Violência em São Paulo

Policiais são presos acusados de extorquir envolvidos no assalto à Protege

Em São Paulo

  • Epitácio Pessoa/Estadão Conteúdo

Uma operação desencadeada pela Corregedoria da Polícia Civil e pelo Ministério Público Estadual na manhã desta terça-feira (26), em Campinas (SP), prendeu policiais civis e um advogado suspeitos de estarem extorquindo os envolvidos no assalto milionário à empresa de valores Protege, ocorrido em 14 de março. A força-tarefa formada pelos corregedores e promotores do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) do MPE (Ministério Público Estadual) encontrou grande quantidade de dinheiro na casa de um dos detidos, um investigador da Polícia Civil que atuava no caso.

Os maços de cédulas foram colocados num saco plástico e levados para a sede da corregedoria. Não haviam informações precisas sobre o número de pessoas detidas. O Deinter 2 (Departamento de Polícia Judiciária do Interior), com sede em Campinas, informou que a operação ainda estava em andamento e não poderiam ser dados mais detalhes.

O assalto aconteceu no dia 14 de março, quando uma quadrilha fortemente armada invadiu a sede da Protege, em Campinas, explodiu paredes e cofres e fugiu levando cerca de R$ 50 milhões. Os criminosos fizeram disparos contra imóveis vizinhos e incendiaram veículos nas vias de acesso para dificultar a perseguição. Seis suspeitos de participação no assalto foram presos nas semanas seguintes.

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