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Covid: Prefeito diz que Salvador vive pior momento e cogita mais restrições

 O Bruno Reis (DEM), prefeito de Salvador, durante coletiva no Wish Hotel da Bahia - TIAGO CALDAS/ESTADÃO CONTEÚDO
O Bruno Reis (DEM), prefeito de Salvador, durante coletiva no Wish Hotel da Bahia Imagem: TIAGO CALDAS/ESTADÃO CONTEÚDO

Do UOL, em São Paulo

25/02/2021 16h26

Depois que o governo da Bahia decretou a suspensão de todas as atividades não essenciais durante este fim de semana, o prefeito de Salvador, Bruno Reis (DEM), disse que a cidade vive o pior momento da pandemia do novo coronavírus e não descartou novas restrições na cidade. A declaração foi dada hoje em entrevista à CNN.

"Estamos praticamente com um colapso na saúde pública e privada da Bahia. Não descartamos a prorrogação e nem medidas mais duras como antecipação de toque de recolher ou lockdown", afirmou Reis. "Está evidente diante dos números que existem outras cepas mais duras circulando".

Na Bahia, a ocupação em vagas de UTI (Unidades de Terapia Intensiva) para covid-19 chegou ao patamar de 83% pela primeira vez desde o início da pandemia. Com a restrição do final de semana, fica proibido o funcionamento de bares, restaurantes, shoppings e comércio de rua. Os supermercados não poderão vender bebida alcoólica, mas entregas por delivery estão autorizadas até a 0h.

"Salvador está enfrentando o pior momento da pandemia desde que o vírus chegou na cidade. As praias já estão todas 'tapumadas', parques públicos, campos e quadras de futebol estão sem iluminação e fechamos com cadeados".

Ainda segundo Bruno Reis, houve diálogo entre comércio, associações e prefeitura para a tomada de decisão. "Houve entendimento que deveríamos adotar essas medidas. Sugerimos ao governo do estado que o fizesse e o governador, conversando com prefeitos de outras regiões, adotou o fechamento", afirmou. "Não adianta Salvador adotar e uma cidade vizinha não porque as pessoas vão aglomerar".

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