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Pablo Escobar: sobrinho acha R$ 100 mi escondidos em parede de apartamento

Pablo Escobar: 27 anos depois de sua morte, segredos do chefe do tráfico ainda estão sendo descobertos - Wikimedia Commons
Pablo Escobar: 27 anos depois de sua morte, segredos do chefe do tráfico ainda estão sendo descobertos Imagem: Wikimedia Commons

Do UOL, em São Paulo

24/09/2020 12h01Atualizada em 24/09/2020 18h09

Nicolás Escobar, sobrinho do lendário chefe do tráfico Pablo Escobar, acaba de descobrir mais um dos segredos do tio, 27 anos depois de sua morte. Segundo a BBC, Nicolás encontrou uma abertura secreta na parede do apartamento onde mora, que já pertenceu a Pablo, e um saco de dinheiro lá dentro.

As notas encontradas por ele somam US$ 18 milhões, o equivalente a mais de R$ 100 milhões. Entretanto, segundo Nicolás, o dinheiro não poderá ser usado porque está deteriorado pelo tempo, já que está guardado há muito tempo.

Por outro lado, Roberto Escobar Gaviria, irmão de Pablo Escobar, desmentiu hoje à tarde o próprio sobrinho: "Nicolás está enganando o mundo, dizendo que encontrou o dinheiro em uma propriedade em Las Palmas. Esta casa é minha, onde moro atualmente, e onde estou há muitos anos. O que ele está dizendo é totalmente falso", disse Roberto ao jornal El Tiempo, da Colômbia.

"Visão" da fortuna

Nicolás, que está há cinco anos no apartamento em Medellín (Colômbia) onde o seu tio já morou, disse que uma "visão" fez ele encontrar o esconderijo.

"Toda vez que eu me sentava na sala de jantar e olhava na direção da garagem, eu via uma aparição entrando lá e depois sumindo. O cheiro dentro do esconderijo era horrível. Cem vezes pior do que um corpo em decomposição", contou ele à TV local.

Além do dinheiro, Nicolás encontrou uma máquina de escrever, telefones por satélite, uma caneta folheada em ouro, uma câmera fotográfica e um filme cujas fotos ainda não foram reveladas.

O sobrinho ainda falou sobre suas lembranças de Pablo, dizendo que uma vez foi sequestrado e torturado por inimigos que estavam procurando o esconderijo do chefe do tráfico.

"Eles me mantiveram em cativeiro por sete horas. Dois dos meus funcionários foram atacados com uma motosserra", relatou.

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