PUBLICIDADE
Topo

Coronavírus

Coronavírus já infectou 3 milhões de pessoas no mundo, diz levantamento

Getty Images
Imagem: Getty Images

Do UOL, em São Paulo*

27/04/2020 15h46Atualizada em 27/04/2020 15h52

O número de pessoas infectadas pelo novo coronavírus no mundo chegou a 3 milhões, segundo levantamento da Universidade Johns Hopkins (Estados Unidos), divulgado hoje. O número de mortos, por sua vez, é de 207.431 mil.

A instituição mostrou que quase um terço das pessoas com covid-19 no mundo estão nos Estados Unidos, que o país com maior número de casos confirmados (965.933 diagnósticos positivos) e também com o maior número de mortes (54.000).

Na sequência no ranking de infectados estão Espanha (236.199), Itália (197.675), França (162.220) e Alemanha (157.781). O Brasil aparece na 11ª posição com 63.100 casos confirmados.

Os países que registraram mais mortes depois dos EUA são Itália (26.644), Espanha (23.521), França (22.856) e Reino Unido (20.732).

Os primeiros 41 casos foram confirmados em Wuhan, na China, no dia 10 de janeiro. As três milhões de infecções confirmadas em menos de quatro meses são comparáveis aos cerca de 3 a 5 milhões de casos de doenças graves causadas pela gripe sazonal em todo o planeta a cada ano, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Em média, 82 mil casos foram relatados por dia na última semana. Mais de um quarto de todos os casos estão nos EUA, e mais de 43% foram comunicados na Europa.

Coronavírus no Brasil

De acordo com o balanço divulgado ontem pelo Ministério da Saúde, subiu para 4.205 o número de mortes pelo novo coronavírus no Brasil — aumento de 189 óbitos em 24 horas.

No total, são 61.888 casos oficiais no país, segundo os dados mais recentes do ministério, com 3.379 novos casos. Segundo a pasta, ao menos 27.531 pacientes estão em acompanhamento e mais de 30.152 já se recuperaram. 1.322 óbitos seguem em investigação

A taxa de letalidade — que compara os casos totais pelos números de óbitos confirmados — é de 6,8%, segundo o governo.

*Com informações da Reuters

Coronavírus