maiores oferece baixos níveis de poluição luminosa, o que possibilitou a visualização do laboratório espacial por três segundos. A imagem foi feita em 30 de junho de 2015, quando a estação espacial estava a uma distância de 400 km acima do oceano Pacífico Dylan O'Donnell

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1º.jul.2015 - Imagem mostra a cratera mais ativa encontrada na superfície do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko pela sonda Rosetta, em imagem divulgada nesta quarta-feira (1º). O cometa, que está sendo estudado, pela Rosetta tem buracos enormes em sua superfície, grandes o suficiente para "engolir a pirâmide de Gizé, do Egito", segundo uma pesquisa publicada nesta quarta-feira ESA/Reuters

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1º.jul.2015 - Imagem mostra a cratera mais ativa encontrada na superfície do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko pela sonda Rosetta, em imagem divulgada nesta quarta-feira (1º). O cometa, que está sendo estudado, pela Rosetta tem buracos enormes em sua superfície, grandes o suficiente para "engolir a pirâmide de Gizé, do Egito", segundo uma pesquisa publicada nesta quarta-feira Jean-Baptiste Vincent/Universidade de Maryland/Nature/AFP

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1º.jul.2015 - O cargueiro Progress M-28M da Rússia é montado em uma plataforma de lançamento no Cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão. A Rússia se prepara para lançar a nave que irá reabastecer a Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), após o foguete não tripulado Falcon-9 ter explodido no ar logo depois de ser lançado da base de Cabo Canaveral, na Flórida AFP

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1º.jul.2015 - Telescópio do Observatório Europeu do Sul, no Chile, flagra um conjunto de estrelas e gases coloridos. O jovem aglomerado de estrelas conhecido como NGC 2367 está localizado às margens da Via Láctea G. Beccari/ESO/AFP

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30.jun.2015 - Em 13 de agosto de 2015, o cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko atingirá o seu ponto mais próximo do Sol ao longo de sua jornada. Será cerca de 185 milhões de quilômetros do Sol, estando entre as órbitas da Terra e Marte. A missão Rosetta, da ESA (Agência Espacial Europeia) acompanha o cometa desde 6 de agosto de 2014. O núcleo é uma mistura de água congelada e poeira. À medida que o cometa se aproxima da luz solar, ele aquece sua superfície, fazendo com que o gelo derreta. O gás que vem da evaporação do líquido leva consigo grandes quantidades de poeira. A sonda Rosetta vai continuar observando a atividade do cometa até em setembro de 2016 ESA/Rosetta

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24.jun.2015 - Usando a câmera de alta resolução da sonda Rosetta, cientistas identificaram centenas de pedaços de gelo na superfície do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko. A sonda também já detectou uma variedade de gases, incluindo vapor de água, dióxido de carbono e monóxido de carbono, que acreditam ter se originado de reservatórios congelados abaixo da superfície. Agora, foram identificadas 120 regiões que são até dez vezes mais brilhantes do que o brilho normal que envolve o corpo celeste. Em todos os casos, as manchas brilhantes foram encontradas em áreas que recebem relativamente pouca energia solar, tal como a sombra de um penhasco ESA/Rosetta

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23.jun.2015 - AURORA BOREAL - A bordo da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), o astronauta americano Scott Kelly registrou esta aurora boreal no dia 22 de junho. A imagem foi divulgada nesta terça-feira (23) pela Nasa (agência espacial norte-americana) Scott Kelly/Nasa

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18.jun.2015 - Ilustração divulgada pela Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) representaria um vulcão ativo em Vênus ESA/AOES medialab

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18.jun.2015 - Uma missão da ESA (agência espacial europeia) de oito anos de duração revelou a evidência de atividade vulcânica no planeta Vênus. Em um estudo de 2010, cientistas relataram que a radiação infravermelha proveniente de três regiões vulcânicas era diferente do terreno ao redor. Eles interpretaram isso possíveis fluxos de lava relativamente fresca. Estes fluxos podem ter menos de 2,5 milhões de anos de idade. Dados de 2012 revelam um forte aumento no teor de dióxido de enxofre na atmosfera superior em 2006-2007, seguido de uma queda gradual durante os cinco anos seguintes. Agora, usando um canal infravermelho, cientistas avistaram um brilho "quente" na superfície do planeta, que depois "esfria". A zona da fenda Ganiki Chasma já foi considerada uma das mais geologicamente ativas do planeta, e a nova análise sugere que ela ainda está ativa ESA

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17.jun.2015 - O cometa Churyumov teve imagem registrada pela sonda Rosetta em 7 de junho de 2015, vários dias antes do robô europeu Philae acordar. A imagem foi feita a uma distância de 203 km. A imagem foi tratada para realçar os detalhes do cometa, mostrando o brilho global em torno do núcleo ESA/Rosetta/NAVCAM

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16.jun.2015 - A Nasa (Agência Espacial Americana) divulgou imagem do avanço da tempestade tropical "Bill" rumo à costa do Texas (EUA). São esperadas chuvas pesadas e ventos fortes, informou o Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA. Alertas de inundações-relâmpago estão em vigor no centro do Texas e na área de Houston, regiões onde os alagamentos do mês passado engoliram centenas de veículos e danificaram casas. A previsão é que a tempestade atinja a costa na altura da Baía de Matagorda e se arraste pelo centro do Texas na direção de Austin NASA

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16.jun.2015 - O time de caçadores de buracos negros faz um foto "selfie". Da esquerda para a direita: David Sanchez-Arguelles, Lindy Blackburn, Laura Vertatschitsch, Aleks PopStefanija e Gopal Narayanan Arquivo pessoal/The New York Times

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16.jun.2015 - Cientistas checam as condições do Grande Telescópio Milimétrico, que coleta dados de buracos negros, no Parque Nacional Pico De Orizaba, no México (Meridith Kohut/The New York Times

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16.jun.2015 - O Grande Telescópio Milimétrico, que coleta dados de buracos negros, no Parque Nacional Pico De Orizaba, no México. O equipamento fica no topo do vulcão Sierra Negra e, conectado a outros telescópios, deve fotografar um buraco negro Meridith Kohut/The New York Times

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16.jun.2015 - Astrônomo Sheperd Doeleman reage a um relatório de mau tempo na sala de controle do Grande Telescópio Milimétrico, que coleta dados de buracos negros, no Parque Nacional Pico De Orizaba, no México. Um grupo de pesquisadores espera usar uma rede de telescópios ligados por antenas para fotografar um buraco negro Meridith Kohut/The New York Times

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16.jun.2015 - A partir da esquerda: Aleks PopStefanija, Gopal Narayanan e Sheperd Doeleman ajustam o receptor do Grande Telescópio Milimétrico, que coleta dados de buracos negros, no Parque Nacional Pico De Orizaba, no México. O equipamento fica no topo do vulcão Sierra Negra e, conectado a outros telescópios, deve fotografar um buraco negro pela primeira vez Meridith Kohut/The New York Times

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16.jun.2015 - Astrônomo Sheperd Doeleman faz anotações enquanto monitora dados do Grande Telescópio Milimétrico, que coleta dados de buracos negros, no Parque Nacional Pico De Orizaba, no México. Um grupo de pesquisadores espera usar uma rede de telescópios ligados por antenas para fotografar um buraco negro Meridith Kohut/The New York Times

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16.jun.2015 - O Grande Telescópio Milimétrico, que coleta dados de buracos negros, no Parque Nacional Pico De Orizaba, no México. O equipamento fica no topo do vulcão Sierra Negra e, conectado a outros telescópios, deve fotografar um buraco negro pela primeira vez James D. Lowenthal/Smith College Astronomy Department via The New York Times

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16.jun.2015 - O Grande Telescópio Milimétrico, que coleta dados de buracos negros, no Parque Nacional Pico De Orizaba, no México. O equipamento fica no topo do vulcão Sierra Negra e, conectado a outros telescópios, deve fotografar um buraco negro pela primeira vez Meridith Kohut/The New York Times

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16.jun.2015 - O Grande Telescópio Milimétrico, que coleta dados de buracos negros, fica no Parque Nacional Pico De Orizaba, no México. O equipamento fica no topo do vulcão Sierra Negra e, conectado a outros telescópios, deve fotografar um buraco negro pela primeira vez. A partir de Ciudad Serdan (f), é possível avistá-lo Meridith Kohut/The New York Times

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16.jun.2015 - O Grande Telescópio Milimétrico, que coleta dados de buracos negros, no Parque Nacional Pico De Orizaba, no México. O equipamento fica no topo do vulcão Sierra Negra e, conectado a outros telescópios, deve fotografar um buraco negro pela primeira vez Meridith Kohut/The New York Times

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16.jun.2015 - Astrônomo Sheperd Doeleman trabalha no Grande Telescópio Milimétrico, que coleta dados de buracos negros, no Parque Nacional Pico De Orizaba, no México. Um grupo de pesquisadores espera usar uma rede de telescópios ligados por antenas para fotografar um buraco negro Meridith Kohut/The New York Times

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16.jun.2015 - O Grande Telescópio Milimétrico, que coleta dados de buracos negros, no Parque Nacional Pico De Orizaba, no México. O equipamento fica no topo do vulcão Sierra Negra e, conectado a outros telescópios, deve fotografar um buraco negro pela primeira vez Meridith Kohut/The New York Times

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16.jun.2015 - Cientistas monitoram dados enviados pelo Grande Telescópio Milimétrico, que coleta dados de buracos negros, no Parque Nacional Pico De Orizaba, no México. Um grupo de pesquisadores espera usar uma rede de telescópios ligados por antenas para fotografar um buraco negro Meridith Kohut/The New York Times

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16.jun.2015 - Astrônomo Sheperd Doeleman (de cachecol) analisa dados enviados pelo Grande Telescópio Milimétrico, que coleta dados de buracos negros, no Parque Nacional Pico De Orizaba, no México. Um grupo de pesquisadores espera usar uma rede de telescópios ligados por antenas para fotografar um buraco negro Meridith Kohut/The New York Times

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16.jun.2015 - Foto da Nasa mostra o centro da Via Láctea, onde o time de caçadores de buracos negros espera encontrar mais detalhes sobre a campo magnético NASA/JPL-Caltech via The New York Times

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16.jun.2015 - Astronauta americano Scott Kelly se propôs a encontrar 'lugar mais azul do planeta' e publicou foto do lago Cuo Womo, também chamado de Co Ogma ou simplesmente lago Womo Divulgação/Nasa

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16.jun.2015 - "Esse lago no nordeste do Himalaia parece o lugar mais azul do mundo visto da Estação Espacial Internacional", escreveu o astronauta americano Scott Kelly em sua conta no Twitter. A foto que acompanha o comentário mostra uma massa de água em forma de coração de um azul tão brilhante que parece modificado pelo Photoshop ou outro programa de edição de imagens. É uma foto do lago Cuo Womo, também chamado de Co Ogma ou simplesmente lago Womo, e o astronauta não mexeu nem um pouco nela ? o lugar é simplesmente assim Divulgação/Nasa

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16.jun.2015 - A costa de Fortaleza (CE) também aparece com azul marcante vista do espaço Divulgação/Nasa

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16.jun.2015 - Astronauta americano Scott Kelly se propôs a encontrar 'lugar mais azul do planeta' e publicou foto de ilhas que fotografou, mas não descreveu a localização Divulgação/Nasa

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16.jun.2015 - Astronauta americano Scott Kelly se propôs a encontrar 'lugar mais azul do planeta' e publicou foto de ilhas que fotografou, mas não descreveu a localização Divulgação/Nasa

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