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Piloto retorna a aeroporto após passageira se recusar a usar máscara em voo

Voo atrasou por mais de duas horas devido ao comportamento inadequado de cliente - Reprodução/ Twitter/ Belém Trânsito
Voo atrasou por mais de duas horas devido ao comportamento inadequado de cliente Imagem: Reprodução/ Twitter/ Belém Trânsito

Do UOL, em São Paulo

30/07/2021 21h17Atualizada em 31/07/2021 11h56

Um voo que ia de Belém a Belo Horizonte teve que retornar ao aeroporto de partida porque uma das passageiras se recusava a usar máscara a bordo, na madrugada de hoje. O incidente ocorreu no voo AD4501, da Azul. A passageira, no entanto, não chegou a ser detida, conforme informações da Polícia Federal ao UOL.

De acordo com a companhia aérea, o retorno se deu apenas para que a passageira fosse removida da aeronave, que seguiu o mesmo percurso em seguida. A aérea também pede desculpas aos demais clientes, em nota oficial. "O cliente foi contido e conduzido pela Polícia Federal e, em seguida, o voo decolou novamente para a capital mineira. A companhia lamenta eventuais aborrecimentos ocorridos aos seus clientes e ressalta que medidas como essas são necessárias para conferir a segurança de suas operações".

O voo decolou da capital paraense às 2h20 da madrugada, mas teve que retornar a Belém. O trecho normalmente é feito em aproximadamente três horas, mas os clientes só puderam desembarcar no destino final mais de cinco horas depois, uma vez que a aeronave só seguiu o curso normal após nova decolagem às 4h44. A chegada a Belo Horizonte só foi registrada às 7h35, de acordo com o site FlightStats.

O uso de máscara se tornou obrigatório em aeroportos e aeronaves depois de norma aprovada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e está presente na RDC (Resolução da Diretoria Colegiada) número 465 de 17 de dezembro de 2020.

"A definição de tipo de máscara e a forma de utilização devem seguir as orientações do Ministério da Saúde e da Anvisa", informa parágrafo único da resolução. O recomendado nos aeroportos é que as máscaras contenham tripla camada de proteção ou sejam de uso profissional como as cirúrgicas e as do tipo N95/PFF2. Estas últimas, sem válvula.

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