Famílias buscam polícia para fazer exames de DNA após morte de 'Clarinha'
Familiares de pessoas desaparecidas buscaram a Polícia Civil para fazer exames de DNA desde a morte de "Clarinha", paciente não identificada que ficou mais de 20 anos em coma no Espírito Santo.
O que aconteceu
Nenhum exame foi compatível até o momento. A informação foi dada pela Polícia Civil do Espírito Santo em nota enviada ao UOL.
Busca foi feita por "algumas" pessoas, disse a polícia. O órgão não detalhou quantas pessoas buscaram o Departamento Médico Legal (DML) de Vitória para fazer o pedido.
Relembre caso
"Clarinha", como ficou conhecida, morreu após sofrer uma broncoaspiração na quinta-feira. Ela ficou internada no Hospital Militar do Espírito Santo, sem identificação, por mais de duas décadas.
Atropelada por ônibus. A mulher foi atropelada por um ônibus no centro de Vitória em 12 de junho de 2000. Ela foi levada por uma ambulância para o Hospital São Lucas e passou por cirurgias, mas ficou em coma por causa do trauma cerebral sofrido.
Sem documentos, mulher nunca foi identificada. Nenhuma informação sobre ela foi obtida nos anos de internação e as digitais dela também não foram compatíveis com nenhum registro público de identificação.
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