Grupos de direitos humanos elogiam novo contrato do COI para sedes olímpicas

BERLIM (Reuters) - Um novo contrato para sedes futuras da Olimpíada que faz da proteção dos direitos humanos uma exigência central recebeu elogios de grupos de ativistas, que dizem que os preparativos de grandes eventos esportivos levam a violações destes direitos.

O Comitê Olímpico Internacional (COI) fez uma referência específica à salvaguarda dos direitos humanos em seu contrato revisado para cidades-sede, que foi enviado às metrópoles que concorrem para abrigar os Jogos de 2024.

Paris e Los Angeles são as duas únicas candidatas ainda no páreo, e o COI deve eleger a vencedora em setembro.

"Uma vez após outra, as sedes olímpicas se livraram do abuso de trabalhadores nas construções de estádios, mesmo com críticas devastadoras e a mídia que tenta relatar abusos", disse Minky Worden, diretora de iniciativas globais da Human Rights Watch (HRW), em um comunicado.

"O direito de sediar a Olimpíada precisa vir com a responsabilidade de não abusar de direitos humanos básicos."

A medida do COI tem como objetivo fazer com que as cidades administrem toda e qualquer questão de direitos humanos ou trabalhistas antes de serem escolhidas como sedes.

(Por Karolos Grohmann)

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