Argentino se passa por filha de 11 anos, marca encontro e agride suspeito de assédio

Colaboração para o UOL

  • Reprodução/Facebook

    Pai marcou encontro com homem acusado de assediar filha de 11 anos pelo celular

    Pai marcou encontro com homem acusado de assediar filha de 11 anos pelo celular

A atitude de um argentino gerou grande repercussão no Facebook. Na rede social, o pai de uma menina de 11 anos revelou os detalhes da agressão a um homem de 29 anos que é acusado de ter usado o  WhatsApp para assediar sexualmente sua filha. Os dois vão responder a processos judiciais - um por assédio cibernético, o outro por lesão corporal.

Quem contou a história foi o próprio pai da criança, Walter Martin Rodríguez. Ele usou o Facebook para compartilhar fotos de mensagens à filha e, depois, a violência contra o suspeito. Apenas a postagem da surra foi compartilhada mais de 17 mil vezes até o fechamento da reportagem.

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De acordo com Rodríguez, o suspeito propôs à garota que mentisse para a família e o encontrasse em um ponto da capital Buenos Aires. Acontece que a criança contou tudo ao pai. Ele então se passou pela filha e, por meio do aplicativo de mensagens, marcou um encontro com o rapaz.

Reprodução/Facebook
Pai enganou e deu uma surra em homem que marcou encontro com menina pelo celular

Rodríguez então agrediu suspeito assim que o avistou. "Este f... é um 'violin' (assediador em espanhol) enviando mensagem para minha filha de 11 anos. Enviou fotos proibidas e queria vê-la. […] Fingi ser minha filha e o conheci hoje. Pessoas como essa têm de morrer", escreveu Rodríguez na postagem com as fotos do homem agredido.

Ao canal de televisão "TN", o pai disse que o suspeito havia chamado a menina para um encontro em sua casa. "Eu lhe disse que sim, óbvio, porque eu ia matá-lo", afirmou. Mas o local do encontro acabou mudando para uma rua na Vila Crespo.

Depois da briga, Rodríguez chamou a polícia. Agora os dois vão responder à Justiça. O agredido foi processado por assédio cibernético e Rodríguez responderá por lesão corporal.

"Eu depus à Justiça, contei como foi, apresentei as capturas de tela (…) Não entendo por que o deixaram solto, uma pessoa assim não merece estar solta", lamentou o pai.

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