(Continuação)Há 40 anos do golpe,'Avós' ainda veem repressão

SÃO PAULO, 24 MAR (ANSA) - (CONTINUAÇÃO) ANSA: O que vocês esperam do governo do novo presidente argentino, Mauricio Macri? Stella: Esperamos que passe logo (Risos). Em nem cem dias de governo, já fez muitas coisas incorretas, como as demissões massivas de trabalhadores (públicos), como o encontro com o fundos abutres para pedir empréstimos que depois são impagáveis, existem muitíssimas coisas das quais não gostamos e que não gostaríamos que tivessem acontecido. No entanto, temos diálogo, pois na democracia é preciso diálogo, nos encontramos com ele e parte de seu Gabinete, eles nos escutaram e esperamos que atendam nossos pedidos.   

ANSA: E qual sua opinião sobre os 12 anos de kirchnerismo? Stella: Foram 12 anos, tanto de Néstor (Kirchner) quanto de Cristina (Kirchner), de um avanço enorme em todos os âmbitos dos direitos humanos de um povo, foi uma época em que toda a população podia ter trabalho, que, por sorte, tínhamos uma menor porcentagem de desempregados, e todos podiam ter sua casa, foi criado um plano de construção de vivendas, bom, fizeram tantas coisas. Especialmente por nós, nos levaram em conta, nos consultaram, fomos parte ativa do governo como organização não governamental. Foi uma época muito boa e por isso essa mudança de gestão nos afeta tanto, porque é o oposto do governo de Néstor e Cristina. Mas são processos que começam e terminam e vamos tratar de fazer tudo o que pudermos e na medida que nos permitirem. (ANSA)
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