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15 dias

PM encerra campeonato de sinuca que aglomerou 70 pessoas no Ceará

Polícia Militar encerra torneio de sinuca com aglomeração no Ceará - Divulgação
Polícia Militar encerra torneio de sinuca com aglomeração no Ceará Imagem: Divulgação

Ed Rodrigues

Colaboração para o UOL, no Recife

17/04/2021 11h00

Cerca de 70 pessoas aglomeradas foram flagradas descumprindo medidas sanitárias durante um campeonato de sinuca, no Ceará. O evento, que ocorria na cidade de Iguatu, a 365 km de Fortaleza, foi encerrado pela Polícia Militar. No local, os policiais encontraram várias pessoas sem máscaras e consumindo bebidas alcoólicas.

Segundo a PM, o responsável pelo torneio, que não teve a identidade divulgada, foi levado à Delegacia Regional de Iguatu, onde foi registrado um boletim de ocorrência. Já as demais pessoas, acrescentou a corporação, foram orientadas sobre a importância do uso obrigatório da máscara no combate à covid-19 e liberadas em seguida.

"A Polícia Militar do Ceará (PMCE) averiguava uma denúncia de desrespeito ao decreto governamental no bairro Fomento. Com a chegada dos agentes, foi constatado que cerca de 70 pessoas se aglomeravam jogando sinuca em um galpão, bem como fazendo uso de bebida alcoólica", lê-se na nota da PM.

Denúncias de vizinhos

A reunião clandestina incomodou moradores do entorno, que denunciaram a irregularidade. O aposentado Jofre Nascimento, de 67 anos, agradeceu o trabalho da PM em parceria com a Vigilância Sanitária.

"Ninguém está seguro dessa doença se o povo não colaborar. De que adianta nossa zelo com a casa, se nossos filhos estão por aí como se nada estivesse acontecendo? Espero que essas fiscalizações continuem. É preciso", disse ao UOL.

"O povo bebendo, sem máscara, jogando e se divertindo enquanto as famílias estão morrendo. Isso é um absurdo. Deveriam ser todos presos", desabafou o idoso.

A Polícia Militar reforçou que o auxílio da população para o cumprimento dos protocolos de saúde é importante. A corporação pediu que moradores que presenciarem eventos clandestinos denunciem pelo número 190.

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