Milícia curdo-síria nega acusações da Turquia sobre presença do EI em Afrin

Beirute, 24 jan (EFE).- A principal militar curdo-síria, as Unidades de Proteção Popular (YPG, na sigla em curdo), negou nesta quarta-feira a presença do grupo terrorista Estado Islâmico (EI) no enclave de Afrin, no nordeste da Síria, como afirma a Turquia.

O porta-voz das YPG, Nuri Mahmoud, disse à Agência Efe por telefone que com essas acusações a Turquia procura ocultar a presença de combatentes do EI e de outras organizações extremistas nas fileiras das facções rebeldes sírias que a apoiam.

"A Turquia quer camuflar a presença do EI, da Frente al Nusra (antigo nome da filial síria da Al Qaeda até se desvincular do grupo) e de outras organizações radicais presentes dentro das facções do Escudo do Eufrates que trabalham com o seu Exército", assegurou Mahmoud.

Os grupos do Escudo do Eufrates são as facções da oposição síria que colaboram com os soldados turcos na ofensiva contra Afrin, sob o domínio das YPG.

Desde sábado, essa região do noroeste da província de Aleppo é palco de uma campanha militar da Turquia, que assegurou que os alvos são as milícias curdas e o EI nessa zona.

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