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DF: 'Hulkinho do tráfico' é preso suspeito de vender combo de drogas e sexo

Homem vendia drogas durante programa e era conhecido como "Hulkinho" - Reprodução/Facebook
Homem vendia drogas durante programa e era conhecido como 'Hulkinho' Imagem: Reprodução/Facebook

Do UOL, em São Paulo

22/09/2021 13h41Atualizada em 23/09/2021 19h29

Um homem de 27 anos, conhecido como Hulkinho do Tráfico, foi preso na tarde de ontem após investigações da Polícia Civil do Distrito Federal apontarem que ele era suspeito de tráfico de drogas em uma espécie de venda casada com programas sexuais.

Segundo a polícia, Jean Ferreira Leal era conhecido pelo apelido alusivo ao herói da Marvel, e atuava como garoto de programa nos Setores Hoteleiros Norte e Sul e também em festas direcionadas ao público LGBTQIA+.

As investigações duraram cerca de um mês e apontaram que Hulkinho vendia drogas como cocaína e demais substâncias sintéticas a clientes de alto poder aquisitivo e que, geralmente, a comercialização acontecia durante a realização dos programas sexuais. A polícia ainda apontou que a venda de drogas também acontecia a outros garotos e garotas de programa, configurando tráfico de drogas.

Hulkinho - Reprodução/Instagram - Reprodução/Instagram
Jean Ferreira Leal é conhecido como 'Hulkinho'
Imagem: Reprodução/Instagram

A prisão ocorreu quando Hulkinho chegava a uma padaria da 313 Norte, em Brasília. Ele estava acompanhado de outros dois homens e resistiu à prisão jogando cadeira contra as autoridades, segundo a polícia. Os agentes registraram ter encontrado "uma grande porção de cocaína" e vários compridos de ecstasy com o suspeito, que se apresentou aos policiais com documento falso.

De acordo com a delegacia, Hulkinho possui diversos antecedentes criminais por tráfico de drogas, roubo e furto. Ele e os dois homens que estavam no local, de 22 e 29 anos, foram autuados em flagrante e levados à delegacia.

Hulkinho deve responder pelos crimes de resistência, tráfico de drogas e uso de documento falso.

Procurada pelo UOL, a defesa do suspeito destacou que, apesar da movimentação policial, ainda não há denúncia por parte do Ministério Público. "Como o processo está na fase inicial, não temos maiores posicionamentos.

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