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Jovem suspeito de matar menina de 15 anos é encontrado morto em São Paulo

Khadija das Dores mantinha uma relação conturbada com Danilo Moreira Pimenta - Arquivo Pessoal
Khadija das Dores mantinha uma relação conturbada com Danilo Moreira Pimenta Imagem: Arquivo Pessoal

Fabiana Marchezi

Colaboração para o UOL

12/02/2018 12h08

A polícia de Ribeirão Preto (a 336 quilômetros de São Paulo) investiga a morte de Danilo Moreira Pimenta, 17. O jovem era o principal suspeito de matar Khadija Aziani das Dores, 15, no último dia 3 de fevereiro. Pimenta foi encontrado morto na manhã deste domingo (11), perto da Rodovia Alexandre Balbo (Anel Viário Norte).

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Segundo a polícia, o corpo dele foi achado por um ciclista em um matagal com ferimentos no pescoço e no abdômen. Ao UOL, a polícia diz acreditar que os ferimentos tenham sido provocados por uma faca.

Danilo Moreira Pimenta, 17, era suspeito de matar a jovem Khadija Aziani da Dores - Arquivo Pessoal - Arquivo Pessoal
Danilo Moreira Pimenta, 17, era suspeito de matar a jovem Khadija Aziani das Dores
Imagem: Arquivo Pessoal

O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) e reconhecido por familiares. O exame de necropsia deve apontar a data e a causa da morte.

O jovens já eram casados e tinham uma relação conturbada, segundo o boletim de ocorrência. Pimenta estava desaparecido desde o último dia 3, quando se tornou o principal suspeito de matar a mulher com um tiro na boca. O corpo dela foi encontrado perto da casa do casal, no bairro Ipiranga. Vizinhos ouviram o barulho de um disparo e acionaram a Polícia Militar.

A PM chegou ao local e achou Khadija morta. O marido dela e a arma não foram encontrados. Na casa deles, a polícia encontrou porções de maconha. O casal mantinha uma relação marcada por brigas e violência. O caso é investigado pela Delegacia da Infância e Juventude (Diju). A família da adolescente não quer comentar o caso.

Ainda conforme a polícia, familiares de Pimenta relataram que ele entrou em contato, dizendo que a companheira havia se suicidado e que ele não queria ser encontrado porque sofreu ameaças. Até o momento, ninguém foi preso.