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Réu por matar colega em shopping de Niterói será levado a júri popular

Matheus dos Santos da Silva, de 21 anos, atacou colega de curso a facadas dentro do Shopping Plaza, em Niterói - Reprodução/Facebook
Matheus dos Santos da Silva, de 21 anos, atacou colega de curso a facadas dentro do Shopping Plaza, em Niterói Imagem: Reprodução/Facebook

Do UOL, em São Paulo

02/08/2021 21h36Atualizada em 02/08/2021 21h37

Aconteceu hoje a primeira audiência para julgamento de Matheus dos Santos da Silva, de 21 anos, réu pelo assassinato de Vitórya Melissa Motta, de 22, no Plaza Shopping, em Niterói, cidade na região metropolitana do Rio de Janeiro.

Segundo informações do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), o acusado escolheu permanecer em silêncio quando chamado para depor. Também estavam presentes na 3ª Vara Criminal do Fórum de Niterói testemunhas de defesa e de acusação do caso, que aconteceu em 2 de junho.

Na ocasião, Matheus comprou uma faca e foi até o shopping, onde Vitórya trabalhava, para atacá-la na praça de alimentação. Segundo investigações, o suposto motivo alegado seria uma paixão não correspondida pela vítima, que era colega do réu em um curso de enfermagem.

Segundo o jornal O Globo, 14 testemunhas foram ouvidas durante a audiência de hoje, que começou às 13h40 e durou cerca de quatro horas. Entre elas, estão policiais, amigos de Vitórya e funcionários do shopping, como seguranças.

A mãe da vítima também prestou depoimento, assim como uma tia e um irmão de Matheus. De acordo com o veículo, várias das pessoas ouvidas destacaram a frieza de Matheus, chegando a dizer que ele "não expressava qualquer reação" e que Vitórya pediu socorro enquanto era golpeada com uma faca.

Já a mãe da estudante, mostrou contrariedade com o depoimento de alguns dos seguranças, afirmando que, ao chegar ao shopping, não encontrou os funcionários, que apareceram para auxilia-la apenas momentos depois.

Segundo decisão publicada na noite de hoje no site do TJRJ, após a audiência, a juíza Nearis dos Santos Arce determinou que Matheus irá a júri popular. O Ministério Público e a defesa do réu informaram que não irão recorrer da decisão.

Na decisão, a juíza também determinou que o réu continue preso como garantia da ordem pública.

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