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SP reabrirá parques temáticos na fase verde de plano, mas com restrições

Estabelecimentos estaduais devem obedecer diversas medidas, como manter isolamento e restringir ocupação máxima - Paulo Gil/ZooSP
Estabelecimentos estaduais devem obedecer diversas medidas, como manter isolamento e restringir ocupação máxima Imagem: Paulo Gil/ZooSP

Do UOL, em São Paulo

10/07/2020 13h14

O governo de São Paulo anunciou hoje que irá reabrir parques temáticos estaduais durante a fase 4 (verde) do chamado Plano São Paulo, programa de retomada social e econômica. Nenhuma das regiões do estado, no entanto, se encontra nesta fase no momento.

A medida foi anunciada pelo governador João Doria (PSDB), destacando as novidades para "os parques que são temáticos, urbanos, ambientais e naturais, cada um com seu protocolo e data específica para o reinício do funcionamento".

No entanto, a reabertura exigirá que a região dos parques permaneça por pelo menos 28 dias consecutivos (quatro semanas) dentro da fase verde. No cálculo do governo, com base nos dados atuais, a projeção é de que as primeiras reaberturas aconteçam em 12 de outubro.

Neste cenário, os parques serão reabertos com ocupação máxima de 60% da capacidade. O público presente terá que seguir uma série de medidas: distanciamento social, uso de máscara e compra antecipada de ingressos. Os estabelecimentos devem controlar o acesso de visitantes e adotar protocolos para os brinquedos - encapsulados ou que geram aglomeração, por exemplo.

Vinicius Lummertz, secretário de Turismo do Estado, ressaltou que as medidas condizem com as que foram adotadas em parques temáticos em outros lugares do mundo.

"Esses protocolos são os protocolos internacionais, justamente porque o Brasil é o centro de parques temáticos da América Latina. São Paulo é o maior centro", disse Lummertz. "Esses são os protocolos que estão sendo usados nos parques que abriram na França, na China, no Oriente Médio."

O secretário ainda destacou os avanços na retomada econômica de diversos setores, como bares, restaurantes, congressos e feiras — o que, segundo ele, só foi possível graças ao aumento da capacidade de saúde do estado de São Paulo.

"Esse é mais um momento de distensão do turismo em São Paulo", analisou Vinícius Lummertz. "Tudo isso é possível também por conta da ampliação — mais do que duplicação — dos leitos covid-19. É muito importante que esse novo normal tenha como condição a ampliação da capacidade de saúde, para que os negócios possam voltar a funcionar normalmente", acrescentou.

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