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Nunca achei que fosse ter fãs, conta o Mister Brasil 2012

Divulgação/Mister Brasil Oficial
O gaúcho William Rech, 25, Mister Brasil 2012 Imagem: Divulgação/Mister Brasil Oficial

Bárbara Paludeti

Do UOL, em Mangaratiba (RJ)

04/04/2013 06h00

O gaúcho Willian Rech tem 25 anos, 1,80 m de altura, é natural da cidade de Novo Hamburgo (RS), trabalha como produtor de eventos e modelo, é estudante de comércio exterior, já foi jogador de futebol e é torcedor do Internacional. Ele fala inglês, espanhol, curte sertanejo universitário e gostaria de conhecer o Dalai Lama.

Trata-se do Mister Brasil 2012, que na noite desta sexta-feira (5) vai entregar a faixa de homem mais bonito do Brasil para o seu sucessor, eleito entre 39 candidatos representantes de Estados, ilhas e arquipélagos brasileiros.

O Mister Brasil 2013 acontece em Mangaratiba (RJ) com transmissão exclusiva do UOL.

Em um ano como mister, William contou que o carinho das pessoas foi um dos pontos mais positivos de carregar a faixa, no entanto, um título de beleza nacional também dá uma visibilidade que causa inveja e comentários negativos ao mesmo tempo. Além disso, o bonitão se surpreendeu com a repercussão de seu título: "nunca achei que fosse ter fãs", conta.

Leia a entrevista completa:

UOL: Fazendo um balanço, o que representou esse título na sua vida?
William Rech:
Representou um crescimento e evolução em todos os sentidos.

UOL: O que você aprendeu neste ano de reinado?
Rech:
Aprendi e percebi a força que uma pessoa pública tem em relação ao mundo. Uma ação positiva dela pode fazer a diferença em qualquer aspecto.

UOL: O que este um ano como mister te proporcionou?
Rech:
Me proporcionou muitas coisas, como participar de mais eventos, conhecer muitas pessoas, lugares, culturas, fazer contatos... e isso não tem preço.

UOL: O que acha que fez que não faria se não fosse mister?
Rech:
Não tem nada que não faria, se fui mister é porque estava de acordo com o perfil exigido e procurei fazer tudo e seguir com todas as obrigações, tendo o MAIOR PRAZER e SATISFAÇÃO.

UOL: O que de mais legal você fez como mister?
Rech:
Ah, o Mister Mundo na Inglaterra foi o momento mais marcante e que nunca sairá da minha mente. Ser o Brasil no mundo foi uma imensa responsabilidade e experiência incrível, além de conhecer vários candidatos (países), fazer amigos e trocar informações. Lá eu procurei passar a todos que o Brasil não é só o país do futebol e Carnaval, mas que tem muitas outras coisas interessantes a serem valorizadas.

UOL: Quais os pontos positivos e negativos de ser mister?
Rech:
Positivo é o carinho que se recebe onde for. É uma representatividade que tanto busquei, e que só é confirmada com elogios que recebo, fotos que tiro e autógrafos que dou. Nunca imaginaria que fosse ter fãs na vida. É o reconhecimento do meu trabalho.

Negativo é a inveja que percebo e que me rodeia, mas que sei que tem em todo o lugar, porém a pessoa sendo detentor de um título de beleza isso se torna mais acentuado. Pessoas falam coisas ao vento de ti sem ao menos te conhecer, isso chateia, mas sei que é minoria.

UOL: Qual é o maior orgulho que você tem do Brasil?
Rech:
Além das belezas naturais e dessa miscigenação ímpar, a reciprocidade e o calor humano do brasileiro são nossos pontos fortes e visíveis. Não troco meu país por nada!

UOL: O que falta para um brasileiro vencer o Mister Mundo novamente?
Rech:
Falta um equilíbrio maior, além da fluência no inglês. O Mister World é um concurso diferente de qualquer outro do gênero. É para o homem completo: bonito, inteligente, atlético e POLÍTICO, e para ser político é necessário ter fluência no inglês, buscando um melhor entendimento de todos.

UOL: Que conselho você dá para os rapazes que querem ser misters?
Rech:
Muito foco, determinação, VONTADE em ser MISTER, em representar a beleza, força e essência do homem brasileiro aqui dentro do nosso país e também no exterior.

UOL: O que fará daqui para frente quando entregar a faixa?
Rech:
Quero continuar engajado com o concurso e divulgando cada vez mais o Mister Rio Grande do Sul (meu Estado) e o Mister Brasil, para que em um dia muito próximo, estes concursos consigam ser tão reconhecidos quanto os de miss. Ainda os vejo televisionados abertamente. Pretendo retornar os estudos, me formar em comércio exterior, iniciar um curso de relações públicas e continuar trabalhando como produtor de eventos.