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Ivanka assume cadeira de Trump no G20 e causa polêmica

09/07/2017 15h46

WASHINGTON, 9 JUL (ANSA) - Mais uma vez, a família Trump se envolveu em uma polêmica internacional. No sábado (8), durante uma das reuniões do G20 (que reúne os líderes das maiores economias do mundo), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, precisou se ausentar dos debates para uma reunião bilateral.   

O fato é comum e, durante as longas horas de reunião, é normal que um presidente ou um premier deixe seu posto em algum momento.   

No entanto, o que causou revolta nos norte-americanos foi o fato de que quem sentou no lugar de Trump foi a filha, Ivanka, que não exerce nenhum cargo formal no governo - sendo apenas "conselheira" do pai. Segundo os europeus, é a primeira vez na história que um familiar senta no posto de um chefe de Estado.   

A foto foi compartilhada nas redes sociais e logo a polêmica se instaurou. Ivanka aparece entre a premier britânica, Theresa May, e o presidente chinês, Xi Jinping.   

"Caso um membro de seu gabinete estivesse presente, era ele quem deveria representar os EUA. A cadeira é dos EUA e não da família Trump", disse o senador democrata Chris Coons.   

Já o estrategista da campanha presidencial do ex-presidente George W. Bush, Matthew Dowd, questionou. "Vocês podem imaginar o que os fãs republicanos e de Trump fariam se Chelsea [Clinton] ou Malia [Obama] fizessem a mesma coisa? Nós somos uma República, não uma monarquia", disse Dowd.   

A deputada democrata Maxine Waters destacou que o "presidente dos EUA deveria estar lá para nos representar e não para dar à filha a chance de brilhar ao sol". Na mídia, que já faz duras críticas ao mandatário, classificou o episódio como "vindo de uma República de Bananas" ou de um "tapa na cara dos norte-americanos". (ANSA)
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