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Número de casos de varíola de macacos na Itália sobe para 10

Tubos de ensaio rotulados como "Vírus de varíola de macaco positivo" são vistos nesta ilustração em 22 de maio - CDC/via REUTERS
Tubos de ensaio rotulados como "Vírus de varíola de macaco positivo" são vistos nesta ilustração em 22 de maio Imagem: CDC/via REUTERS

26/05/2022 08h58Atualizada em 26/05/2022 09h14

Subiu para 10 o número de casos confirmados de varíola de macacos na Itália, com a descoberta na noite desta quarta-feira (25) de um contágio na Emilia-Romagna, o primeiro na região.

De acordo com o governo regional, trata-se de um homem que está internado em isolamento no Hospital Sant'Orsola, em Bolonha, e seu estado de saúde é bom. Também estão em curso investigações epidemiológicas para identificar possíveis contatos.

Além da Emilia-Romagna, o país contabiliza cinco casos na capital Roma, três na região da Lombardia e um na Toscana.

De acordo com o Centro Europeu para Prevenção e controle de Doenças (ECDC), já foram registrados mais de 200 casos de varíola de macacos no mundo, desconsiderando os países onde a doença é endêmica.

Esses contágios se distribuem por 19 países, encabeçados pelo Reino Unido, com 71 diagnósticos positivos confirmados. Em seguida aparecem Espanha (51) e Portugal (37). Nenhum dos casos terminou em óbito.

O vírus pode ser transmitido por gotas de saliva e por contato com fluidos corporais e lesões cutâneas, inclusive durante relações sexuais.

Já os sintomas são semelhantes aos da varíola humana - que está erradicada no mundo desde 1980 -, como febre, dores musculares e o surgimento de bolhas na pele, embora de forma mais leve.

O nome "varíola de macacos" se deve ao fato de o vírus ter sido descoberto em colônias de símios, em 1958. Atualmente, acredita-se que os roedores sejam os principais hospedeiros do patógeno.

O primeiro caso em humanos data de 1970, na República Democrática do Congo, durante os esforços para a erradicação da varíola.

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