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Governadora de Tóquio contraria primeiro-ministro do Japão sobre isolamento

O Mercado Tsukiji, maior mercado de peixes de Tóquio (Japão), também vazio - Hannibal Hanschke/Reuters
O Mercado Tsukiji, maior mercado de peixes de Tóquio (Japão), também vazio Imagem: Hannibal Hanschke/Reuters

Do UOL, em São Paulo

09/04/2020 08h54

A governadora de Tóquio, Yuriko Koike, deseja um fechamento de comércios mais intenso do que aquele que está sendo proposto pelo primeiro-ministro, Shinzo Abe.

O governo da província já tem pronto um decreto pedindo o fechamento de lojas de ferramentas, lojas de departamentos e bares, com base na lei federal de emergência que Abe assinou, mas recuou após interferência do governo.

Abe e sua equipe acreditam que um fechamento possa aumentar a sensação de pânico entre a população e, por isso, é contra uma quarentena mais intensa.

O ministro da Economia do Japão, Yasutoshi Nishimura, defendeu em uma reunião com governadores das áreas afetadas que "barbearias, salões de beleza e bricolage são vitais para manter a vida cotidiana".

A lei de emergência foi assinada na última terça-feira e abrange a região de Tóquio e outras seis prefeituras.

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