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Espanha vai dispensar uso máscara ao ar livre a partir de 26 de junho

Com melhora na situação da pandemia, Espanha vai dispensar uso de máscara ao ar livre - EFE/Mariscal
Com melhora na situação da pandemia, Espanha vai dispensar uso de máscara ao ar livre Imagem: EFE/Mariscal

Do UOL, em São Paulo*

18/06/2021 07h37Atualizada em 18/06/2021 14h40

O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, anunciou hoje que o uso da máscara deixará de ser obrigatório ao ar livre a partir de 26 de junho em todo país, diante da melhora da situação sanitária pela pandemia da covid-19.

"Este será o último fim de semana com máscaras ao ar livre, porque no próximo 26 de junho não precisaremos mais da máscara em espaços públicos", declarou Sánchez em um evento em Barcelona.

De acordo com Sánchez, a medida será aprovada pelo governo em "um conselho de ministros extraordinário na próxima quinta-feira (24)".

"Nossas ruas e nossos rostos vão recuperar seu aspecto normal nos próximos dias", disse Sánchez.

Obrigatório nas ruas desde maio de 2020, sob pena de multa, o uso da máscara se impôs na Espanha logo depois da primeira onda da covid-19. A pandemia atingiu duramente o país, um dos mais afetados na Europa.

Em abril passado, as autoridades tiveram de esclarecer que a lei não obrigava o uso da máscara para tomar sol na praia, ou mergulhar no mar. Essa possibilidade gerou grande reação pública, em especial nas regiões costeiras, muito dependentes do turismo.

A Espanha registrou mais de 80 mil mortes e 3,7 milhões de casos de covid-19. Nas últimas semanas, porém, o número de infecções vem caindo, diante do avanço da campanha de vacinação.

Segundo dados oficiais, 47% dos 47 milhões de espanhóis receberam pelo menos uma dose, e quase 29% já foram totalmente imunizados.

Com a pandemia sob controle, a maior parte dos países da União Europeia já desobrigou o uso de máscaras ao ar livre, assim como os Estados Unidos.

(*Com informações da AFP e da Ansa)

Errata: este conteúdo foi atualizado
Diferentemente do informado em versão anterior deste texto, Pedro Sánchez é primeiro-ministro da Espanha, e não presidente. A informação foi corrigida.