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1 mês

Covid: Brasil registra 401 novas mortes e média móvel abaixo de 400

A média móvel ficou pelo nono dia seguido abaixo de 400, com 380 - Buda Mendes/Getty Images
A média móvel ficou pelo nono dia seguido abaixo de 400, com 380 Imagem: Buda Mendes/Getty Images

Ana Paula Bimbati, Sara Baptista e Ricardo Espina

Do UOL e colaboração para o UOL, em São Paulo

20/10/2021 18h35

O Brasil registrou 401 mortes de covid-19 nas últimas 24 horas, elevando o total a 604.303 desde o início da pandemia. Os números foram obtidos pelo consórcio de veículos de imprensa, do qual o UOL faz parte, junto às secretarias estaduais de Saúde.

Com a atualização de hoje, a média móvel ficou abaixo de 400 pelo nono dia seguido, com 380. O índice é considerado o melhor indicador para analisar a pandemia, pois corrige as flutuações nos dados das secretarias de saúde, que ocorrem aos fins de semana e feriados.

A média dos últimos sete dias é comparada com o mesmo índice de 14 dias atrás. Se ficar abaixo de -15%, indica tendência de queda; acima de 15%, está em aceleração; entre esses dois valores, estabilidade.

Acre, Amapá, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Norte não registraram nenhuma morte em decorrência da covid-19 nas últimas 24 horas.

Desde as 20h de ontem, o Brasil também registrou 15.729 novos casos de coronavírus — a média móvel de diagnósticos positivos é de 11.933. No total, já foram feitos 21.680.272 diagnósticos da doença desde o início da pandemia.

Onze estados e o Distrito Federal apresentaram estabilidade na média. Oito estão em queda e sete registraram alta. O Brasil se mantém estável, com -13%.

Das regiões, apenas o Sul teve alta, com 21%. Sudeste apresentou queda de -28%. Já o Centro-Oeste, Nordeste e Norte apresentaram estabilidade de -13%, 4% e 13%, respectivamente.

Veja a situação por estado e no Distrito Federal

Região Sudeste

  • Espírito Santo: estável (11%)
  • Minas Gerais: queda (-25%)
  • Rio de Janeiro: queda (-25%)
  • São Paulo: queda (-37%)

Região Norte

  • Acre: estável (0%) *não registrou mortes nas últimas 24 horas
  • Amazonas: queda (-35%)
  • Amapá: queda (-40%) *não registrou mortes nas últimas 24 horas
  • Pará: estável (-12%)
  • Rondônia: estável (8%)
  • Roraima: alta (300%)
  • Tocantins: alta (53%)

Região Nordeste

  • Alagoas: estável (-5%)
  • Bahia: alta (24%)
  • Ceará: alta (27%)
  • Maranhão: queda (-28%)
  • Paraíba: estável (5%)
  • Pernambuco: queda (-26%)
  • Piauí: alta (56%)
  • Rio Grande do Norte: estável (10%) *não registrou mortes nas últimas 24 horas
  • Sergipe: estável (0%)

Região Centro-Oeste

  • Distrito Federal: estável (-8%)
  • Goiás: estável (-15%)
  • Mato Grosso: estável (-3%)
  • Mato Grosso do Sul: queda (-23%) *não registrou mortes nas últimas 24 horas

Região Sul

  • Paraná: alta (22%)
  • Rio Grande do Sul: alta (34%)
  • Santa Catarina: estável (2%)

Dados do Ministério da Saúde

Em boletim divulgado hoje, o Ministério da Saúde informou que o Brasil registrou 373 novas mortes provocadas pela covid-19 nas últimas 24 horas. Desde o começo da pandemia, a doença causou 604.228 óbitos em todo o país.

Segundo os dados da pasta, foram notificados 15.609 diagnósticos positivos para o novo coronavírus no Brasil entre ontem e hoje, elevando o total de infectados para 21.680.488 desde março de 2020.

De acordo com o governo federal, 20.861.055 casos recuperados de covid-19 ocorreram em todo o país até o momento, com outros 215.205 em acompanhamento.

Veículos se unem pela informação

Em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia de covid-19, os veículos de comunicação UOL, O Estado de S. Paulo, Folha de S.Paulo, O Globo, g1 e Extra formaram um consórcio para trabalhar de forma colaborativa para buscar as informações necessárias diretamente nas secretarias estaduais de Saúde das 27 unidades da Federação.

O governo federal, por meio do Ministério da Saúde, deveria ser a fonte natural desses números, mas atitudes de autoridades e do próprio presidente durante a pandemia colocam em dúvida a disponibilidade dos dados e sua precisão.

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