Presos gêmeos canadenses culpados de terrorismo

Ottawa, 26 Ago 2016 (AFP) - Irmãos gêmeos canadenses que esperavam para se juntar ao grupo Estado Islâmico (EI) foram condenados por crimes "terroristas" e sentenciados nesta sexta-feira à prisão, anunciaram os promotores.

Os irmãos, Ashton e Carlos Larmon, de 25 anos, receberam sentenças de dezessete e sete anos de prisão, respectivamente.

Um terceiro homem, Suliman Mohamed, com 23 anos, enfrentará sete anos de prisão por conspirar com os gêmeos.

No tribunal, o promotor Douglas Curliss descreveu Ashton como o "organizador e diretor" do grupo extremista não-especificado.

A polícia alegou que ele encorajou outras pessoas a entrar para o extremismo depois que sua mãe alertou às autoridades de seu plano de viajar para a Síria e se juntar ao EI em 2013 - mas o governo revogou seu passaporte.

Mais tarde, em outubro de 2014, quando um homem armado atirou e matou um guarda para invadir o Parlamento em Ottawa, Ashton supostamente teria se gabado com um agente disfarçado de que teria "planos maiores."

Horas depois de sua prisão em janeiro de 2015, após uma longa investigação, seu irmão Carlos foi detido enquanto embarcava em um voo no aeroporto internacional de Montreal.

Carlos admitiu no tribunal que estava planejando entrar para o grupo EI na Síria.

No momento das prisões, o trio foi apresentado pela Real Polícia Montada do Canadá como um "grupo" extremista.

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