Conteúdo publicado há 28 dias

Servidor que matou psicóloga no RN queria informações sobre ex, diz polícia

O servidor público suspeito de assassinar a psicóloga Fabiana Maia Veras se aproximou para conseguir informações com ela sobre sua ex-companheira, informou a Polícia Civil.

O que aconteceu

A suspeita inicial é de que o homem tenha usado a psicóloga para chegar até sua ex-companheira. A informação foi dada na quarta-feira (24) durante coletiva pelo delegado Márcio Lemos da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa de Natal.

Tempos antes, ele fez contato pelas redes sociais com a psicóloga, que era próxima de sua ex. Os dois já haviam terminado e a mulher estava em outro relacionamento. Ela informou à Polícia Civil que ele insistia em se aproximar.

O servidor destruiu o celular da psicóloga e o levou para sua casa em Natal para descartar. O suspeito buscava encontrar conteúdos relacionados à sua ex no aparelho. A Polícia, por meio do IMEI conseguiu identificar que pertencia à psicóloga. O aparelho do suspeito também foi apreendido e será analisado caso a Justiça autorize o acesso.

No momento da prisão, o servidor ainda fez ameaças à equipe policial. Ele foi encontrado com uma faca, uma pistola e dois socos ingleses. ''Ele é muito frio, talvez não tenha sido o único crime que ele tenha cometido'', disse o delegado. O homem não confessou o crime até o momento.

Entenda o caso

Psicóloga é encontrada amarrada e amordaçada
Psicóloga é encontrada amarrada e amordaçada Imagem: Reprodução / Redes Sociais

O corpo de Fabiana, de 41 anos, estava com cortes, amordaçado e amarrado. Uma funcionária encontrou a mulher por volta das 18h em uma sala de atendimento do local, no bairro Dom Elizeu.

Vídeos da câmera de segurança mostram a psicóloga recebendo um homem momentos antes. Ele aparece na parte de fora do local com um pano na cabeça, máscara facial, de moletom e segurando uma maleta. Em seguida, toca a campainha e é atendido pela mulher.

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Os dois conversam na garagem por alguns segundos e entram no estabelecimento. O homem ficou cerca de 15 minutos na clínica, informou a Polícia. A psicóloga já estava em horário final de expediente quando o recebeu.

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