PUBLICIDADE
Topo

Internacional

Embaixada dos EUA faz alerta sobre protestos "violentos" contra Trump

10/07/2018 14h00

Londres, 10 jul (EFE).- A embaixada dos Estados Unidos no Reino Unido alertou nesta terça-feira em seu site que os protestos previstos durante a visita do presidente Donald Trump nesta semana podem ser "violentos".

A legação afirma que há "várias" manifestações convocadas em todo o país entre quinta-feira e sábado, embora tenha ressaltado que as mais relevantes são esperadas no centro de Londres na sexta-feira, quando Trump se reunirá com a primeira-ministra britânica, Theresa May, e a rainha Elizabeth II.

A embaixada pede aos cidadãos que mantenham a "precaução" e adverte que essas grandes concentrações de gente podem "ficar violentas" de forma "inesperada".

O alerta oficial detalha que é aconselhável ser "consciente do entorno" ao caminhar esses dias pelas ruas do Reino Unido e recomenda se manter informado através da imprensa local.

Trump e sua esposa Melania chegarão ao Reino Unido no avião presidencial Air Force One na quinta-feira pela tarde, procedentes da cúpula da Otan em Bruxelas, e essa noite serão recebidos por May na mansão campestre Blenheim, em Oxfordshire.

Na sexta-feira pela manhã, um globo gigante em forma de Trump caracterizada como um bebê será elevado perto do Palácio de Westminster, no centro de Londres, onde há convocadas diversas manifestações e protestos contra o líder americano.

Esse dia, May e Trump presenciarão um exercício militar em uma localização ainda não precisada e manterão um lanche de trabalho na residência campestre da chefe do Governo em Chequers.

Posteriormente, Trump e a primeira-dama se deslocarão ao Castelo de Windsor, no condado de Berkshire, onde se encontrarão com a rainha Elizabeth II.

Na sexta-feira, durante a noite voarão à Escócia, onde também são esperados vários protestos, tanto em Glasgow como em Edimburgo, e no domingo deixarão o Reino Unido para se dirigir à Finlândia, onde em 16 de julho se reunirá com o presidente russo, Vladimir Putin.

Internacional