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SP amplia horário do comércio a partir de hoje; veja o que mais muda

Movimento na região da 25 de março, no centro da capital, durante a pandemia - Andre Porto/UOL
Movimento na região da 25 de março, no centro da capital, durante a pandemia Imagem: Andre Porto/UOL

Do UOL, em São Paulo

01/08/2021 04h00

Começam a valer hoje as novas regras de flexibilização da quarentena no estado de São Paulo, anunciadas pelo governador João Doria (PSDB) na quarta-feira (28).

O comércio passa a funcionar até a meia-noite e a capacidade de ocupação dos estabelecimentos, dos atuais 60% para 80%. O uso de máscaras continua obrigatório em ambientes públicos, além dos protocolos de higiene e o distanciamento mínimo de um metro.

A previsão é não ter mais restrição de funcionamento dos estabelecimentos partir de 17 de agosto, quando o governo pretende ter vacinado todos os adultos no estado.

A entrada de clientes em shoppings, galerias, lojas de rua, bares e restaurantes deverá ser interrompida às 23h. Além disso, a partir deste domingo (1º), os parques urbanos e unidades de conservação estaduais voltam a abrir em horário integral. Também seguem liberadas as celebrações religiosas, desde que mantidos os protocolos sanitários.

Eventos que geram aglomerações, como os que acontecem em casas noturnas e shows, e as competições esportivas com a presença do público continuam proibidos.

Apesar das mudanças, o governo mantém a recomendação de escalonamento de horários de quem trabalha nos setores de comércio, serviços e indústrias, para evitar lotações no transporte público.

Vacinação e indicadores da pandemia

Na quarta-feira (28), o secretário estadual da Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, disse que a flexibilização é possível por conta do impacto da vacinação nos indicadores da pandemia no estado.

Dar celeridade para a vacinação impacta no número de internações, de mortes e também de casos. Houve uma melhora expressiva, de forma a estar intimamente relacionada com o processo de vacinação bastante célere implementado em São Paulo.
Jean Gorinchteyn, secretário da Saúde

Apesar de gerar preocupações, a variante delta ainda não é prevalente no estado. Até semana passada, 15 pacientes foram diagnosticados como infectados pela cepa. "A concomitância de vacinas e regras sanitárias permite que nós tenhamos uma situação diferente daquela vista em outros países", disse o secretário.

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