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Caso Beatriz: Mãe destaca importância do DNA, mas diz que 'esperava mais'

Menina de 7 anos morreu durante festa de formatura em escola em Petrolina (PE) - Reprodução/Redes Sociais
Menina de 7 anos morreu durante festa de formatura em escola em Petrolina (PE) Imagem: Reprodução/Redes Sociais

Pietra Carvalho

Do UOL, em São Paulo

12/01/2022 22h22Atualizada em 12/01/2022 22h23

Lucinha Mota, mãe da menina Beatriz Angélica, morta aos 7 anos dentro de uma escola em Petrolina (PE), afirmou que está "muito crente" de que o suspeito identificado ontem é o responsável pelo assassinato da criança, cometido em dezembro de 2015.

A mulher, que ontem fez uma live no Instagram cobrando "outros elementos" para provar a autoria do crime, se mostrou mais tranquila na tarde de hoje após a coletiva de imprensa na SDS (Secretaria de Defesa Social) detalhando o caminho do teste de DNA que levou ao investigado, que não teve a identidade confirmada pelo órgão e está preso desde 2016.

Mas, apesar de destacar a importância do DNA e da semelhança física do suspeito com a do perfil montado pela Polícia Civil, Lucinha voltou a cobrar mais provas no processo.

"Estou muito crente de que é ele, nós estamos. Primeiro, ele tem essa aparência física. O DNA é importante? Muito. É uma prova científica, é algo incontestável, mas precisa-se de mais, eu esperava que tinha mais, mais elementos, mais coisas investigadas, mais resultados de outras perícias", afirmou a mãe de Beatriz na saída da SDS, após a coletiva.

O DNA do suspeito, que confessou o homicídio, foi encontrado na faca usada no assassinato da menina, segundo os investigadores. Ela teria sido morta após se assustar ao ver o homem armado dentro da escola, em que o pai trabalhava, durante a festa de formatura do ensino médio. A criança foi atingida por 42 golpes.

"Essa coletiva nos trouxe mais dúvidas que certezas, então eu acho que a polícia precisa investigar mais, precisa nos apresentar outros elementos, pra se confirmar a autoria do crime", declarou Lucinha à TV Globo Nordeste.

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