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Genro de Trump usou email pessoal na Casa Branca, diz site

25/09/2017 16h16

NOVA YORK, 25 SET (ANSA) - O genro e assessor do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Jared Kusher, usou uma conta de e-mail privada em paralelo à oficial da Casa Branca para trocar mensagens com outros funcionários do governo norte-americano, denunciou neste domingo (24) o site "Político.   

De acordo com o portal, os e-mails contém conversas sobre cobertura midiática, planejamento de eventos e outros assuntos.   

O advogado de Kushner, Abbe Lowell, afirmou que o marido de Ivana Trump, filho do magnata, cumpre as normas de documentação do governo.   

Durante sua campanha em 2016, Trump atacava com frequência a adversária democrata Hillary Clinton por ter usado um servidor privado de mensagens eletrônicas quando ainda era secretária de Estado no governo de Barack Obama. Na ocasião, ele chegou a afirmar que a rival deveria "ir para a cadeia".   

Após investigação, o FBI recomendou que não fossem apresentadas acusações contra Hillary, mas destacou que a democrata havia sido "extremamente descuidada" para administrar informação sensível.   

Segundo o "Político", outros funcionários da alta hierarquia do governo de Trump também utilizaram contas privadas de e-mail, entre eles o ex-chefe de gabinete Reince Priebus, o ex-estrategista Steve Banon e o conselheiro econômico Gary Cohn.   

A publicação ainda relata que não há evidências de que os e-mails incluíssem conteúdos altamente sigilosos, mas a atitude poderia significar uma infração à Lei de Registros Presidenciais, que exige que todos os documentos relacionados a atividades pessoais e oficiais do presidente sejam arquivados.   

Em comunicado, a defesa de Kushner disse que "menos de 100 e-mails de janeiro a agosto foram enviados ou respondidos pelo Sr. Kushner a colegas na Casa Branca a partir de sua conta de e-mail pessoal".   

Além da polêmica sobre os e-mails, o genro de Trump enfrenta uma investigação pelo suposto concluio da campanha do republicano com a Rússia para interferir nas eleições de 2016. (ANSA)
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