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Julgamento de acusado de executar Eliza Samudio é remarcado para abril em Minas Gerais

Rayder Bragon

Do UOL, em Belo Horizonte

08/02/2013 22h40

O julgamento do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, foi remarcado e o acusado de ser o executor de Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno Souza, irá enfrentar o júri em 22 de abril deste ano no Fórum Doutor Pedro Aleixo, em Contagem, cidade da região metropolitana de Belo Horizonte.

O caso Bruno em fotos
O caso Bruno em fotos
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A juíza Marixa Fabiane Lopes Rodrigues, do 1º Tribunal do Júri, determinou o desmembramento do processo de Bola ao avaliar que os jurados ficariam “extenuados” por causa da previsão de o júri popular poder se estender por vários dias. Com início para o dia 4 do mês que vem, o julgamento ainda seria feito com o goleiro Bruno e Dayanne de Souza, sua ex-mulher. Entretanto, a magistrada manteve para março o júri popular de Bruno e sua ex-mulher.

“Julgamentos com longa duração, que perduram vários dias, causam extremo cansaço aos jurados”, afirmou a magistrada, para complementar: “(os jurados) são submetidos a confinamento involuntário, tendo que modificar sua rotina, ausentar de sues lares e do seu trabalho”.

Na sessão que se inicia em março, a juíza franqueou a permanência de advogados de outros réus no salão do júri, além dos defensores de Bruno e Dayanne. No entanto, ela vedou a eles a permissão de fazerem perguntas às testemunhas e aos réus.

Segundo Marixa Rodrigues, eles terão oportunidade de fazer isso no julgamento de seus clientes.

Outros dois réus, Elenílson Vítor da Silva e Wemerson Marques de Souza, o Coxinha, vão a júri popular, mas ainda sem data definida.

Em novembro do ano passado, Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, foi condenado a quinze anos de prisão, em regime fechado, pelos crimes de sequestro e cárcere privado e morte de Eliza, e do sequestro e cárcere do filho dela. Ele foi absolvido da acusação de ocultação de cadáver. 

Já Fernanda Gomes, outra ex-amante do goleiro Bruno, foi condenada a cinco anos de prisão pelos crimes de sequestro e cárcere privado de Eliza e do filho dela. Como a pena foi inferior a seis anos, ela vai cumprir em liberdade.

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