Minha relação com Alckmin é indivisível, não racha, diz Doria

Altamiro Silva Junio

São Paulo

  • Divulgação

O prefeito de São Paulo, João Doria, afirmou neste sábado (24) não ser candidato em 2018 e declarou que sua relação com o governador Geraldo Alckmin é "indivisível". "Não sou candidato a nada, a governador, a presidente, sou candidato a ser um bom prefeito", disse ele durante evento em Barueri.

"Minha relação com Geraldo Alckmin é indivisível. Ninguém nos separa, ninguém nos arranha, ninguém nos racha, é uma amizade de 37 anos", afirmou o prefeito de São Paulo, destacando que esta relação não foi forjada na política e na vida pública e sim no dia a dia. "Tenho enorme respeito por Geraldo Alckmin como cidadão, como político, como pai de família, como marido e como brasileiro."

O prefeito disse que foi o PT, e os ex-presidentes pelo partido, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, que o motivaram a "sair da zona de conforto como empresário" e entrar na política, se candidatando para prefeito da capital. "Eles quase arrasaram o país"

Doria afirmou ainda que o PSDB não faz defesa do governo de Michel Temer, mas uma defesa do Brasil. Apesar da crise política, o prefeito afirmou que a democracia está de pé no país.

Temos que defender o país, temos que proteger o país." Neste momento ele voltou a falar do PT, ressaltando que o partido é o inimigo do Brasil. Só na prefeitura de São Paulo, Doria afirmou ter herdado um rombo de R$ 7,5 bilhões.

Ao comentar sobre o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, Doria disse que não falaria mal do petista. "Até porque dentro do PT ele tem uma postura honesta, o que é uma raridade no partido. O partido dele sim, que tem um manual de desonestidade", afirmou Dória, ressaltando que muitos membros da sigla ou estão presos ou com tornozeleiras.

Doria participou em Barueri do seminário Região Metropolitana de São Paulo, organizado pelo Instituto Teotônio Vilela e que reuniu prefeitos de cidades como Mogi das Cruzes, além de lideranças do PSDB.

Doria disse que assumiu o comando da capital paulista como um gestor. "Estamos fazendo aquilo que o PT não sabe fazer, administrar, fazer as coisas de forma correta, decente, transparente", disse ele. "Acertamos naquilo que o PT nunca soube acertar."

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