PUBLICIDADE
Topo

Coronavírus

Conteúdo publicado há
1 mês

Estados Unidos superam a marca de 600 mil mortes decorrentes da covid-19

Dados foram atualizados hoje pela Universidade Johns Hopkins (EUA) - Gina Ferazzi/Los Angeles Times via Getty Images
Dados foram atualizados hoje pela Universidade Johns Hopkins (EUA) Imagem: Gina Ferazzi/Los Angeles Times via Getty Images

Do UOL, em São Paulo *

15/06/2021 15h00Atualizada em 15/06/2021 16h50

O número de mortes nos Estados Unidos pela pandemia de covid-19 superou os 600 mil hoje, segundo dados da Universidade Johns Hopkins (EUA).

O presidente Joe Biden lamentou a última "triste marca" e pediu aos americanos para se vacinarem. Os Estados Unidos sofrem, de longe, o maior número de mortes pela pandemia, à frente do Brasil e da Índia.

Mesmo após os esforços feitos para o sucesso da campanha de vacinação, que começou em dezembro e alcançou seu ponto máximo em abril, o país ainda é o mais afetado pela doença, e lidera o ranking mundial de casos à frente do Brasil e da Índia.

Mais de 52% da população dos Estados Unidos - 174 milhões de pessoas - já recebeu ao menos uma dose da imunização, segundo órgãos de saúde. A meta do presidente Biden é de que 70% da população tenha recebido a primeira dose antes do feriado nacional de 4 de julho.

O país chegou a aplicar mais de 4 milhões de vacinas por dia, mas apresenta uma queda no ritmo de vacinação, dado que preocupa as autoridades de saúde.

Cerca de um terço da população norte-americana não planeja se vacinar tão cedo, segundo uma pesquisa da Kayser Family Foundation, divulgada em maio. Enquanto uns são contra a inoculação, outros estão apenas indecisos. Para incentivar esses cidadãos, alguns estados criaram loterias para os vacinados, com prêmios em dinheiro.

O número de vítimas pela covid-19 já ultrapassa o de mortos por câncer no país. Segundo o CDC (Centro de Controle de Doenças) norte-americano, em 2019, antes do início da pandemia, 599.601 pessoas morreram em decorrência da doença em todo o país.

* Com informações da AFP, em Washington (EUA)

Coronavírus