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Política

Bolsonaro inicia dieta oral e apresenta evolução clínica, diz boletim

Do UOL, em São Paulo

25/09/2020 17h41

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido), submetido hoje a uma cirurgia para retirar cálculo da bexiga, apresenta evolução em seu quadro, indica o boletim médico enviado ao fim da tarde pela Secretaria Especial de Comunicação Social.

Segundo os médicos que o acompanham, ele está afebril, iniciou a dieta oral e caminhou em seu quarto.

"O Presidente da República Jair Bolsonaro apresenta ótima evolução clínica após a intervenção cirúrgica realizada hoje pela manhã. Segue sem intercorrências, afebril e em uso de sonda vesical, sem sangramentos. Iniciou dieta oral e caminhou no quarto", diz o boletim, assinado pelo cardiologista Leandro Santini Echenique, pelo urologista Leonardo Lima Borges e pelo Diretor-Superintendente do Hospital Israelita Albert Einstein, Miguel Cendoroglo.

O chefe do Executivo retirou hoje um cálculo na bexiga em cirurgia que durou uma hora e meia e foi realizada no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. É esperado que ele retorne ao trabalho em Brasília já na segunda-feira (28), pois a recuperação é apontada como simples.

Bolsonaro convivia há pelo menos cinco anos com a pedra na bexiga e, segundo o próprio, a indicação cirúrgica ocorreu para que ela não provocasse lesões no aparelho urinário. Ele anunciou que faria o procedimento cirúrgico em conversa com apoiadores, na entrada do Palácio do Alvorada, em 1º de setembro.

Sexta cirurgia em dois anos

É a quinta vez em dois anos que o presidente se submete a uma cirurgia para evitar complicações na saúde — as quatro anteriores ocorreram por causa da facada sofrida durante a campanha eleitoral de 2018, em Juiz de Fora (MG). Além disso, Bolsonaro passou por uma vasectomia em janeiro.

A primeira das quatro foi feita ainda na Santa Casa de Juiz de Fora, em 6 de setembro de 2018. Depois, foi transferido para o Hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde foi operado em 12 de setembro, em razão de complicação causada pela aderência das paredes do intestino. No mesmo hospital, em 28 de janeiro de 2019, foi retirada a bolsa de colostomia.

A última cirurgia ocorreu há um ano, para a retirada de uma hérnia.

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