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EUA registram 1.813 mortes causadas pelo coronavírus em 24 horas

Mulher usa máscara contra coronavírus nos Estados Unidos (EUA) - John Moore/Getty Images
Mulher usa máscara contra coronavírus nos Estados Unidos (EUA) Imagem: John Moore/Getty Images

em Washington (EUA)

13/05/2020 22h12

O número de mortes causadas pelo novo coronavírus em 24 horas nos Estados Unidos subiu para 1.813 hoje.

A cifra é próxima à registrada ontem (1.894), o que eleva o número total de vítimas fatais no país a 84.059. As informações foram calculadas e publicadas pela Universidade Johns Hopkins.

O país é o mais afetado no mundo por mortes e casos da covid-19 e registra 1.389.935 infectados, de acordo com o centro de Baltimore.

Dois membros de uma mesma família morream em decorrência da covid-19 nos Estados Unidos no intervalo de 16 dias.

Roubo de pesquisas sobre vacinas?

Enquanto isso, autoridades americanas emitiram um aviso oficial hoje para alertar os cientistas dos Estados Unidos sobre supostos esforços da China para tentar roubar pesquisas e propriedades intelectuais relacionadas a tratamentos e vacinas para a covid-19.

"As tentativas da China nesses setores representam uma ameaça significativa à resposta de nossas nações à covid-19", disseram o FBI e a agência de segurança cibernética dos Estados Unidos em comunicado.

"Os setores de saúde, farmacêutico e de pesquisa que trabalham com respostas à covid-19 devem estar cientes de que são os primeiros alvos dessa atividade e devem tomar as medidas necessárias para proteger seus sistemas", advertiram.

O FBI diz que está investigando "atores cibernéticos e informantes não tradicionais afiliados à República Popular da China" suspeitos de quererem roubar itens protegidos por propriedade intelectual.

Seriam hackers, mas também pesquisadores e estudantes que, segundo o governo Donald Trump, foram estimulados a roubar informações de dentro dos institutos universitários ou laboratórios públicos em que trabalham.

Essa acusação, rejeitada pelas autoridades chinesas, pode complicar ainda mais as relações entre Washington e Pequim, já muito tensas após o surgimento do novo coronavírus na cidade chinesa de Wuhan no final de 2019.