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Internacional

Presença brasileira na cúpula China-LAC favorecerá investimento na A.Latina

30/08/2017 15h13

Porto Alegre, 30 ago (EFE).- A presença de empresas brasileiras na cúpula China-LAC, que será realizada entre 30 de novembro e 2 de dezembro na cidade uruguaia de Punta del Este, facilitará na região os "processos de reinvestimento" de empresas chinesas que já estão presentes no Brasil.

Assim disse o diretor-executivo da agência de comércio exterior Uruguay XXI, Antonio Carámbula, que liderou nesta quarta-feira uma delegação que viajou a Porto Alegre para promover a cúpula China-LAC, a mais importante feira de negócios entre a China e a América Latina e o Caribe, que deve ter a participação de mais de 700 empresas de ambas as regiões.

O Brasil conta com "muita presença de empresas Chinesas", por isso "é muito bom" fazer este tipo de apresentações, já que a cúpula pode facilitar "os processos de reinvestimento" das empresas do gigante asiático na região, explicou Carámbula.

O diretor-executivo apontou que muitos países da América Latina têm "investimentos chineses importantes", por isso existe um "alto interesse" em aproveitar uma nova oportunidade de negócios.

"Estar na região é sempre mais amigável e mais acessível desde todos os pontos de vista em matéria de tempo e custos e ter a oportunidade de estar com empresas muito importantes que observam o que acontece na América Latina com atenção", acrescentou.

Além disso, o Carámbula destacou que sua delegação já esteve presente em São Paulo para promover a cúpula e obteve uma participação "muito boa" de empresários interessados.

"Há muito interesse, a China é hoje o principal parceiro comercial de muitos dos países da América Latina e está posicionada pelo menos entre os três mais importantes tanto em matéria de exportações como de importações", explicou.

Além das apresentações no Brasil, a Uruguay XXI esteve presente em países como Bolívia, Colômbia e Panamá e realizará nas próximas semanas visitas a Lima, Foz do Iguaçu, Paraguai e terá uma nova reunião no Panamá.

"Com isso teremos praticamente coberto grande parte da América Central, Caribe e América do sul", concluiu Carámbula.

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