Governo espanhol espera diminuir incertezas com debate da moção de censura
Madri, 28 mai (EFE).- O governo espanhol considera oportuno debater na quinta e na sexta-feira a moção de censura apresentada pelo Partido Socialista (PSOE) por acreditar que assim se minimiza o período de incertezas que a iniciativa socialista iniciou.
Depois que a presidente do Congresso, Ana Pastor (PP, centro-direita) concordou com o líder socialista, Pedro Sánchez, sobre realizar o debate da moção nesta semana, fontes do governo disseram à Agência Efe que trata-se de uma competência da presidente da Câmara e, portanto, será respeitada.
As fontes defendem o momento escolhido para o debate porque acreditam que a moção pode provocar tempos de incerteza que deveriam ser superados o mais rápido possível.
A incerteza é vista tanto na política como na economia, já que, segundo lembraram as fontes, logo após a moção ter sido apresentada na sexta-feira a bolsa caiu e o prêmio de risco espanhol subiu.
Além disso, ressaltaram que a moção poderia gerar uma situação de bloqueio político que poderia danificar tanto o crescimento econômico como a criação de emprego.
Por isso o governo considera bom debater logo a moção, embora especifique que a pressa parece ser "de outros" após Sánchez "ter se precipitado" na sexta-feira passada ao apresentá-la.
O PSOE, principal partido da oposição, com 84 deputados dos 350 do Congresso, apresentou em 25 de maio uma moção de censura contra o governo, um dia após uma sentença da Audiência Nacional que condenou o governamental Partido Popular (PP) por lucrar em um esquema de corrupção e apontou um "caixa 2" nesse partido.
Governo e PP insistem que Sánchez apresentou esta moção para tentar ganhar visibilidade já que não é deputado, após ter renunciado à sua cadeira porque não quis facilitar o governo de Rajoy com a sua abstenção, como decidiu o seu partido.
Por enquanto, o PSOE só solicitou o apoio da coalizão Unidos Podemos, que tem 71 cadeiras. Para a moção passar é necessária a maioria absoluta, de 176 cadeiras.
Depois que a presidente do Congresso, Ana Pastor (PP, centro-direita) concordou com o líder socialista, Pedro Sánchez, sobre realizar o debate da moção nesta semana, fontes do governo disseram à Agência Efe que trata-se de uma competência da presidente da Câmara e, portanto, será respeitada.
As fontes defendem o momento escolhido para o debate porque acreditam que a moção pode provocar tempos de incerteza que deveriam ser superados o mais rápido possível.
A incerteza é vista tanto na política como na economia, já que, segundo lembraram as fontes, logo após a moção ter sido apresentada na sexta-feira a bolsa caiu e o prêmio de risco espanhol subiu.
Além disso, ressaltaram que a moção poderia gerar uma situação de bloqueio político que poderia danificar tanto o crescimento econômico como a criação de emprego.
Por isso o governo considera bom debater logo a moção, embora especifique que a pressa parece ser "de outros" após Sánchez "ter se precipitado" na sexta-feira passada ao apresentá-la.
O PSOE, principal partido da oposição, com 84 deputados dos 350 do Congresso, apresentou em 25 de maio uma moção de censura contra o governo, um dia após uma sentença da Audiência Nacional que condenou o governamental Partido Popular (PP) por lucrar em um esquema de corrupção e apontou um "caixa 2" nesse partido.
Governo e PP insistem que Sánchez apresentou esta moção para tentar ganhar visibilidade já que não é deputado, após ter renunciado à sua cadeira porque não quis facilitar o governo de Rajoy com a sua abstenção, como decidiu o seu partido.
Por enquanto, o PSOE só solicitou o apoio da coalizão Unidos Podemos, que tem 71 cadeiras. Para a moção passar é necessária a maioria absoluta, de 176 cadeiras.
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