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Espanha tem 467 mortes por covid-19 desde sexta; Incidência do vírus cai

Espanha tem 467 mortes por covid-19 desde sexta; Incidência do vírus cai - Shutterstock
Espanha tem 467 mortes por covid-19 desde sexta; Incidência do vírus cai Imagem: Shutterstock

01/03/2021 22h20

A incidência acumulada de infecções por coronavírus na Espanha em 14 dias caiu para 175 casos por 100 mil habitantes neste fim de semana, em comparação com os 193 da última sexta-feira, enquanto o número de mortes por Covid-19 nesses três dias foi de 467.

Os baixos números de incidência divulgados hoje pelo Ministério da Saúde espanhol colocam o país europeu nos níveis do início de dezembro.

"A situação está melhorando em todos os lugares, mas ainda há comunidades (autônomas) que precisam continuar melhorando", advertiu o epidemiologista Fernando Simón, porta-voz da pasta para a pandemia, em entrevista coletiva.

O balanço do Ministério observa que a ocupação das unidades de terapia intensiva, permanece alta, em 28%, quase o mesmo nível durante o pico da segunda onda da pandemia, em outubro. Isso significa que um em cada três pacientes admitidos nesse tipo de leito são da Covid-19.

De acordo com dados oficiais, desde sexta-feira, a Espanha registrou 15.978 novas infecções. No total, 3.204.531 pessoas foram infectadas e 69.609 morreram desde o início da pandemia de acordo com os dados oficiais.

"A situação que prevemos vai manter a mesma tendência, e prevemos continuar observando quedas nos próximos três ou quatro dias. Esse declínio acentuado que observamos durante as últimas semanas está suavizando", afirmou Simón.

As autoridades sanitárias detectaram nesta segunda-feira uma provável reinfecção em um caso que faz parte de um surto de 11 positivos da variante brasileira do coronavírus, a P.1, que já tem 17 notificações na Espanha. As da África do Sul vêm aumentando e totalizam 54 até hoje.

A última atualização do "Relatório sobre a situação epidemiológica da variante B.1.1.7 do SRA-CoV-2 e outras mutações de interesse" no país confirma a distribuição desigual da cepa britânica, que responde por 64% dos diagnósticos positivos em algumas comunidades, embora em outras represente apenas 4%.

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