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UOL propõe tempo extra para Boulos responder pergunta de sabatina

Guilherme Boulos (PSOL), candidato à Prefeitura de São Paulo, participa de sabatina UOL/Folha - Reprodução
Guilherme Boulos (PSOL), candidato à Prefeitura de São Paulo, participa de sabatina UOL/Folha Imagem: Reprodução

Do UOL, em São Paulo

26/11/2020 18h52

O candidato do PSOL à Prefeitura de São Paulo, Guilherme Boulos, não teve tempo para responder à pergunta da jornalista Thais Oyama no final da sabatina UOL/Folha de hoje por causa de um erro cometido na condução da entrevista. O tempo se esgotou durante a intervenção do candidato.

O UOL errou ao aplicar rigidamente o regulamento das sabatinas, que estipula exatos 45 minutos para cada candidato e encerrar o evento sem permitir que Boulos completasse seu raciocínio.

"Errei ao não ter atentado para o cronômetro e feito a última pergunta quando já era tarde demais. Peço desculpas ao candidato", disse a jornalista Thais Oyama.

A pergunta de Oyama se referia à pesquisa Datafolha, em que o candidato teria desempenho pior que o do concorrente, Bruno Covas (PSDB), na periferia da cidade, e que ele lideraria apenas entre os jovens de classe média alta no último Datafolha —a informação é incorreta: além dos mais jovens, Boulos liderava, antes da pesquisa Datafolha divulgada ontem, entre funcionários públicos, eleitores de cor preta, desempregado, assalariados registrados e eleitores com nível superior de ensino.

Boulos teve tempo de começar a corrigir a informação —ele lidera nas faixas de 16 a 24 anos e de 25 a 34, sem especificar classe social—, mas não o de complementar a resposta.

Conforme mensagens trocadas pela chefia de reportagem do UOL Notícias com a campanha, além de e-mail enviado nesta tarde, o site se coloca à disposição do candidato para publicar sua resposta e colocação final na íntegra, em vídeo ou texto.

Errata: o texto foi atualizado
Além dos mais jovens, Boulos também liderava, antes da pesquisa Datafolha divulgada ontem, entre funcionários públicos, eleitores de cor preta, desempregados, assalariados registrados e eleitores com nível superior de ensino. A informação foi corrigida