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Socialite de festa nos Jardins admite 'erro': 'Não sou preconceituosa'

Liziane Gutierrez disse que "não tem culpa de não ter sido presa" em entrevista que vai ao ar no domingo  - Reprodução/TV Record
Liziane Gutierrez disse que "não tem culpa de não ter sido presa" em entrevista que vai ao ar no domingo Imagem: Reprodução/TV Record

Do UOL, em São Paulo

16/07/2021 23h13Atualizada em 16/07/2021 23h13

A socialite Liziane Gutierrez, que se envolveu em polêmica após mandar a polícia ir "pra favela" durante Força Tarefa da Polícia Civil em uma festa com 500 pessoas nos Jardins, em São Paulo, afirmou que sua conduta foi um "erro" mas negou ser preconceituosa.

Ela comentou o assunto em entrevista ao jornalista Roberto Cabrini, que deve ser exibida no próximo domingo (18) no programa Domingo Espetacular. Com a cabeça enfaixada por conta de uma cirurgia plástica, a mulher também comentou o fato de não ter sido presa depois de gritar com os agentes.

"Eu não tenho culpa de não ter sido presa", declarou Liziane. "Errei, admito. Mas não sou preconceituosa", completou.

A socialite foi definida como preconceituosa pelo deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP), que acompanha pessoalmente as blitz contra festas clandestinas na cidade. Ele chegou a abrir boletim de ocorrência por injúria e desacato contra a mulher.

"É uma pessoa extremamente desequilibrada, vazia, preconceituosa. É um absurdo o que ela falou. Nós não vimos isso porque estávamos entrando ainda na festa e isso aconteceu dentro, onde cinegrafista pegou essa fala", afirmou o político em entrevista ao "Brasil Urgente".

Frota disse ainda que foram recebidas 116 denúncias a respeito do evento, que aconteceu no sábado (10). "A gente já sabia que essa festa ia acontecer fazia 48 horas", contou à TV.

A festa aconteceu no escritório do advogado Adib Abdouni, que aparece sem máscara no evento em vídeos divulgados nas redes sociais. Na ocasião, o UOL tentou contato por e-mail e telefones no site do escritório, mas ainda não obteve retorno.

"Não falei menosprezando"

Na terça-feira (12), Liziane já havia comentado o assunto em uma live em suas redes sociais. Ela disse que a frase polêmica foi uma resposta a um policial e ainda chamou Alexandre Frota de "babaca".

Estou aqui de mente aberta, não contratei assessoria, estou de cara limpa. A história da 'favela' foi o seguinte: não falei menosprezando ninguém, um policial virou e disse que era mais fácil interromper uma festa na favela do que nos Jardins, então virei e falei pra ele ir pra favela."

Mais cedo no mesmo dia, a mulher fez uma publicação nas redes sociais afirmando que está "mal com essa situação, por ter errado".

A dupla Matheus e Kauan, que realizava show na festa, afirmou em comunicado à imprensa que foi contratada para uma "pequena confraternização entre familiares e amigos" e que o contrato foi descumprido.

"No ato da contratação foi afirmado pelo contratante que seriam seguidos todos os decretos que regulam concentração de pessoas, adotando protocolos de segurança e que não haveria venda de ingressos. O departamento jurídico que assessora os artistas adotará as medidas cabíveis relativo ao descumprimento do contrato", diz o comunicado

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