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Secretário de Saúde do DF revoga férias em meio a alta de casos de covid

Secretário de Saúde do DF revoga férias em meio a alta de casos de covid - Breno Esaki/Agência Saúde
Secretário de Saúde do DF revoga férias em meio a alta de casos de covid Imagem: Breno Esaki/Agência Saúde

Colaboração para o UOL, em São Paulo

01/03/2021 17h30Atualizada em 01/03/2021 17h40

O secretário de Saúde do Distrito Federal, Osnei Okumoto, solicitou a revogação de suas próprias férias em meio a alta de casos de covid-19 no estado. As férias de Oskumoto haviam sido publicadas no Diário Oficial (DODF) de hoje.

"O secretário de Saúde, Osnei Okumoto, já solicitou a revogação das férias, que estavam marcadas desde o ano passado. Essa revogação ainda não foi publicada", disse a secretária de Saúde do DF em texto.

A pasta afirmou ainda que o secretário esteve presente e conduziu uma reunião do Comitê de Crise da Secretaria de Saúde para a mobilização de novos leitos de UTI realizada ontem a noite. De acordo com a secretaria, Okumoto está trabalhando hoje.

Osnei Okumoto assumiu como secretário de Saúde do DF em agosto do ano passado. Ele já havia ocupado o cargo anteriormente, mas foi exonerado da posição em março de 2020.

Lockdown no DF

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, afirmou que as medidas restritivas impostas em decreto assinado por ele na última sexta-feira são necessárias para conter o avanço da covid-19 no estado.

"Ou nós interrompemos o fluxo de pessoas ou a crise não vai ter fim. Estávamos num momento de ascensão da taxa de contaminação e é preciso interromper esse ciclo. Por isso estamos reduzindo o fluxo de pessoas", explicou Ibaneis em postagem em sua rede social nesta tarde.

Na publicação, Ibaneis disse ainda que as medidas foram tomadas para evitar que faltem leitos e vagas nos hospitais para a população e que reduzir a circulação de pessoas é "a única forma de conter o vírus".

"Eu disse aos empresários que nenhum dos setores da economia é culpado pela disseminação do vírus. Há mais contaminação em alguns deles, é certo, mas não se pode culpar ninguém. Mas é preciso reduzir a circulação de pessoas na cidade", disse ele.

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