Giro UOL traz os destaques da noite desta quarta, 04/01, para você; ouça

Alexander Vestri

Do UOL, em São Paulo

Sem omissão

O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, negou que o governo do Amazonas foi omisso no caso de fugas de detentos do sistema carcerário do estado. Moraes disse que o governo sabia de um plano de fuga armada para o fim do ano passado e tomou todas as providências, reforçando segurança e vigilância.

No dia 1º de janeiro, houve uma fuga de 72 presos do Ipat (Instituto Penal Antônio Trindade), no Amazonas. Horas mais tarde, no Compaj (Complexo Penitenciário Anísio Jobim), foi registrada uma rebelião que terminou com 56 mortos e a fuga de outros 112 detentos. Para o ministro da Justiça, um dos fatores que levaram ao massacre foi a existência de facções criminosas atuando dentro dos presídios.

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"Não tinha nenhum santo"

O governador do Amazonas, José Melo (Pros), disse que "não tinha nenhum santo" entre os 56 presos mortos durante uma rebelião no Compaj (Complexo Penitenciário Anísio Jobim), em Manaus.

O massacre no Compaj foi apontado como resultado da disputa entre as facções Família do Norte (FDN) e o PCC (Primeiro Comando da Capital). O governador culpou o tráfico de drogas e superlotações pela situação do sistema carcerário.

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Detentos recapturados

O governo do Amazonas e a SSP (Secretaria de Segurança Pública) do Estado informaram que 58 dos 184 presos que tinham fugido do Ipat (Instituto Penal Antônio Trindade) e do Compaj (Complexo Penitenciário Anísio Jobim) foram recapturados. Outros 126 continuam foragidos.

Ao menos 60 presos morreram ao todo nos dois presídios durante rebeliões no primeiro dia do ano.

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Ligações perigosas

A FDN (Família do Norte), facção criminosa apontada como responsável pela morte de 60 detentos no último dia 1º, no Amazonas, tem "conexões estreitas" com as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia). As informações foram levantadas pela Polícia Federal e pelo MPF (Ministério Público Federal) no Amazonas. Segundo investigações, a facção usava essas conexões para comercializar drogas e comprar armamento pesado.

A FDN é considerada a terceira maior facção criminosa do Brasil, atrás do CV (Comando Vermelho) e do PCC (Primeiro Comando da Capital). Ela atua, primordialmente, na região Norte e tem o controle das principais rotas de escoamento de drogas na região da tríplice fronteira entre o Brasil, Colômbia e Peru.

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Panes no Metrô

O número de panes consideradas graves nas linhas estatais do Metrô de São Paulo cresceu pelo terceiro ano seguido em 2016. Os técnicos da empresa consideram graves problemas que afetam a circulação dos trens por mais de cinco minutos além do intervalo programado.  O levantamento considerou as linhas 1-azul, 2-verde, 3-vermelha, 5-lilás e 15-prata.

Dados obtidos pelo UOL mostram que a quantidade dessas ocorrências na rede subiu constantemente nos últimos três anos: em 2013 foram 71 falhas, subindo para 73 em 2014, 76 em 2015 e 78 até outubro de 2016. A campeã de problemas graves nos dez primeiros meses de 2016 foi a 3-vermelha, com 30 panes.

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Odebrecht barrada de novo

A Justiça do Equador proibiu o governo do país de contratar a Odebrecht enquanto é feita uma investigação de supostos subornos. A empresa é investigada no país por suspeita de pagar US$ 33,5 milhões em subornos a funcionários equatorianos.

O Equador é o terceiro país da América Latina que recentemente vetou a participação da empreiteira em obras públicas. Nos últimos dias de dezembro, o Peru e o Panamá decidiram barrar a Odebrecht.

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Mercado financeiro

A Bolsa fechou em queda de 0,36%, com 61.589,06 pontos, depois de ter subido 3,73% na véspera. A baixa desta sessão foi influenciada, principalmente, pelo desempenho negativo das ações da Petrobras, da mineradora Vale, do Bradesco e do Banco do Brasil. Por outro lado, os papeis do Itaú Unibanco fecharam em alta.

Já o dólar caiu 1,35%, cotado em R$ 3,218, a segunda baixa seguida da moeda. Essa é a maior queda percentual diária desde 3 de outubro e também o menor valor de fechamento desde 9 de novembro.

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Vai doer no bolso

Dirigir vai ficar ainda mais caro. O aumento do preço da gasolina no mercado internacional deve fazer a Petrobras reajustar de novo o combustível na bomba até o fim de janeiro. A estimativa é do banco Credit Suisse.

Segundo a nova política de preços, a Petrobras pretende vender gasolina no mercado brasileiro a valores próximos aos praticados no exterior. De acordo com Iana Ferrão, analista do banco, desde o último reajuste feito pela Petrobras, em 5 de dezembro, a gasolina subiu 3,9% no mercado internacional. A previsão do banco Credit Suisse é que o combustível fique 7% mais caro no primeiro trimestre do ano.

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Contas não batem

Um estudo feito pelo Dieese mostra que o salário mínimo ideal para sustentar uma família de quatro pessoas deveria ser de R$ 3.856,23, levando em consideração o mês de dezembro. O valor é 4,38 vezes o salário em vigor no mês passado, de R$ 880.

Esse valor é calculado com base na cesta básica mais cara entre as 27 capitais. Em dezembro, o maior valor foi registrado em Porto Alegre (R$ 459,02).

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Fluxo negativo

O Brasil fechou 2016 com fluxo cambial negativo, depois de um resultado positivo em 2015. No ano passado, o país registrou saída líquida de US$ 4,252 bilhões. O fluxo cambial, que é a diferença entre a entrada e saída de dólares do país, ficou positivo em US$ 9,414 bilhões em 2015.

O Banco Central que a conta comercial teve superavit de US$ 47,308 bilhões em 2016. Essa melhora se deve principalmente por causa da queda da importação, resultado da forte recessão enfrentada pela economia brasileira. Já a conta financeira – por onde passam os investimentos estrangeiros – teve deficit de US$ 51,562 bilhões no ano.

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Turismo olímpico

O Brasil recebeu mais turistas em 2016, ano dos Jogos Olímpicos no Rio, do que em 2014, ano da Copa do Mundo. Dados divulgados pelo Ministério do Turismo mostram que o número de visitantes estrangeiros no ano passado chegou a 6,6 milhões de pessoas, o maior já registrado.

A quantidade é 4,8% superior ao ano de 2015, quando o país recebeu 6,3 milhões de estrangeiros. O número é também superior aos 6,4 milhões registrados em 2014, ano da Copa. Os turistas de fora do país injetaram US$ 6,2 bilhões na economia brasileira, o equivalente a mais de R$ 21 bilhões.

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