Trump pode perder um de seus principais conselheiros caso os EUA deixem Acordo de Paris

Colaboração para o UOL

  • Mandel Ngan/AFP

As discussões climáticas nos Estados Unidos ganharam um novo capítulo nesta quarta-feira (31). O empresário Elon Musk, um dos mais influentes do país, ameaçou deixar o conselho estratégico de Donald Trump, caso os EUA saiam do acordo climático de Paris.

Questionado no Twitter sobre o que faria caso Trump decida quebrar o tratado, o bilionário foi sucinto e disse que "não teria opção neste caso a não ser deixar o conselho".

Trump usou a mesma rede social nesta quarta-feira para dizer que sua decisão sobre o acordo de Paris sairá "nos próximos dias", uma vez que ele encara forte pressão de apoiadores e críticos do projeto. A inclinação é que o presidente opte por se retirar do tratado.

Os esforços de Musk, CEO da empresa Tesla Motors e um dos empresários mais influentes dos EUA, parecem ter sido em vão. Ele afirma ter feito o possível para aconselhar Trump, por meio de funcionários da Casa Branca e grupos consultivos, para permanecer no acordo.

A possível ausência do empresário no conselho seria vista como mais um momento conturbado e polêmico do atual governo americano. Desde que assumiu a presidência, Trump passou a modificar os regulamentos energéticos feitos pela gestão de Barack Obama, e gerando indignação por parte de membros influentes do setor de energia.

O acordo de Paris é um tratado que rege medidas de redução de emissão de dióxido de carbono a partir de 2020. Uma das metas é controlar o aquecimento global.

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