Os investigados do DEM

Do UOL, em São Paulo

 

Luis Macedo/Câmara dos Deputados
José Carlos Aleluia, deputado federal pela Bahia

Delatores: José Carvalho Filho e Cláudio Melo Filho (inquérito 4388)
Suspeita: Recebimento de doação para caixa 2 na campanha para deputado federal em 2010 e na campanha de 2014. Nesta última, assumiu posições favoráveis aos interesses do Grupo Odebrecht.
Crimes: recebimento de vantagem indevida e ocultação de origem de bens.
Outro lado: O deputado elogiou o ministro Fachin por abrir a investigação e declarou que "todo homem público tem que estar pronto para ser investigado". Ele ainda destaca que "todas as doações de campanha que recebi foram legais e estão declaradas".

Dida Sampaio/Estadão Conteúdo
Onyx Lorenzoni, deputado federal pelo Rio Grande do Sul

Delatores: Alexandrino de Salles Ramos de Alencar 
Suspeitas: Recebimento de R$ 175 mil, valor que não foi declarado ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral)
Crimes: falsidade ideológica
Outro lado: O deputado afirmou estar "surpreso, indignado, revoltado" com a presença de seu nome na lista. "Nunca estive na sede da Odebrecht, nunca pedi dinheiro para a Odebrecht", disse"

Reprodução/Site Oficial
Rodrigo Garcia, deputado federal por São Paulo

Delatores: Carlos Armando Guedes Paschoal e Benedicto Barbosa da Silva Júnior 
Suspeitas: Em 2010, o parlamentar recebeu, a pretexto de auxílio à campanha eleitoral, valor não contabilizado na declaração ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral)
Crimes: falsidade ideológica
Outro lado: "Jamais recebi doação não contabilizada em minhas campanhas eleitorais. Sou o maior interessado para que esse assunto seja esclarecido o mais breve possível", declarou o deputado em nota

Pedro Ladeira/Folhapress
Rodrigo Maia, presidente da Câmara e deputado pelo Rio de Janeiro

Delatores: Benedicto Barbosa da Silva Júnior, João Borba Filho, Cláudio Melo Filho, Carlos José Fadigas de Souza Filho e Luiz Eduardo da Rocha Soares
Suspeitas: o parlamentar solicitou e recebeu a soma de R$ 950 mil, a pretexto de auxílio à campanha eleitoral dele e do pai César Maia
Crimes: corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro
Outro lado: O presidente da Câmara afirmou que "todas as contribuições recebidas em campanha eleitoral foram devidamente oficializadas"

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