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'Carnaval vai ter que ter regra sanitária', diz secretário de Saúde do Rio

Segundo o secretário, a prefeitura do Rio vai analisar ao longo dos primeiros dias de janeiro os impactos das festas de fim de ano e da variante ômicron - Reprodução/Youtube
Segundo o secretário, a prefeitura do Rio vai analisar ao longo dos primeiros dias de janeiro os impactos das festas de fim de ano e da variante ômicron Imagem: Reprodução/Youtube

Do UOL, em São Paulo

03/01/2022 17h45

O secretário municipal de Saúde do Rio de Janeiro, Daniel Soranz, afirmou hoje que se o carnaval de 2022 for mantido, será necessário impor regras sanitárias. "Não vai poder ser um carnaval igual aos demais, sem nenhum tipo de regra sanitária", disse em entrevista à CNN Brasil.

Segundo o secretário, a prefeitura do Rio vai analisar ao longo dos primeiros dias de janeiro os impactos das festas de fim de ano e da variante ômicron antes de tomar uma decisão definitiva sobre o carnaval.

Ele já destacou, porém, que certamente este carnaval vai ter que ter algum tipo de regra sanitária.

O carnaval é uma festa muito importante para a cidade do Rio de Janeiro, só que mais importante do que o carnaval é as pessoas estarem protegidas em relação à covid-19.
Daniel Soranz, secretário municipal de Saúde do Rio de Janeiro

Ele ponderou que dados iniciais sobre a variante ômicron levam a crer que ela causa menos infecções graves do que as anteriores, mas reforçou que uma decisão final só será tomada após a análise de mais dados.

O secretário não demonstrou preocupação com o aumento no número de testes positivos na cidade. Segundo ele, sempre que uma nova variante começa a circular, o número de novos casos cresce, mas os dados de casos graves e internações não sofreram grande impacto.

"Todos os casos de variante ômicron investigados foram casos leves. Analisando todos esses fatores, que são fatores complexos, a gente vai poder tomar uma decisão mais precisa de como caminhar com as medidas restritivas", afirmou Soranz.

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