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8 meses

Saúde promete acelerar vacinação no Amazonas com apoio do Exército

As doses do imunizante contra a covid-19 serão aplicadas em pessoas a partir dos 50 anos, segundo o Ministério da Saúde - EFE
As doses do imunizante contra a covid-19 serão aplicadas em pessoas a partir dos 50 anos, segundo o Ministério da Saúde Imagem: EFE

Do UOL, em São Paulo

15/02/2021 13h41Atualizada em 15/02/2021 13h55

O Ministério da Saúde pretende acelerar a vacinação em Manaus, no Amazonas, por meio de um projeto-piloto que integra o Plano de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19. Segundo informações divulgadas pela pasta nesta segunda-feira (15), o intuito é antecipar imunizantes para a população a partir dos 50 anos.

O Comitê de Crise instalado no Centro Integrado de Comando e Controle discute o projeto na capital amazonense. Além das unidades básicas de saúde, o ministério conta com o apoio do Exército para aplicar as doses nas zonas eleitorais. O uso dos locais de votação será utilizado como estratégia para descentralizar a campanha de vacinação das unidades de saúde.

A recomendação do Ministério da Saúde é que cada cidadão que está dentro da faixa etária a ser imunizada procure sua zona eleitoral para receber o imunizante no prazo de aplicação das doses, que será divulgado.

Ministério afirma que Amazonas terá doses suficientes para o projeto-piloto

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou em Manaus que enviará doses suficientes para acelerar o Plano Nacional de Vacinação na região, para alcançar o público de 50 anos de idade.

De acordo com a pasta, a vacinação vai ter início imediato após a liberação do lote para os estados. A previsão é que o Ministério da Saúde receba os imunizantes contra a covid-19 no dia 22 de fevereiro, mesmo dia em que será levada para Manaus e para o interior do estado do Amazonas.

A primeira etapa da campanha conta com as doses aprovadas para uso emergencial pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e disponibilizadas pelos laboratórios.

O Ministério da Saúde afirma que o Brasil tem 354 milhões de doses de vacinas garantidas para 2021, por meio dos acordos com a Fiocruz (212,4 milhões de doses), Butantan (100 milhões de doses) e Covax Facility (42,5 milhões de doses).

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