MPF nega negligência da Chape em contratar empresa aérea

SÃO PAULO, 27 OUT (ANSA) - O Ministério Público Federal de Chapecó, em Santa Catarina, concluiu que a Chapecoense não foi negligente na contratação da companhia aérea LaMia, dona do avião que provocou a maior tragédia da história do futebol brasileiro em 2016.   


"Não se identificou qualquer conduta negligente ou imprudente por parte dos dirigentes da Associação Chapecoense de Futebol que efetivaram a contratação da empresa LaMia. Além disso, não surgiu qualquer elemento que indicasse ter havido pagamento de valor indevido ou outro interesse escuso na contratação da empresa aérea", explicou em nota o MPF.   


As investigações sobre o acidente aéreo começaram em dezembro do ano passado, após uma reunião com os membros do Ministério Público da Bolívia e Venezula. O objetivo era identificar os possíveis culpados do ocorrido.   


Segundo o comunicado, não foi encontrada nenhuma evidência que algum brasileiro tenha responsabilidade com a tragédia, sendo a principal causa da queda do avião a falta de combustível no momento do voo. A aeronave que estava a delegação da Chapecoese caiu no dia 29 de novembro de 2016, perto de Medellín, na Colômbia, e provocou a morte de 71 pessoas. (ANSA)
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