Uma Pussy Riot é condenada a serviços comunitários

Moscou, 21 dez 2017 (AFP) - Uma integrante do grupo russo Pussy Riot, Maria Alekhina, foi condenada nesta quinta-feira a 40 horas de serviços comunitários por ter exibido uma faixa com a palavra "executores" em frente à sede dos serviços de segurança FSB.

Alekhina, de 29 anos, foi presa na quarta-feira depois de exibir a faixa em letras vermelhas na Praça Lubyanka, no centro de Moscou.

A jovem foi acusada de "participação em uma manifestação não autorizada" pelas autoridades e poderia ser sentenciada até 15 dias de prisão.

A Rússia comemorou na quarta o "Dia dos membros das forças de segurança".

Este ano foi o centenário da criação da polícia política soviética, a Cheka, conhecida especialmente por execuções em massa durante a guerra civil russa. Seus sucessores, sob o nome de NKVD e depois KGB, aplicaram o terror estalinista e a repressão contra dissidentes.

Condenada em agosto de 2012, com duas outras jovens, a dois anos de prisão por ter cantado uma oração "anti-Putin" em uma catedral de Moscou, Maria Alekhina foi agraciada em dezembro de 2013, pouco antes do final da sentença, pelo presidente Vladimir Putin.

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