Violência no Rio

Movimento de mulheres e parentes de PMs perde força em batalhões do Rio

No Rio

  • Marcos Arcoverde/Estadão Conteúdo

    10.fev.2017 - O 18º Batalhão em Jacarepaguá, na zona oeste do Rio, era um dos que tinha maior adesão de mulheres de policiais militares

    10.fev.2017 - O 18º Batalhão em Jacarepaguá, na zona oeste do Rio, era um dos que tinha maior adesão de mulheres de policiais militares

O movimento de bloqueio de batalhões da Polícia Militar protagonizado por mulheres e parentes de policiais perdeu força em algumas unidades da corporação no Rio de Janeiro na manhã desta terça-feira (14). No 6º Batalhão (Tijuca), na zona norte, onde o movimento era mais forte, os policiais já conseguem sair sem bloqueio nas portas.

O mesmo acontece nos batalhões de Jacarepaguá (18º), na zona oeste, e Rocha Miranda (9º), na zona norte. No Batalhão de Choque, na região central, porém, o movimento das mulheres continua forte.

Na última segunda-feira, 13, familiares dos PMs que participam do motim se reuniram com o procurador-geral de Justiça do Rio, Eduardo Gussem. Eles pediram que não haja punição aos policiais por causa da paralisação.

Segundo o Ministério Público, os procuradores e promotores alegaram que "é preciso que o movimento continue agindo dentro da legalidade para que receba o apoio do MP".

"A nossa preocupação é que não haja nenhum tipo de radicalismo por nenhuma das partes. Não podemos desconsiderar, no entanto, o momento difícil pelo qual passa o Estado. Talvez algumas reivindicações, embora justas, possam não ser atendidas de imediato", disse Gussem.

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