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Bolsonaro fará visitas a Estados Unidos, Chile e Israel em março

A agenda das três visitas ainda está em negociação, mas já está confirmado que Bolsonaro se reunirá com os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e do Chile, Sebastián Piñera, assim como com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu - Pedro Ladeira/Folhapress
A agenda das três visitas ainda está em negociação, mas já está confirmado que Bolsonaro se reunirá com os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e do Chile, Sebastián Piñera, assim como com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu Imagem: Pedro Ladeira/Folhapress

01/03/2019 18h21

O presidente Jair Bolsonaro fará visitas oficiais em março aos Estados Unidos, Chile e Israel, três países aos quais ele vem se aproximando desde as eleições.

A agenda das três visitas ainda está em negociação, mas já está confirmado que Bolsonaro se reunirá com os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e do Chile, Sebastián Piñera, assim como com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.

O anúncio foi feito pelo ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo. A única viagem internacional realizada por Bolsonaro desde a posse foi a Davos, na Suíça, para o Fórum Econômico Mundial.

A agenda anunciada representa uma ruptura em uma tradição diplomática, que previa que a primeira viagem de um novo presidente brasileiro fosse à Argentina, principal parceiro econômico do país na América do Sul. No entanto, Bolsonaro já recebeu visita oficial do presidente argentino, Mauricio Macri, no Palácio do Planalto.

Segundo Araújo, a série de viagens para o exterior começará pelos Estados Unidos, entre os dias 17 e 19 de março. Depois, Bolsonaro vai ao Chile, entre 21 e 23 do mesmo mês.

Já a visita a Israel está programada entre os dias 31 de março e 4 de abril, de acordo com fontes oficiais em Jerusalém.

Trump anunciou em outubro do ano passado, após ligar para Bolsonaro para parabenizá-lo pela vitória nas eleições, que os EUA pretendem avançar nas negociações comerciais com o Brasil.

Bolsonaro aproveitará a visita a Washington para discutir a crise da Venezuela e o apoio dos dois países ao autoproclamado presidente interino do país, Juan Guaidó.

No Chile, Bolsonaro participará do Fórum Prosul, organizado por Piñera. O encontro é uma tentativa do presidente chileno de criar um órgão para substituir a União de Nações Sul-Americanas (Unasul), acusada por ele de ter sido dominada pela ideologia.

Por fim, a viagem a Israel é um novo passo na associação estratégica proposta por Bolsonaro a Netanyahu, que veio a Brasília no início do ano para a posse do presidente brasileiro.

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